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Audio - Tour of the Universe - Live Buenos Aires


Vocês irão me ouvir falar muito desta noite magnífica, mágica em Buenos Aires, segue para adição dos amigos o show completo da Tour of the Universe, o show que tive o privilégio de assistir em Buenos Aires, no dia 17/10 deste ano conforme já comentado em muitos posts, cada vez que tento escrever ou descrever esse momento me faltam argumentos me faltam palavras. Cada vez que vejo as fotos, os vídeos, e ouço as musicas, me da uma sensação de realização por ter estado lá tão perto deles, de ter alcançado o objetivo, de ter realizado um sonho que até pouco tempo atrás era inimaginável.
Gravações ao vivo do Show de Buenos Aires, que foi transmitido ao vivo pela Rádio X, quem quiser baixar entre em contato que passo o link para donwload, é contra as regras do blogger postar links de audio para donwload.

Sensacional !

Devoto Escreve Sobre o Show em Buenos Aires


Amigos,

O Jean, no meu lado na foto acima, alias ambos detonados depois do show, é um grande colaborador deste blog e um dos maiores fãs do DM que eu conheço a muitos anos, e que tive prazer de conhecer pessoalmente, segue comentários dele sobre o show em Buenos Aires:

Depeche mode – ao vivo no club ciudad buenos aires 17 – 10 – 2009

Em primeiro lugar, gostaria de citar e agradecer as pessoas que foram fundamentais para que essa viagem, fosse realmente perfeita :

José b. Salomão, Marcelo Pastel, Emerson Paiva, Andréa Leite, Luis Fernando & Denise, Eduardo & Alexandre Macedo, Luis Henrique e Dênis.

Todos os outros fans que encontramos no hotel, ou durante a viagem, foram importantes, mas os acima citados, têm muita importância, sejam pelas dicas, informações ou apoio.

Chegamos no club, beirando umas 14 horas, e já fomos nos acomodar beirando ao braço de extensão do palco, do lado direito prá quem fica na frente. Pegamos um lugar bom, não era na grade, mas diria que depois de uma pessoa, no máximo duas, estaríamos “na grade”...

O público foi chegando, começando a lotar, e lá pelas 17:30 hs entraram as bandas de abertura, lembro o nome de algumas : “bicicletas”, “violador 6”, “banda de turistas”...

Aquele problema de sempre : shows grandes não deveriam ter bandas de abertura, pois normalmente o público não quer esperar prá ver “os donos da festa”.... (se ainda fosse, somente uma banda, mas prá meu desespero, além das programadas, ainda foi incluída – uma última – que pelo jeito deveria ser a “banda do momento” da argentina, pois o foi a única, em que o público cantou, pulou e começou a fazer um “empurra – empurra” deles....

Sobre isso, tenho a dizer que o público argentino, é quente, se diverte muito, mas infelizmente não tem, respeito entre eles mesmos, pois essa brincadeira do empurra empurra, foi feita inclusive, em quase todo os lugares do show do depeche mode, e sinceramente, não tem a menor graça.... Não entendi até agora, como eles podem se divertir num show, tentando provocar confusão, o tempo todo....

Bandas de abertura a parte, apagaram-se as luzes, e na famoso “círculo 3d” (que prá nós, foi um “círculo virtual, mas que dava praticamente o mesmo efeito), começou a aparecer as iniciais dm....

O público começou a entrar em delírio.... O show começou quase no horário previsto (por volta de 21:45 hs, eu acho), e aos barulhos da sirene/alarme, é iniciado o “start” do show, com a excelente “in chains”.... (adoro essa música e acho que ela é realmente a melhor faixa para a apresentação inicial dessa tour...), o telão ficou branco, aparecem as sombras do pessoal entrando no palco, êxtase total do pessoal ao ver a banda e o agradecimento do Dave, que por sinal, está de cavanhaque – tipo “sedutor latino” e o Martin com seus dedilhados, que ficam na nossa memória...

Os argentinos gritam “olé, olé, olé, depê, depê.... (achei estranho, depois me acostumei.....). Seguido pelo grande hit do album “wrong”, com direito a efeitos de luzes e telão, é um dos grandes momentos das músicas novas ao vivo... Aqui, o “empurra empurra” foi ficando insuportável, pois além de ficar fazendo isso o tempo todo, ainda seguiam-se cotoveladas, etc... Nem os próprios argentinos, estavam contentes com a situação que estava acontecendo na multidão. (público estimado em 45 mil pessoas).

Mesmo assim, resolvi ficar e ver “hole to feed” , apesar da música ser boa, não achei que o público se empolgou tanto. No telão imagens da banda “em cascata”, “repetidas”. Uma coisa me chamou muito a atenção, acho que devido ao tratamento que o Dave tem se submetido, achei-o meio “magro”, e também “se poupando” prá poder aguentar o show todo, afinal, ser o frontman da banda, tem seus prós e contras. Na metade dessa música, desisti de ficar na frente do palco, e fui para trás, prá ver se saia do empurra empurra, pois eu queria ver o show até o fim, e se tivesse ficado ali, com certeza iria passar mal, devido ao calor e as dores dessa brincadeira. Chegando mais prá trás, encontrei com a Denise (esposa do Luis do blog), e lá ficamos comtemplando o show, com uma visão um pouco mais distante, porém, mais ampla, no quesito de pegar detalhes do palco, como um todo.

“Walking in my Shoes”, é um dos pontos altos do show, o telão, o lance do olho virtual, o corvo.... Enfim, uma das músicas que mais gosto, numa apresentação incrível, Dave & Martin, estão fazendo uma tourné, onde parece que o entrosamento dos dois, está ao máximo... Walking in my Shoes, é linda, adoro essa letra, e com certeza a apresentação da banda....

“It’s no Good”, é excelente, funciona ao vivo, dave começa com suas tradicionais danças, jogos de luz, e imagens da banda no telão, tudo maravilhoso....

“A Question of Time”, uma das músicas mais antigas, e das que mais gosto, perfomance clássica do dave, com direito a rodopios, “mão na mala”, e microfones prá platéia, é o delírio dos dois lados.... (todo mundo já deve ter reparado que “Question of Time” é uma das preferidas do Dave, pois ele se dedica ao máximo nessa hora....).

