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Depeche Mode & Hublot for Teenage Cancer Trust - Dusseldorf 2010

Crédito: Enock - Comun. DM no Orkut

Nina Hagen mit “Personal Jesus” von Depeche Mode in den Startlöchern

Berlin. Nina Hagen, sagt die britische Musikzeitschrift Melody Maker, ist “Deutschlands bedeutendster Beitrag zur Popkultur seit Brecht“. Dem kann man hierzulande sicherlich nur zustimmen. Doch Nina Hagen gefällt sich nicht in Erfolgsgeschichten, ihr geht es um den roten Faden, die Wahrheit ihres Lebens, ihre innere,
spirituelle Suche. Auf dieser Reise fand sie schon zu DDR-Zeiten ihren Weg zu Gott und erlebte eine unerhörte Liebesgeschichte mit Jesus – eine Lovestory, die einen Anfang hat und kein Ende haben wird.

Nina Hagens Lebensgeschichte liest sich fast wie ein wildes Roadmovie, das in Ostberlin begann und an vielen Orten rund um den Globus spielte und noch immer spielt: Hamburg, wohin sie ihrem Ziehvater Wolf Biermann folgte, London, wo sie in die Punkszene eintauchte, Amsterdam, wo sie in einem besetzten Haus lebte und Indien, wo sie in einem Ashram dämonische Erfahrungen machte. Auf dieser Reise hat sie der Liebe, den Drogen und dem Tod ins Auge geschaut und sie fand schließlich zu ihren ureigensten Wurzeln zurück, sprich zur christlichen Religion.

Kein Wunder also, dass das neue Album ihrem Credo entsprechend „Personal Jesus“ heißt und sie sich in ihrer Musik zu Jesus und seinem Bild als Verkünder der Liebesbotschaft bekennt. Das tut sie mit der Auswahl und Interpretation von Rocksongs, Gospels und Traditionals. Natürlich klingt das alles nach Nina Hagen, also aufregend und rückhaltlos authentisch. „Personal Jesus“ zeugt von innerer Kraft und persönlichen Glaubensinhalten. Liebe und Frieden sind dabei die Grundkonstanten und Leitmotive, die hier zählen und die beim näheren Studium des Neuen Testaments seit je her die Wurzeln des christlichen Glaubens sind.

„Personal Jesus“ ist Musik „zur Ehre Gottes allein“. Es geht um die einzig wahre Magie der Worte und der Klänge, die nach altem Bachschem Prinzip für Gott allein gesungen werden. Darum ist es beim Gesang von Gospelmusik schon immer gegangen. Nina Hagen hat das verstanden. So singt sie unprätentiös und gradlinig. Sie singt frisch und frei wie beim fröhlichen von Cajunsounds infizierten „God’s Radar“ gut zu hören ist. Sie sucht bei bluesigen Traditionals wie „Nobodys Fault But Mine“ nach der go?ttlichen Essenz der Songs. Aber Nina Hagen ist bekanntlich eine der besten Rockro?hren Deutschlands und so ist es kein Wunder, dass gerade die blues-rockige Coverversion des Depeche Mode-Hits „Personal Jesus“ zur ersten Singleauskopplung auserkoren wurde.

NinaHagen-PersonalJesus-Cover

Nina Hagens rauchige Stimme verleiht dem Song die ganz spezielle Hagennote. Man spürt schon nach den ersten Takten, dass Nina Hagen diesen Song lebt und liebt. Ihre Interpretation von „Personal Jesus“ erweist dem Original in jeder Beziehung Ehre.

Ein weiterer musikalischer Höhepunkt ist die Hagensche Version des bekannten Gospels „Mean Old World“. Kratzende Gitarren und ein schleppendes Schlagzeug prägen den Sound der Nummer, zusammen mit der Stimme Nina Hagens wird die bekannte Gospelnummer zu neuen geerdeten musikalischen Ufern geführt. Dass Nina Hagen ehrlichen Blues liebt, beweist sie mit „Sometimes I Rung Up Heaven“. Mehr Seele kann ein Song wohl kaum haben. Und letztlich feuert sie mit dem politisch
motivierten Arlo Guthrie Klassiker „All You Fascists Bound To Loose“ ihre perso?nlichen U?berzeugungen gegen Faschisten jeder Prägung ab. Das alles wirkt in einer turbulenten Zeit mit vielen Veränderungen angenehm anachronistisch und macht das Album zeitlos.