“Precious”, mesclando o lance de ir ao passado, e voltar ao presente, tem forte aceitação do público, ligado ao telão com as imagens da máquina de escrever, outro ponto forte com o público...

“Fly on the Windscreen” – outra das antigas, e uma das músicas que mais gosto do dm, começa com 6 circulos no telão, dividos em 3, os debaixo, ficam sempre numa cor, e os 3 acima, ficam com imagems da banda ao vivo no palco, Dave como sempre esbanjando a sensualidade.... E começo a reparar que o Martin, tem melhorado e muito a performance, estando mais comunicativo e participativo com o público nos shows.... Andy, prá váriar, até parece mais animado do que o habitual, mas o visual “Elton John” faz com que eu, quase nem preste atenção nele.... Já Christian Eigner toca muito, e Peter Gordeno, eu diria que está se encaixando e melhorando ao dm, aos poucos....

Martin, mais simpático do que nunca, vem com sua linda voz, nos presentear com “Jezebel”, imagens no telão, que parecem ser o lado normal, e do outro lado, a imagem em negativo, martin, canta e encanta, seus dedilhados e solos nos convidam a dançar com ele... E no final, ele vem a parte extendida do palco, e nos cumprimenta com uma agachada ali mesmo, onde rendeu fotos belissimas, prá quem estava por ali.... Eu diria que foi um dos momentos inesquecíveis do show....

Mais surpresas estavam por vir... : numa inversão de set list (normalmente seria “A Question of Lust”), Martin e Peter Gordeno, mandam uma versão prá lá de intimista de “Home”, com direito a aquelas esticadas vocais, tradicionais de Gore....... Delírio, simplesmente linda.... No telão, praticamente o Martin, o tempo todo..... Não me recuperando dessa surpresa...

Outra inversão : No lugar da tradicional e linda “Come Back”, eles atacam com “Miles Away” – fiquei surpreso, usando praticamente o mesmo vídeo de “Come Back”, com algumas alterações... Gosto muito dos vocais finais em “Miles Away” quando ambos ficam revezando a frase.

Outra Troca : Em vez de “Peace” (que eu gosto muito), em seu lugar, entrou “Policy of Truth”, no telão bolas coloridas, vão caindo, e Dave sempre fazendo suas dancinhas. Saudosismos a parte, já estava ficando assustado com as trocas no set list a partir do meio do show....

“In Your Room”, outra das minhas prediletas, nem preciso dizer que a essa altura do show, eu já estava completamente “Your Favourite Slave”....

Sequência final de hits, antes do bis : “I Feel You”, com imagens digitalizadas da banda no telão, “Enjoy the Silence” um dos hits mais esperados do público, cantado do começo ao fim, com aquele telão da banda vestida de astronautas, levou o público ao delírio, sem dúvida nenhuma, “A Música” que muitos esperavam....

E fechando com chave de ouro “Never let me Down Again”.... Com a famosa coreografia dos braços, que o dave tanto ama (e o público responde muito bem), em erguer os braços e “flying high”..... No telão a banda, o público, enfim, tudo !!! Fim, do set list básico, mas ainda viriam agradáveis surpresas no bis....

A volta de Martin ao palco com Peter Gordeno, já indicava, outra mudança de planos : tocaram “Somebody”, nem preciso dizer a emoção que senti, muitos sabem que essa, é uma das músicas favoritas, e que definitivamente, não estava nos set lists da tourné.... Acredito que muita gente se emocionou com a versão e ficaram eternamente gratos com a surpresa que nos proporcionaram... O público em geral, cantou e adorou essa surpresa.

“Stripped” é perfeita, o público já estava em extase, no telão imagens da banda, e muitas luzes, divididas em várias partes....

Outra novidade : a volta de “Behind the Wheel” (Peter Gordeno melhorou o arranjo, graças a deus, pois em tourné anterior, estava muito estranha..... Agora, ficando mais próxima das originais), no telão imagens da banda, quadriculadas entre azul claro, azul escuro.

Finalizando o show, “Personal Jesus”, no telão a banda em suas tradicionais poses de crucifixo, e muitas mulheres, detalhes de cinturas, costas, cabelos, etc.... O público cantou e dançou o tempo todo, Dave apresenta a banda, que se abraça, e saem do palco. Fim do show.

Eu e a Denise, ainda ficamos esperando um pouco, pensando que eles voltariam realmente para encerrar com “Waiting for the Night” (tradicional encerramento dos shows, até então...). Quando vimos que o povo começou a sair, resolvemos ir procurar o “Rei Luis”. (estava o máximo com a coroa, tanto que, antes do show, foi filmado e colocado sua imagem no telão !!!)

Em relação ao set list básico, com as “trocas e surpresas”, infelizmente, a banda acabou excluindo 2 músicas do set list tradicional (em geral tocam 22, e na argentina, tocaram apenas 20).

Gostei demais da apresentação, o ponto negativo, (nem tão negativo assim, eu diria....) Foi o final “mais rocker”, e “menos denso” que era provocado, com a apresentação de “Waiting for the Night” (queria realmente que o show terminasse mais lento...).

Ea exclusão total do “telão utilizado” em “strangelove”, normalmente a banda usa o mesmo telão, e tocam outra música, quando há inversão. Nesse caso, acho que devido as fortes imagens desse vídeo (as duas meninas, em cenas de lesbianismo), acabaram sendo totalmente excluídas e não aproveitadas em nenhuma das outras músicas. Uma pena.

Tirando o comportamento de empurra empurra do público argentino, eu diria que o show, foi excelente. Mais uma noite prá entrar na história da minha vida. Uma das melhores noites de minha vida....

(e ainda tive um bônus, quando encontramos com Martin Gore no aeroporto... Isso realmente fechou com chave de ouro a viagem.....) E digo : não importa onde estivesse, na grade, mais distante, longe ou não, o que vale realmente, é ter o Depeche no coração.

Sentir a emoção de estar lá, ao vivo, no show.... Isso não há descrição que faça as outras pessoas entenderem o que é essa sensação.

Só quem foi ao show, sabe o que quero dizer : Depeche Mode é uma celebração do espírito, da alma.

vida longa ao Depeche Mode !!!

Texto: Jean
Videos: Luis Fernando.DM e Fabio
Foto: Denise

Sim eu estava lá!


Hoje dando uma lida no blog de Fabio Codevilla, blog o que acompanho a anos, observando suas fotos do Show do Depeche Mode em Buenos Aires, adivinhem quem eu achei em uma das fotos?
Sim o blogueiro devoto que os escreve, bem li com a coroa!

Programa Boys Don't Cry

Amigos, trecho da minha participação no programa Boys Don't Cry da rádio Pop Rock, 107.1FM de Porto Alegre, comentando e tocando algumas musicas do Show do Depeche Mode em Buenos Aires.

Filmagem: Fabi.

Programa Boys Don't Cry - Rádio Pop Rock 107.1



Hoje amigos tive a honra de participar do programa Boys Don't Cry da rádio Pop Rock, 107.1FM de Porto Alegre, comentando e tocando algumas musicas do Show do Depeche Mode em Buenos Aires há uma semana, programa com foco nos 80`s que acompanho desde 2002, e que tive o privilégio de participar hoje tentando resumir em algumas palavras o sonho de ver o Depeche Mode.

Participação no Programa Boys Don't Cry - Pop Rock 107.1

Os Melhores Momentos da Minha Vida

Amigos,

Enquanto faço o upload das fotos desses que foram sem duvida alguma os melhores momentos da minha vida até agora, eu vou tentar comentar estes dias de maneira objetiva se é que isto é possível.

Saímos de POA no dia 14 de outubro no meio da tarde, com a expectativa de chegar a Buenos Aires, mas como nosso vôo tinha conexão em Montevidéu chegamos já no anoitecer a Buenos Aires, de cara a cidade estava parada devido ao jogo decisivo da seleção argentina decidindo a sua classificação para o mundial e sabe até estava torcendo por eles, existem em minha opinião cinco seleções clássicas que tem que estar em uma copa sempre, e a Argentina é uma delas, as outras, Brasil, Alemanha, Itália e Inglaterra...

Pegamos um taxi para o Hostel na Florida 328, no centro de BA, o chegar ao Hostel que ficaríamos hospedados, tivemos uma grata surpresa encontramos outros devotos que já estavam lá da comunidade Depeche Mode no Orkut, o que deixou nossa estadia mais agradável enquanto esperávamos pelos amigos mais próximos, e até alguns seguidores desde blog que eu só conhecia por nome...
Hostel bem legal, limpo organizado pelo menos conosco nenhuma reclamação pessoal simpático e prestativo no atendimento, logo fomos dormir cedo e descansar, pois antes dos shows queríamos nos preparar para passear pela cidade conhecê-la.
Pela manhã fomos tomar café no bar no subsolo do Hostel onde era servido o café da manhã com vários tipos de sucos, pão, sucrilios, poutz nem sei quanto tempo não comia isso, e iorgute, tudo incluso na hospedagem o que era ainda melhor... E fomos direto ao primeiro compromissio, pegar os ingressos no ponto de vendas da Ticketek a algumas quadras de onde estávamos hospedados, só assim me sentiria tranqüilo para conhecer a cidade, e com mapa em mãos saímos de la felizes com os passaportes para a felicidade.


E fomos fazer tour, de cara tive três impressões muito positivas sobre BA:
• Povo educadíssimo, em todos os momentos fomos muito bem tratados, pessoas sempre falando muito bem do Brasil e dos brasileiros. Teve um senhor que parou para nos ajudar enquanto olhávamos o mapa sem pedir-mos, ele percebeu que estávamos perdidos e ofereceu ajuda.
• Cidade limpa com muito verde e muitos parques muito bem utilizados pela população. E ninguém atravessa fora da faixa de segurança e lembrei que temos muito que evoluir em POA..
• CDs e DVDs muito baratos, comprei alguns e o maximo que paguei foi 18 reais cerca de 36 pesos, cheguei a comprar o DVD Live in Milan da ultima Tour do Depeche Mode, triplo, com 2 DVDs e 1 CD por 22 reais cerca de 44 pesos, uma bagatela, entre outros. Da vontade de encher as malas só com isso.... Alguns....


Em nosso primeiro dia fomos em alguns pontos turísticos com a Praça San Martin e suas redondezas com vários monumentos, e prédios, Museu Nacional de Armas, Loja Musimondo ponto clássico de vendas de CDs e DVDs em BA, que já na entrada trazia um banner enorme de divulgação do álbum Sounds of the Universe, aproveitei para comprar alguns CDs... Andamos muito e batemos muitas fotos nem lembro direito onde estivemos certo, mas garanto que curti cada segundo daquela cidade....

Andamos pelo centro, fomos ao Obelisco, e almoçamos e tomamos Quilmes de litro, muito saborosa, e no meio da tarde voltamos para o albergue para esperar a Fabi e o Jairo, também eu tinha que responder e-mails do meu trabalho, à noite por volta das 23hrs chegou o amigo Jairo que trouxe na mala, mais dois amigos, Luis e Fabio, ambas as pessoas espetaculares, simples, e gente fina pacas, parceiros mesmo, bom amigos do Jairo não dava para esperar menos.


Saímos para jantar todos comemos pizza e tomamos muito chopp, voltamos para o Hostel de madrugada e quase não dormimos de tanto que rimos do Fabio roncando, um verdadeiro Boeing em aceleração de decolagem.... rsrsrsrrs

No outro dia pela manhã nos dividimos Jairo, Luis e Fabio foram retirar os ingressos deles e comprar ingressos para o ACDC, nos fomos com Fabi para os aredorres da Casa Rosada, e combinamos em nos encontrar para almoçarmos juntos no Hard Rock Café, passeamos nos arredores da Casa Rosada, e nos dirigimos ao Hard Rock Café onde comprei uma camiseta bem legal em sua loja, infelizmente não eles não tinham o relógio que eu queria comprar, e pior o local estava fechado naquele dia meio dia para um evento particular, ao sair de lá pensando onde iríamos almoçar encontramos Jairo, Luis e Fabio que vinham chegando conforme combinado, logo entramos em um restaurante ali na frente almoçamos e tomamos algumas Heineken de litro, bem mais suave que a servida aqui no Brasil.