„Personal Jesus“ ist ein in jeder Pore ehrliches Album ohne große Kosmetik. Es u?berzeugt mit inhaltlicher Tiefe und klanglichen Bravourstu?cken. Wobei an dieser Stelle auch der Produzent Paul Rössler und der Mischer Peter Schmidt (Ich & Ich, Rosenstolz u.a.) erwähnt werden sollten, die letztendlich für den durch Naturinstrumente geprägten, geradlinigen und runden Gesamtsound des Albums zusta?ndig waren.

Colaboração: Marcelo P@astel
Fonte: Klatsch-Tratsch.de

Entrevista a Fletcher en La Viola

Das Antigas

Colaboração: DJ Sil

Depeche Mode - 30 Anos (Video)

Fãs Europeus criaram um video para comemorar os 30 anos da banda, o video é composto por cenas de 39 clips da carreira da banda, muito criativo, parabéns a eles pela criação!

Emulator II - Alan Wilder Denostrando

Maiores Colecionadores de Sintetizadores do Mundo


Na era da portabilidade e facilidades que a tecnologia musical oferece, falar dos sintetizadores em formato de hardware fica cada vez mais para ocasiões especiais.

Bem, este é um desses momentos onde englobamos cinco dos maiores colecionadores de sintetizadores do mundo. O produtor e músico Daniel Miller, dono da gravadora Mute, é um deles com a bagatela de 74 sintetizadores entre eles raridades como os Korgs MS10 (foto) e MS20. Aliás, numa entrevista que foi ao ar recentemente na TV britânica, para o programa "Synth Britannia" da BBC 4, Miller comentou que recentemente havia comprado no e-Bay o vocoder que o Kraftwerk usou na gravação de "Autobahn". "O vocoder usado em "Autobahn" está para a música eletrônica assim como a Fender de Jimmy Hendrix,usada em "Purple Haze", está para o rock", concluiu o chefão da Mute Records.

Vince Clarke do Erasure e Yazoo - e por tabela uma espécie de "memorabillia" humana da Mute - detém mais de 110 sintetizadores. Entre eles estão vários Moogs, o ARP Odyssey, Roland SH7, e synths da Casio (post anterior sobre o assunto). Martin Gore do Depeche Mode é outro que não abre mãos dos synths vintage e acumula vários como o Emulator (um dos primeiros samplers usados na música eletrônica), Moogs e Korgs, que levou para Los Angeles e Nova Iorque em enormes "cases" durante as gravações do álbum "The Sounds Of The Universe".

Brian Eno, um dos pais da música ambient não fica atrás e possui em seu acervo o PPG Wave 2.2, Mellotron, Mutron Phaser, Promars e o Wasp, entre outras relíquias. O francês Jean Michel Jarre acumula mais de 98 sintetizadores como o raríssimo Fairlight (apenas cinco produzidos no mundo), ARP 2600 e muitos protótipos (que não foram produzidos em escala comercial) de marcas como Quasimidi (onde atua como consultor da marca na criação de timbres), Nordleads e Rolands.Os valores dessas belezinhas não param de subir e ainda são verdadeiros objetos de desejo de muitos músicos.

Fonte: Fiber On-Line

Venha Participar

III Encontro Depeche Mode Devotees - POA

Clique na imagem para ampliar!

Depeche Mode Cover

http://www.depechemodecover.com/


Strangemode


Colaboração: DJ Silmara

Dead Souls (Joy) + Strange Mode (Depeche) + DJ Sil - 15/05 na OUTS!

Yamaha DX7


Hoje falaremos um pouco sobre os aspectos históricos e técnicos desse que sem duvida foi um marco da década de 80, o primeiro grande sintetizador digital: Yamaha DX 7.
Lançado oficialmente em 1983, chegou com uma forte inovação no mercado: a sua poderosa síntese FM ( modulação de freqüência ), além de outros atrativos como a polifonia de 16 vozes numa época em que a maioria só possuía 8 vozes, o fato de ser um dos pioneiros no uso da comunicação MIDI e seu formato robusto ( praticamente um tanque de guerra, principalmente se for comparar com os modelos lançados hoje em dia ) o que suportava as mais diversas condições. O teclado sensitivo e o portamento totalmente programável faziam a expressividade superar qualquer outro contemporâneo, na sua parte física gostaria de ressaltar também o excelente jogo de teclas que a Yamaha colocou, são “macias” e resistentes, bem diferente de algumas coisinhas descartáveis que insistem em nos empurrar nos dias atuais, conheço inclusive vários estúdios que utilizam ele apenas como controlador MIDI devido a essa excelente característica.

Com todas essas novidades e com a potencia de seus timbres, em pouco tempo o DX 7 virou a menina dos olhos de todos os tecladistas, com uma média de 160.000 unidades vendidas.