Depois à tarde somos no Cemitério Recoleta que fica ao lado do Hard Rock Café e no Jardim Japonês, saindo de lá passamos em um mercadinho de vila para fazermos algumas compras básicas aproveitei e coloquei algumas Quilmes na mala para trazer para o Brasil o preço era irresistível...


Logo fomos o Hostel para nos prepararmos para o primeiro show do Pet Shop Boys, conversamos com a galera brasileira que estava por lá, muitas pessoas legais que foi um prazer conhecer a todos entre eles Jean e Marcelo P@stel, dois amigos e colaboradores de longa data desde da época que eu tinha uma pagina do DM, bem antes do blog, la se vão 7, 8 anos e que eu não conhecia pessoalmente.

Pegamos um taxi até o Club Ciudad de Buenos Aires, alias como é barato o taxi em BA, nossa, muito mesmo, chegamos no club cerca de 40 minutos antes do show, a entrada foi tranqüila e nos posicionamos a cerca de 70m do palco, o PSB é uma banda que sempre tem mega produção nos shows com performance de dançarinos e palco com efeitos legais, logo não foi difícil para a dupla transformar a Club Ciudad em uma grande danceteria fazendo os 25mil expectadores dançarem muito ao som das faixas do novo cd Yes e clássicos como West and Girls, Always on in my Mind e It’s a Sin essa ultima a gente sentia o chão balançar com a galera pulando enlouquecidamente, PSB é a banda, gosto muito do som feito por eles, ponto alto foi o
Neil Tennant vestido de rei cantando Viva la Vida do Coldplay, seria uma alusão ao que estávamos por ver??


Nem tive tempo de poder apreciar mais o evento, pois ao terminar o show o evento também se encerrou e fomos jantar no Hard Rock Café já que meio dia estava fechado.

Que lugar muito legal, legal não DU CARALHO, o Hard Rock para quem é apreciador de musica, um museu e não um bar! Um lugar lindo com inúmeros quadros autografados, fotos, roupas e tudo mais relacionados musica discos de ouro, prata, platina de inúmeros artistas e muito material, fora que foi onde melhor comi em BA, local é ponto certo e obrigatório para qualquer um que vá a BA. Deveria ser baixada uma lei na ONU que todas as capitais do mundo deveriam ter um Hard Rock Café, me senti emocionado perto de tanta coisa que pertenceu a diversos ícones da musica...



Sem contar que estamos jantando e ouvindo boa musica nas telas como trilha sonora:


Saímos de lá e fomos direto para o Hostel descansar o outro dia prometia ser longo e estávamos a poucas horas do inacreditável....
Acordamos cedo e antes do café da manha já estávamos nos dirigindo para a fila do que seria a passagem para a felicidade:



Chegamos na fila cerca de 8hrs da manha e já tinha 110 pessoas na nossa frente os primeiros estavam la desde das 9hrs da noite anterior... Devoção pouca é bobagem...

Na fila tivemos a oportunidade de conhecer devotos de muitos lugares e países, de leitores do blog a devotos de todos os tipos e origens, muita gente, quis bater fotos com nos, éramos brasileiros facilmente identificados e a coroa que levei fez um sucesso tremendo muita gente pedia para bater foto comigo ou com a coroa, muito legal eu já estava quase me sentido uma celebridade... rsrsrsrsrs


Cerca do meio dia a fila foi reorganizada em lotes, nos dando um cagaço foi ela começo a se movimentar e estávamos almoçando a correria foi grande.... E daí em diante a contagem regressiva para a abertura dos portões que se deu por volta das 15h30min, logo o primeiro esforço uma corrida até o palco, que deixou muita gente inclusive eu sem ar, por ser longe e por estar calor...
Mas o objetivo foi alcançado ficamos na segunda fila na frente do avançado do palco cerca de 3m... E a cerca de 20m do palco atrás da área VIP...


Começaram os shows das bandas argentinas e o sol muito forte não da trégua, ficamos ali sentados esperando o grande momento, conversando e conhecendo muita gente, ali junto de nós estava duas meninas russas que estava assistindo esta tour do DM pela sétima vez se não me engano:


Antes que lotar tive a oportunidade de ir rapidinho comprar algumas lembranças na lojinha da banda:


A noite começou cair e logo estávamos no DJ set de Martin Gore a poucos minutos da realização de um sonho, até apareci no telão com a coroa aluvisa ao clip de Enjoy the Silence, falei que tava famoso...rsrsrsrs
Quando apareceu uma projeção com as letras DM, a galera já estava em êxtase gritando Depeche Mode, Depeche Mode, Depeche Mode...



Em minutos, sim me pareceu minutos diante da ansiedade, veio a sirene que indicava o show iria começar essa sirene era a introdução da primeira faixa In Chains, as luzes se apagaram e comecei a sentir uma sensação de, será que é verdade, logo a banda começou a entrar não conseguia tirar os olhos do Martin que para mim é um cara muito importante por tudo o que escreve, por me identificar muito com suas letras fiquei ali olhando para ele e pensando esse é o cara, esse é o poeta... Só percebi a presença de Dave quando a sua voz linda e marcante entrou em ação...


Ali neste momento percebi que sim, eu estava diante de algo esperado há 19 anos, estava diante dos caras que criaram o que para mim é chamado de musica, caras que criaram letras e sons que descrevem meus sentimentos, minhas angustias, meus medos e vitórias, a trilha sonora da minha vida da minha pessoa da minha personalidade...
Quando voltei a mim, já estava sentindo uma pressão no peito vindo do grave que os PAs emitiam em Wrong...

Então pensei agora é verdade, a voz de Dave cada vez que falava “Wrong...” me soava como... Não sei explicar era.... ... ... Inexplicável...
Hole to Feed não consigo nem lembrar que tocaram ela, pois acho que eu estava em transe, não me lembro dela...
Quando começou os primeiros acordes de Walking in my Shoes, passei minha câmera para gravação e pensei se excitar essa eu tenho que gravar, a gravação não ficou muito boa nem as fotos por causa do empurra, empurra e da maldita avalanche que os hermanos faziam...
Mas lembro que me emocionei muito com ela.... Um musica linda que é muito expressiva para mim...
Daí em diante me preocupei em curtir o show e cada vez menos em regista-lo...
It’s no Good todos cantaram junto... A Question of Time como era de esperar fez todas das 40 mil pessoas presentes pularem em um único e sincronizado salto, achei que ia morrer esmagado, mas feliz...
Precious todos cantaram mas você olhava para as pessoas e elas pareciam em transe pareciam meditando sobre tudo o q estava sendo cantado, sobre as coisas preciosas de nossa vida que temos que tomar cuidado, e sobre a preciosidade daquela noite...


Fly on the Windscreen e Jezebel passei em branco, inda estava absorvendo Precious, mas lembro de ver o Martin vir tocar guitarra no avançado do palco, inacreditalvel neste momento queria pular dali e dar-lhe um abraço, ajoelharme aos seus pés:


Ai veio uma das minhas preferidas da banda... Home... Com Martin no vocal foi impossível de conter as lagrinhas, chorei sim, igual criança me emocionei foi o ápice de sentimentos para mim, uma musica que me traz diversas recordações boas e ruins, uma avalanche de sentimentos enquanto com toda a minha força eu cantava:
“And I thank you
For bringing me here
For showing me home
For singing these tears
Finally I've found
That I belong here…”


E seguiu o show, lembro que gravei também I Feel You a pegada mais rock da banda e Policy of Truth também me recordar muita coisa de minha adolescência, das festas, das pessoas que conhecia nessa época... Com a dupla Enjoy the Silence e Never Let me Down Again, o publico enlouqueceu, quase cantando mais alto que o som que vinha dos PAs... Eram 80 mil mãos para cima balançada na regência de Dave... Foi muito difícil até de respirar neste momentos tamanho o agito da galera...



E para fechar depois de Somebody vi muita gente chorando, e Stripped cada fez que a ouço me parece mais linda, veio Behind the Wheel e Personal Jesus que fechou o show com o chão tremendo de tanto a galera pular e gritar: Reach out and touch Faith...
Desculpe amigos se não escrevi muito sobre o show, deixei de falar em algumas faixas, por que é difícil de descrever esse tipo de sentimento e de emoção, por mais que se escreva, é algo que não se descreve se sente... Com certeza os melhores dias de toda a minha vida até aqui, eu já quero voltar a Buenos Aires!!!
Já estou em depressão e quero mais...



2010 Nitzer Ebb Abre os Shows do Depeche Mode



Em 2010 os shows do Depeche Mode serão abertos pela banda Nitzer Ebb, uma bela escolha, muito mais no contexto que as bandas que tem aberto a Tour of the Universe.

Midia Argentina comenta o Show



Para baixar em alta resolução é só clicar nas imagens!

Milagres Continuam Acontecendo

Os amigos e colaboradores deste blog, Jean e Marcelo P@astel também encontraram Martin Gore no Aeroporto, momento eterno. Muito feliz pelos amigos.

Milagres Acontecem Todos os Dias


Caros amigos Devotees,

Meu nome é Pedro Henrique e moro em Maceió, capital do estado de Alagoas. Sou um devotee desde 1992, quando conheci o DM e simplesmente me apaixonei por ele. Desde então, 99% do que escuto é Depeche Mode.

Quando vi as datas que eles viriam ao Brasil, uma mistura de euforia e emoção tomou conta de mim. Não contive as lágrimas, pois percebi que teria uma oportunidade (talvez única) de realizar o meu sonho.

De repente aconteceu o inesperado: cancelamento dos shows no Brasil, que até agora ainda não ficou muito claro o real motivo. Com isso, a decepção e a tristeza vieram. E pior, a probabilidade deles não virem mais ao Brasil ou até a América Latina! Afinal demorou 15 anos e eles não são mais adolescentes.

Depois de muito refletir, percebi que seria agora ou nunca. Não podia perder a oportunidade de ir à Argentina, nosso “Hermano” aqui do lado. Sou casado (muito bem casado por sinal) e tenho uma linda filha de 6 meses de vida. Não foi fácil deixar minha esposa e filha no Brasil e ir sozinho de Maceió até Buenos Aires para assistir ao Show do DM. Principalmente porque minha filhinha completou 6 meses, adivinhem em que dia? 17/10/2009.

Pois é meus amigos. Fui ao show e fique na grade, ao lado e na frente da passarela! O show é indescritível, sem palavras. Realizei o meu grande sonho!

E na hora de retornar (no domingo às 18:10) o meu transfer errou o caminho do aeroporto (dá para acreditar?) e quando lá cheguei, o voo tinha sido antecipado para às 17:10, pelo horário de verão de São Paulo. Bem, acabei perdendo o voo. Fiquei muito bravo. E a TAM me colocou para às 5:45 da manhã!

Resolvi então entrar logo na sala de embarque e aguardar por lá mesmo até a hora do voo. Na hora de passar na imigração, a Señorita não me deixou entrar alegando que o horário estava muito distante. Fiquei muuuuito bravo com ela. Bem, tive que retornar por onde entrei até sair da sala de embarque.

E aí meus amigos, veio a minha compensação! Dei de cara com o Martin Gore!!!! Na fila da imigração!!! Não me contive e fui falar com ele (é claro!!). Peguei o seu autógrafo, nervosíssimo (eu né!). Fiquei tão atarantado que conversei muito pouco com ele! E aí fui cara de pau e perguntei porque eles não foram ao Brasil!! É, pessoal, perguntei mesmo! Mas é claro que ele não iria comprometer ninguém né? E aí ele me respondeu: “unhappily, not enough time...”. E aí falei pra ele que muuuuuitos brasileiros foram à Argentina só para ver o show deles. Perguntei do Dave e do Andy, e ele falou que já estavam em casa.

Saí de lá atordoado! Parei na grade do 1º andar para tentar me recompor e descobrir se aquilo não tinha sido um sonho!! Alguns momentos, minutos, segundos (sei lá!) encontrei o Jean e o Pastel na fila tentando embarcar. Não me contive e fui falar com eles! Quando disse o que tinha acontecido, pularam de alegria e ficaram também abismados! Mas não acabou aí!

Voltei para a fila de embarque, esperando pegar outra “Señorita” da imigração para conseguir entrar na sala de embarque (se bem que eu tive vontade de dar um beijo na que me barrou, ah se não fosse ela...). O que eu queria? Tirar uma foto com ele, pois fiquei tão atordoado que não lembrei que estava com um celular no bolso.