Praticamente 8 em cada 10 bandas utilizaram esse sintetizador na década de 80, isso dentro dos mais variados estilos, dos clássicos do hard rock até o eletrônico, mas se é para citar alguns dos grande nomes que utilizavam o DX 7: Kraftwerk, Talking Heads, Depeche Mode, A-Ha, Enya, The Cure, Jean-Michel Jarre, Level 42, Jan Hammer , e mais uma lista imensa.

A Native Instruments lançou também uma versão virtual do DX 7 que é muito interessante, o FM 7, aos que trabalham com soft-synth fica ai a dica !


Crédito: Synthpop Brasil ( http://www.synthpopbrasil.com.br ) /
Marcelo Diniz ( www.marcelodiniz.net )

HOTU em Curitiba

Feliz Aniversário Dave Gahan


Muito popular pela sua voz poderosa, expressão, animação e interação com o público nos shows, em 2003 lançou seu primeiro disco solo, chamado Paper Monsters, onde demonstra sua criatividade e habilidade como compositor e músico. Até uma gaita e um piano de criança (da filha dele) são tocados no álbum.

Seu histórico problemático inclui roubo de carros, vandalismo, drogas e pichação na cidade de Basildon, Inglaterra. Antes de fazer 14 anos, já tinha ido para o juizado de menores três vezes, possivelmente pelos problemas familiares que sofria na época, como a descoberta do seu verdadeiro pai. Já foi preso também por porte de drogas (heroína).

David é casado com Jennifer de quem tem uma filha, Stella Rosa. Do seu primeiro casamento, com Joanne, tem um filho, Jack. Trabalhou como pedreiro, repositor de supermercado e vendedor de bebidas. Nascido em Epping em 09 de maio de 1962, David Gahan teve uma educação um tanto quanto religiosa. A família de sua mãe era ligada ao Exército da Salvação, mas Dave rejeitou essa influência desde o início. Gahan preferia passar sua infância andando de bicicleta com seus amigos. Dave tinha apenas 5 anos quando sua família se rompeu, seu pai saiu de casa e nunca mais deu notícias.

Em 1979, Dave começou a estudar design na Southend Art College, esperando seguir carreira na indústria da moda. Em 1981, Vince Clarke notou a habilidade musical de Dave numa jam session de bandas e o convidou para fazer parte da banda, que na época se chamava 'Composition of Sound'. Dave concordou. Nos 26 anos seguintes, Gahan tem curtido o sucesso mundial do Depeche Mode, mas teve maus momentos ao longo dos anos. Em 1991, Dave se divorciou de sua primeira esposa Joanne, deixando com ela seu único filho, Jack. Dave se mudou para Los Angeles e se casou com Theresa Conway em 1993. O momento mais crítico se deu em 28 de maio de 1996, quando Dave sofreu uma overdose de heroína num quarto de hotel em LA. Gahan foi ressuscitado pelos paramédicos e preso 2 dias depois, assim que teve alta no hospital. Dave cumpriu 9 meses de reabilitarão e tem se mantido careta e sóbrio desde então. Gahan completou a gravação de seus vocais no álbum Ultra, ainda em processo de recuperação. As queixas de porte de drogas contra Gahan foram retiradas em setembro de 1997, marcando o início de uma nova vida para Dave.

Álbuns

* Paper Monsters (2004)
* Soundtrack to Live Monsters (2004) (Álbum Ao Vivo)
* Hourglass (2007)
* Hourglass: Remixes (2008)
* Live from SoHo (2008) (Álbum Ao Vivo do iTunes)

Singles

* Dirty Sticky Floors
* I Need You
* Bottle Living/Hold On
* A Little Piece
* Kingdom
* Saw Something/Deeper and Deeper

Vídeos

* Live Monsters (2004)

Ping-Pong:

Data de nascimento: quarta-feira, 09 de Maio de 1962
Local de nascimento: Epping
Signo: Touro
Olhos: Castanhos esverdeados
Altura (m): 1,81
Detalhes da família: Esposa Jennifer, mãe Sylvia Ruth, irmã Susan Christine, irmãos Peter Eric e Philip Michael, filho Jack (pela primeira esposa Joanne), filha Stella Rosa (pela terceira esposa Jennifer)
Passatempos: Eu não tenho passatempos, normalmente, saio, vejo filmes, vou a clubes, janto com amigos
Cidade favorita visitada: Roma e Los Angeles (igualmente)
País favorito visitado: Itália e os EUA. Costa Ocidental
Comida favorita: Italiana
Bebida favorita: Vodka, vinho tinto ou branco francês
Esporte favorito: Hockey
Cores favoritas: Verde escuro, roxo, e azul piscina
Filme favorito: Pulp Fiction
Livro favorito: Não sendo um bom leitor, não posso dizer que eu tenho um
Programa de TV favorito: Eu gosto de filmes, Simpsons, etc
Estações de rádio favoritas: Estações clássicas de rock nos EUA
Canção favorita: 3 Days and Nothing Shocking de Jane Addiction. Eu tenho muitas favoritos
Canção própria favorita: I Feel You
Álbum favorito: Primeiro álbum do Zeppelin. Nothing Shocking de Jane Addiction
Álbum próprio favorito: Ultra
Vídeo próprio favorito: Walking In My Shoes
Banda favorita: Rolling Stones, Led Zeppelin