Mas seria uma tarefa muito difícil. Tentar entrar de novo, não ser barrado, achar o Martin (se é que ele já não tinha decolado) no meio de tanta gente!!

Pois é. Entrei, não fui barrado, entrei numa sala logo após a imigração chamada “The Red Carpet”, onde acho que é da United Airlines. Bem, vi uma companhia americana logo ali, então entrei lá. Muuuuita gente lá dentro. Aí fui entrando, passeando e...... Dei de cara com o Martin Gore DE NOVO, sentadinho na cadeira da sala de embarque. Cheguei lá todo sem graça, com o famoso “sorry to bother you again....” e pedi uma foto! Pessoal, o Martin é educadíssimo, muito gentil e em nenhum momento me aparentou “encheção de saco”. Tirei a foto, eu e ele! É claro que repeti que eu era brasileiro, e ele falou algo assim: “but here we Just see brazilians!” E eu disse que sim, que o Brasil em peso estava lá para vê-los!

Gente, desculpem o texto grande, mas ainda é muito pouco para expressar a felicidade desta bênção que aconteceu comigo! Vim de longe, realizar o sonho de ver o show e acabei pegando o autógrafo, tirando uma foto e conversando com o gênio da Banda Depeche Mode !

Espero que com minhas “diretas” eles repensem sobre o Brasil !! Que prepotência a minha hein !!!!

Bem, fiquem um pouco com a minha relíquia!

Um abraço a todos os devotees!!!

Nem Sei o que Dizer


Amigos cheguei a tarde de Buenos Aires e ainda estou em transe, tentando absorver a adrenalina e emoções inexpicáveis deste show, até o meio da semana prometo que escrevo algo com calma tentando descrever o impossivel de descrever, trouxe na bagagem muitos videos e fotos, na sequencia da semana vou escrevendo e compartilhando!!

Spots Personal Fest 2009

After Show - Depeche Mode Party!

Depeche Mode agradece ao Chile durante show no Peru

Lima, 14 out (EFE).- O vocalista do grupo britânico Depeche Mode, Dave Gahan, se confundiu nesta terça-feira durante o show da banda em Lima e soltou um "Thank you very much, Chile" ("Muito obrigado, Chile", em tradução livre) diante de uma plateia de quase 20 mil pessoas.

A gafe teve ampla repercussão entre os veículos de imprensa do Peru e em discussões em redes sociais na internet, segundo o site do jornal "El Comercio", de Lima.

A frase de Gahan ganhou outra dimensão no Peru já que o país reivindica na Corte Internacional de Justiça a demarcação dos limites marítimos com o Chile, uma controvérsia à qual se juntam as disputas pela propriedade da bebida típica pisco, entre várias outras.

Esta não é a primeira vez em que um artista estrangeiro comete um deslize do gênero em solo peruano. Maite Perroni, da banda mexicana RBD, disse "Viva Chile!" durante uma apresentação em Lima, erro que ela atribuiu a sua falta de conhecimentos em geografia, lembrou o "El Comercio".

Apesar do incidente, o Depeche Mode foi aclamado por crítica e público no Peru e voltou duas vezez para o "bis" no show na capital do país.

A banda está em turnê pela América Latina e toca amanhã justamente no Chile, em Santiago.

Fonte: Ultimo Segundo

Eu não Acredito em Milagres, mas Eles Acontecem Todos os Dias...


Amigos hoje começa a jornada em busca de um sonho, algo até pouco tempo impensável e intocável na sua realização, antes de ir a Buenos Aires, embarco hoje as 15hrs, um pouquinho de história:

Tudo começou na cidadezinha de Basildon no condado inglês de Essex, quando um garoto de 16 anos chamado Martin Gore colecionador de compactos e fã de Bryan Ferry comprou um teclado. O segundo passo foi chamar dois ex-colegas de escola Andrew Fletcher e Vince Clarke que dividiam seu tempo entre empregos aborrecidos e uma banda chamada No Romance In China, especializada em covers do Cure.
Ainda sem um nome definido o trio foi visto por Daniel Müller fundador do selo independente Mute Records, abrindo um show da banda Fad Gadget em Dezembro de 1980, e convidou o grupo para participar de uma coletânea o LP tinha o nome de Some Bizarre Álbum que reuniam grupos novatos, entre eles B-Movies, Blancmange, The Fast Set, The The e Soft Cell. A faixa escolhida foi “Photographic”.
A primeira apresentação do grupo aconteceu na escola Saint Nicholas onde Martin Gore e Andrew Fletcher estudavam. Logo depois gravaram uma fita demo e enviaram para todos os clubes de Londres onde conseguiram uma vaga para tocar no Bridgehouse Club num evento batizado de "Noite Futurista".
Só faltava um vocalista e um nome. David Gahan um ex-punk e estudante de estilismo trouxe a voz e um nome retirado de uma revista de moda francesa algo como depressa moda ou moda passageira - Depeche Mode. E a maior duvida de seus integrantes era abraçar o pop deslavado ou a experimentação eletrônica. O grupo passou os anos 80 atormentados entre a descartabilidade e a eternidade.

O lançamento de Speak & Spell encontrava o Depeche Mode em condição de sucesso garantido, a decepção foi a saída de Vicent Clarke pouco antes da primeira turnê Britânica, Clarke abandonou o Depeche Mode, por motivos até hoje não muito claros, Clarke se revelaria um ótimo compositor e mais tarde com Andy Bell formaram o Erasure. Não deu outra em setembro de 1981 "Just Can't Get Enough" explode nas pistas de dança do mundo inteiro, uma das poucas letras assinadas por Clarke.
Com a saída que Clarke, o Depeche Mode abriu as portas para Alan Wilder que achou o Depeche Mode nas paginas de um classificado do seminário Melody Maker.

A primeira turnê americana logo depois do lançamento de A Broken Frame em 1982, explodiu em popularidade no EUA, aos poucos o som da banda começou a mudar, o tecnopop começou a receber influência do rock industrial no álbum Constrution Time Again é considerado um divisor de águas na história da banda, quando ela entra definitivamente no cenário musical, com composições mais obscuras, profundas e sonoramente mais industrial.
Nesse álbum em que o Depeche Mode começou a amadurecer vertiginosamente, caindo em uma depressão romântica e obscura que seria fundamental no próprio estilo da banda.

Some Great Reward de 1984, traz a tona faixas como People Are People é um dos principais singles da carreira da banda, sendo um mega-sucesso nos E.U.A. e Reino Unido, alcançando a posição 13 e 4, respectivamente. No entanto, não é uma das musicas favoritas da banda, por ser muito comercial, e também é a que o compositor Martin Gore menos gosta, por sua mensagem ser explícita demais.
Em contrapartida, Master And Servant é bem menos comercial, tratando de sado-masoquismo e abusos morais com um clima dançante e forte; foi censurada nos E.U.A., mas a pressão foi grande dos ouvintes em cima das rádios e acabou sendo liberada. Blasphemus Rumours outra faixa de sucesso, disco de platina nos Estados Unidos, foi uma reflexão a partir da religião até o suicídio de uma garota, a musica causou represaria por parte de organizações conservadoras, nesta ocasião Andrew declararia a imprensa:

" Nos não fazemos musicas somente para dançar. "

As turnês mundiais se estendiam e no Japão quase se tornaram uma religião e trouxeram na bagagem o disco Black Celebration, o primeiro lançado no Brasil na época. É um dos melhores da banda pelos críticos e fãs, devido a mudança definitiva da banda para uma natureza gótica, sombria e depressiva. Um disco pesado emocionalmente com musicas sombrias onde a sonoridade eletrônica tem identidade forte.

O álbum não trouxe nenhum grande sucesso, mais é cheio de singles que a grande maioria dos fãs consideram favoritos, como Stripped, A Question Of Lust, A Question Of Time e Black Celebration.
Em 1986 eles gravam Music for the Masses e explodem novamente nas pistas de dança com StrangeLove e Behind the Wheel.
Foi a primeira vez que o Depeche Mode usou uma guitarra. Esse álbum marca o que foi considerado pela crítica um verdadeiro "salto musical". Á partir deste, o Depeche Mode quebrou barreiras, se estabeleceu como um dos maiores representantes da música eletrônica e um dos mais influentes grupos alternativos da sua época.

O álbum fez um estrondoso sucesso nos Estados Unidos e espalhando a fama da banda pelo mundo definitivamente. Foi considerado um álbum bastante experimental e ainda um dos melhores dos anos 80, também devido à decisão do Depeche Mode de abandonar os samplers e partir para um som mais experimental, usando sintetizadores analógicos.
Esse álbum é constantemente citado como uma grande inspiração para a emergente música eletrônica do início dos anos 90 e até mesmo bandas de Rock Smashing Pumpkins e Deftones admitem terem sido fortemente inspirados pela banda e por esse álbum em especial.

Com 10 anos de carreira, Violator é o álbum do Depeche Mode, de 1990, disco é lembrado como a obra-prima da banda, um dos mais importantes da música eletrônica e um dos melhores da história, com uma variedade de músicas muito bem aproveitada, arranjos diferentes e inspirados com uma composição sólida de ambas as letras e harmonia.

O álbum foi a maior de todas as transformações sonoras da banda, abandonando definitivamente o Synth Pop e samplers dos anos 80 e se dedicando a sintetizadores analógicos em prol de uma espécie de "Rock eletrônico dançante", que posteriormente seria chamado de Synth Rock. É um dos mais influentes álbuns do Depeche Mode, inspirando bandas como o Pet Shop Boys.
Nunca um álbum de música eletrônica havia causado tanto frisson e alcançado tamanha popularidade assim desde Music For The Masses do mesmo Depeche Mode e Power, Corruption and Lies do New Order. Todos os seus singles fizeram um enorme sucesso e se tornaram clássicos instantâneos do grupo. É um álbum chave na história da música eletrônica, já que no mesmo ano a "Dance Music" explodiria no mundo todo, com Depeche Mode quase pastoreando o fenômeno.
A música Personal Jesus virou uma mania no mundo todo e é constantemente colocada entre as melhores de todos os tempos, como um importante single, best-seller e uma faixa de ótima qualidade. Tem uma batida country, energia contagiante e fortíssima composição.

O Mega-Hit do álbum, na verdade, é Enjoy The Silence, uma das mais populares músicas do Depeche Mode e colocada como uma das rainhas da Música Eletrônica, ao lado de Bizarre Love Triangle do New Order, Robots do Kraftwerk e West End Girls, dos Pet Shop Boys.

Agora pare respire fundo e esqueça tudo o que você já ouviu sobre os magos da sofisticação eletrônica, sim o Depeche Mode é rock, Songs of Faith and Devotion é a primeira vez que o Depeche Mode usou uma bateria acústica, sendo um álbum muito importante na história da banda por causa das várias influências de rock pesado, grunge e até gospel em suas letras e ritmos, contando com a presença de duas ótimas Backing Vocals.

É bastante inovador e fez um grande sucesso no mundo todo, tomando de assalto o primeiro lugar tanto nos Estados Unidos (na Billboard) quanto no Reino Unido, também disco de platina nos E.U.A. Um disco suave religioso e introspectivo. Desde seu nascimento em 1981 o Depeche Mode foi classificado e reconhecido pelo seu trabalho que aliou o romantismo e uma sonoridade eletro pop. O novo disco é bastante diferente, Martin Gore obcecado por letras que falam de sexo e religião, escreveu sobre o pecado, piedade, dor e absolvição. "Nunca fui cristão, mas sempre senti atração pela crença", conta Martin Gore. O vocalista David Gahan salientou que a intenção do álbum foi "levar as pessoas a encontrar o espiritualidade".
Lançou os sucessos I Feel You, Walking In My Shoes, Condemnation, Rush e In Your Room.

Foi apoiado pela Devotional Tour, a maior turnê do Depeche Mode até hoje. Nessa época, o sucesso da banda era gigantesco e os colocava no top das bandas alternativas. A turnê foi tão bem sucedida que teve que ser estendida e seu palco alterado, dando origem a Exotic Tour que contou com duas grandes apresentações no Brasil em 1994 e a Summer Tour, exclusiva dos norte-americanos, com shows tomando todo o verão. Foram 14 meses de turnê e aproximadamente 159 shows.