Hole to Feed - Beatport Awards




Tema escrito por Dave Gahan para Sounds Of The Universe está concorendo na categoria Best Techno Track 2010 no Beatport Awards deste ano. Trata-se do remix do francês Alexandre Paounov.


Fonte: DM Portugal

Internacional + Martin Gore


DM Baar






Site: www.depechemode.ee

Contribuição: DJ Aldebaran.

HOTU em Curitiba


Contribuição: Karina

Depeche Mode na Desciclopédia


Cabe salientar antes que algum fã mais bravo fique de cara, que estamos falando de um site que faz brincadeiras, como se fosse uma Wikipédia de besteirol, por isso realxe e se divirta!

"Your own personal Jesus."
Jesus Cristo sobre Personal Jesus

" Já tenho o meu."

Madonna sobre afirmação acima

"Eu que ensinei."
Ney Matogrosso sobre boiolices de Dave Gahan

"Isto é uma banda homossexual."

Capitão óbvio sobre Depeche Mode

Depeche Mode é uma banda inglesa de synthpop (sentepop) formada em 1980 em Essex, Inglaterra. (Onde 24horas por dia você escuta tocar uma musica deles por lá nas rádios, ipods, celulares...).

É a banda mais velha e que mais deu certo das que vieram daquela explosão de bandas eletrônicas gays (New Romantic e New Wave.) o Depeche Mode pode ser considerado um dos maiores e mais importantes representantes da música eletrônica, ao lado de Pet Shop Boys(Banda de um casal gay), Erasure(Uma passiva rasgada que queria dominar o mundo junto um boy surdo-mudo), New Order (gay alternativo teen).

Hoje é considerado uma enorme influência para diversas bandas atuais para o publico emo-nerds-roqueiros(Ex-Góticos) que usam preto para dar contraste ao arco-iris(mas que batem cabelo no escuro) como, Smashing Pumpkins, Linkin Park, Lacuna Coil e Deftones (Para os Bi). Possuindo também uma lista de fãs ilustres como o travecão que mais parou moto na BR116, Marilyn Manson, e os totalmente influenciados Trent Reznor, Scott Weiland, Robert Smith, Tori Amos, as garotinhas rebeldes da escola que sempre tiveram um amigo gay Amy Lee, Shakira(Chatita) e alguém importante para por mais moral na banda Johnny Cash.

Depeche Mode era inicialmente formado por David Gahan (vocalista, dançarino, garoto de programa e pornstar), Martin L. Gore (tecladista, transformista, guitarrista, vocalista para musicas dor de cotovelo e compositor a partir de 81), Andrew Fletcher (tecladista surdo-mudo) e Vince Clarke (tecladista, DJ de boates gay e compositor de 80 a 81). Vince Clarke deixou a banda encantado na ambição loira da transformista Andy Bell, que o seduziu na boate KOKO club em londres para lançar um Disco pois ela não sabia tocar nada, apenas cantar e na época teclado era um mini-studio ultra computador, lançando ERASURE(Apague-me) em 1981, Foi substituído por Alan Wilder, que era o revoltado ex-namorado de Andy Bell, membro de 82 a 95. Após Erasure cair, e Andy ficar pobre, Andy voltou para Wilder e o mesmo saiu da banda levando uma boa grana bem na época que o Depeche Mode também começou a não vender mais nada;

Em 2009, era estimado que a banda já havia distribuído mais de 100 milhões de cópias pelos compartilhadores de arquivos da internet e “qualquer-coisa-upload” (35 milhões de singles / 75 milhões de álbuns). A banda teve 44 canções nas paradas britânicas das rádios e já esteve mais vezes que qualquer outro artista entre os 40 mais ouvidos no Reino Unido a alcançar o primeiro lugar pois Príncipe Charles teria feito um programa com Dave alguma vez na vida. Esse “susexo” todo nunca se repetiu fora do Reino Unido.

Contribuição: Marcel - Comunidade DM no Orkut.

DJ Silmara + Spectro + Depeche Mode (Re-Post)