Para quem se chama moda passageira, os 17 anos são um desafio. Em 1997 o Depeche Mode chegou lá. Para que tentou se suicidar nós últimos 2 anos 2 vezes e depois das crises depressivas por causa da heroína, e sim chegou ser declarado clinicamente morto por 2 minutos sabe se la como voltou a vida depois de uma overdose de cocaína e heroína juntas, David Gahan está cantando como um Pavarroti da pop music. Depois de perder um dos seus principais integrantes Alan Wilder que deixou a banda devido o desgaste entre as relações, renascido das agulhas, David Gahan resolveu, então, seguir o exemplo de tantos outros roqueiros, juntou-se aos dois companheiros remanescentes, Martin e Andrew juntos desde formação da banda ajudaram a dar um toque de caráter e seriedade além de elegância ao contestado tecnopop dos anos 80. Uma década depois eles chamam o Bad Boy das pick ups Tim Simenon, o Bomb the Bass em carne e osso para produzir uma obra mais uma vez elegante e inspirada. A dance music do Depeche Mode não se restringe apenas as pistas de dança. Profunda as vezes até depressiva é uma ótima musica para o fim de noite. ULTRA.
O seu lançamento foi marcado com certa tristeza e ao mesmo tempo, desconfiança dos fãs em relação à qualidade do álbum. Mas na verdade, é mais outro excelente material da banda e um álbum marcante na história do Depeche Mode, sendo esse o mais sombrio e pesado álbum da carreira da banda. Disco de Ouro no Brasil, enfim o Depeche Mode renasce das cinzas e traz a musica eletrônica novamente a um patamar único de genialidade.

Precursores da cena eletrônica e tendo influenciado meio mundo, de góticos a nu-metal, os ingleses do Depeche Mode são uma das pouquíssimas bandas dos anos 80 que não caíram no ridículo. Continuam lançando discos que, mesmo não sendo mais tão inovadores quanto os anteriores, continuam excelentes. Exciter é uma surpresa bem-vinda, considerado pelos fãs o acústico do Depeche Mode e pela critica considerado o melhor disco da banda desde o indispensável Violator aprimorando mais o seu som eletrônico-soturno, a banda mantém-se atual sem cair em clichês, o vocalista Dave Gahan continua injetando dramaticidade na dose certa em todas as músicas, com sua voz magnífica os arranjos e letras de Martin Gore são de bom-gosto, um álbum elegante. Desde “Dream On”, a faixa de abertura, nada é gratuito em Exciter.
Um disco calmo equilibrado cheio de faixas calmas, mas de qualidade auditiva indiscutíveis, e que só lembra o velho Depeche Mode na faixa mais eletrônica e agitada, Free Loved.

Com 25 anos na estrada e mais de 90 milhões de álbuns vendidos, em 2005 o Depeche Mode declara-se "energizado e revigorado" Playing The Angel foi criado mais rápido que os dois últimos CDs da banda e, pela primeira vez, inclui três faixas escritas por Gahan. Outro fato inédito é que o produtor Ben Hiller co-produziu o disco com os integrantes do grupo.

Robert Smith do The Cure fez uma "brincadeira" com a banda da qual é fã declarado e declarou no site oficial do The Cure que iria processá-la devido ao suposto plágio da criatura da capa de Playing the Angel em relação ao seu álbum Boys Don't Cry, no dia seguinte se revelou só uma peça de primeiro de abril.
Suffer Well e Precious ficaram em primeiro lugar na parada "US Dance Hot Club" da Billboard, sendo que Suffer Well foi indicada ao Grammy por "Melhor Gravação Dance" em 2006.

Ainda em 2006 Depeche Mode levou o prêmio de melhor Banda no MTV Europe Music Awards Andrew Fletcher esteve lá para receber o prêmio que foi conquistado graças aos milhares de fãs que elegeram pela internet o Depeche Mode como a melhor banda de 2006.

A disputa não foi nada fácil, pois concorriam com as bandas The Black Eyed Peas, Red Hot Chili Peppers, The Pussycat Dolls e Keane.
"Sounds Of The Universe" lançado este ano, não traz maiores reminiscências do início da carreira do Depeche Mode. Dave Gahan, Martin Gore e Andrew Fletcher continuam sombrios, com letras depressivas e resvalando no rock industrial. Mas, peraí... Isso não é uma crítica. Em "Sounds Of The Universe", o Depeche Mode se mostra o verdadeiro... Depeche Mode.

O diferencial de um grande artista é saber se atualizar, fazendo trabalhos originais sem perder a sua essência. E o Depeche Mode, certamente, é a banda que melhor consegue fazer isso atualmente. "Sounds Of The Universe" é sombrio. Mas qualquer um vai notar que ele é o caminho natural que a banda está trilhando. A música continua para as massas. Mas agora as massas já estão acostumadas e sabem o que esperar .
Em "Sounds Of The Universe" é fácil observar porque o Depeche Mode, quase 30 anos após a sua fundação, permanece tão influente. Diferentemente de diversas bandas que surgiram nos anos 80 - algumas em atividade até hoje - Martin Gore e companhia sabem se atualizar sem perder a essência, ao invés de requentar estilos e sonoridades antigas para agradar aos saudosistas, o Depeche Mode se transforma e apresenta canções novas e originais, sem qualquer ranço de nostalgia.

A sonoridade e os timbres alcançados em "Sounds Of The Universe" beiram o fantástico em alguns momentos.
O primeiro single do álbum, "Wrong", por exemplo, mostra um Depeche Mode simples, mas, ao mesmo tempo, cheio de referências, ao misturar os sintetizadores típicos de seus trabalhos iniciais a algo mais pesado e sombrio que transita entre "Songs Of Faith And Devotion" (1993) e "Exciter (2001). "In Chains", com os seus barulhinhos, é outro grande destaque, que segue o mesmo nível de "Wrong".

Com quase 30 anos de carreira a moda passageira talvez seja uma das a bandas com um dos fãs mais fiéis da musica, se alto denominam devotos, por que Depeche Mode ultrapassa em muitos momentos a admiração e vira uma religião a Tour do álbuns Sounds of the Universe, denominada Tour the Universe, será o show que veremos em Buenos Aires com certeza será um espetáculo único e imperdível, espetacular, único.... O Depeche Mode prova que é como os bons vinhos.

ATÉ A VOLTA AMIGOS!