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Nova Tour?


Segundo informações extra oficiais em 2011 o Depeche Mode deve lançar uma coletânia de singles para comemorar os 30 anos da banda e que esta coletânia será acompanhada de uma Tour?

A declaração é do radialista Richard Blade, de Los Angeles amigo pessoal de David Gahan, esperamos para ver o que acontece..

Venha Participar

101 - 22 Anos


O Depeche Mode não para, 1988 lançam 101, uma das mais ambiciosas turnes pelos EUA, tocando em inúmeros estados para um publico recorde de mais de meio milhão de pessoas. Eles decidem portanto, registrar isso em forma de filme e contratam D. A. Pennebaker, responsável por filmar grandes nomes como Bob Dylan e o festival Monterey Pop, para a direção do longa metragem. O registro e do 101º show da banda, encerrando assim a mega-turne no dia 18 Junho de 1988. Paralelamente, mostra um grupo de jovens que atravessam o pais para ver a apresentação do grupo. 101 foi lançado no Festival Internacional de Berlim e obteve bastante sucesso, principalmente pelo lançamento do álbum duplo de mesmo nome. Apresentação realizada no Rose Bowl Stadium, em Los Angeles, para um publico de quase 70 mil pessoas. Nele estão registrados os maiores sucessos da banda ao vivo num só show memorável e inesquecível, com grandes momentos de emoção e uma atuação impecável da banda, o Depeche Mode em total acensão no mercado americano tem registrado um dos shows mais marcantes da história da musica. Um dos destaques é a banda de abertura da parte americana da tour, o Front 242, que junto com o Tragic Error são os maiores expoentes do na época novo estilo New Beat.

Abaixo a entrevista de Andrew Fletcher para a extinta Revista Bizz na época do lançamento do Álbum 101:

Por que um disco ao vivo? Seria algum tipo de retrospectiva? Nunca pensamos no disco como o final de uma fase, fizemos centenas de shows nos últimos 8 anos, só na Europa existem 35 discos piratas do DM, achamos que tinha chegado a hora de lançarmos o nosso, não é que queríamos acabar com a pirataria, mas também queríamos ganhar um pouco nessa.

Pode não ser retrospectiva mas nele se encontram muitos hits da banda? É verdade quando lançamos uma coletânia com nossos hits " The Singles 81-85 " ali sentimos o final de um ciclo, com o 101 não sentimos isso por que foi uma turnê de 8 meses e nos estamos nos concentrando em estúdio para o nosso próximo disco e não tivemos tempo para pensar nisso, na verdade estamos olhando para frente e não para trás.

Vamos olhar para trás um pouco o q mudou nós últimos 8 anos? Ficamos mais ricos ( risos...). É difícil dizer acho que como grupo nos apaixonamos mais, é quase uma família, não só nós 4 mas todas as pessoas que trabalham com nos durante muito tempo.

No mundo pop onde fica o Depeche Mode? Humm.... Junto com Kraftwerk, New Order, Talk Talk, Nitzer Ebb e Front 242.

Sem duvida o Depeche Mode foi o responsável pela ascensão dos belgas do Front 242, quando os convidou para abrir seus shows em 87, como o Depeche Mode vê o New Beat e todas as bandas belgas pós 242? É estranho o cenário belga, até uns 2 anos não tínhamos vendido nada por lá, e derepente fomos tocar lá e foi inacreditável. A imprensa de lá até nos criticava por tocar musica eletrônica, mas o que ouvi do New Beat não me soa tão familiar é perigosa essa rotulação, nós nos classificamos como uma banda pop, e tenho certeza que o Front 242 não quer ser conhecida como uma banda de New Beat.

E o Acid House? É ótima para nos por que a base é eletrônica, é ótima para dançar mas não tem melodias, não há canções, é bom para discotecas, mas é o tipo de musica que nunca será ouvido dentro de casa, o House é empolgante, pelo menos é uma nova direção.

Muitas pessoas vêem o Depeche Mode como uma banda de Dance Music, no bom ou mau sentido? Não gostamos desse rotulo, a maior parte do nosso material é dançavel, não fazemos aquilo que tradicionalmente é dance music, fazemos música para a sala e para o quarto, se são tocadas nas discotecas ótimo nunca entendemos isso. Não é nosso foco.

Mas a musica de vocês funciona bem em uma pista de dança? É verdade mas isso coloca uma certa pressão em cima de nós, por que nem tudo que compomos é dançavel, como Stripped, quando lançamos nos EUA não vendeu nada bem. Por que nossa popularidade lá é baseada nisso, e ai quando vamos lançar algum compacto a pressão é grande nesse sentido, nos obrigando a resistir a tentação.

Qual o interesse de vocês no World Music? Ouvimos muito por que sampleamos muita coisa étnica, como musica Indonésia, por exemplo. Chamamos o Alan, nosso homem-etnico, por que ele adora esse tipo de musica. Mas sempre resistimos entrar nesse campo por que somos uma banda européia branca. Seria desonesto tacar uma rumba, não temos essas raízes.

Como surgiu a idéia do filme? Há ultima vez q filmamos um filme foi em Berlin em 1984, os fãs ficaram perguntando se seria lançado em vídeo, ai decidimos fazer isso com o 101, nos EUA com uma perspectiva totalmente diferente. A banda começou em 1981, estávamos em 88 e queríamos mostrar a cultura jovem americana, os jovens que vão herdar os EUA nos próximos 20 anos. No filme ha um grupo de jovens que atravessa o pais até Pasadena, é importante ouvir o que eles tem a dizer, nunca tinham saído de New York antes; foi por causa dessa nova perspectiva que convidamos Pennebaker, sentimos que ele seria um diretor interessante, foi bom ele nunca ter ouvido falar na gente antes, assim não tinha uma idéia preconcebida, ele tem 60 anos, num corpo de 40 e uma mente de 10 ( risos...) acho que ele se divertiu.

Vc assistiu o filme Rattle and Hum do U2 ? Não.

O q vc achou? Rattle é um filme de show mostrando poucas cenas por trás dos palcos, nesse ponto muito diferente do que vi em 101, sem duvida as cenas de palco são apenas um terço do filme, nosso objetivo era mostrar um pouco mais de nossas personalidades, e as coisas cômicas que acontece fora do palco. E ficou muito bom, a diferença do nosso filme e o do U2 é que o deles foi feito pela Paramout com um orçamento de 6 milhões de libras e o nosso foi financiado pela gravadora e custou umas 400 mil libras, o que representou um risco financeiro grande para nós. O U2 filmou todos os shows de sua turnê, nós só poderíamos filmar um. E era o ultimo show a pressão era enorme em cima de nós.

Uma das melhores cenas do vídeo é aquela discussão nos bastidores entre os organizadores sobre o dinheiro do show? É uma cena cínica. A industria cinematográfica americana é baseada em só uma coisa: dinheiro. Queríamos mostrar as coisas como acontecem, de um lado você vê o show. De outro uma monte de contadores trancados em um trailer discutindo quanto ganharam com a venda de camisetas, tudo isso também se encaixa na letra de Everthing in Counts.

No press realse do 101 há referências insistentes á musica eletrônica usada a serviço do pop, o que vocês pensam quando trabalham uma musica que está veio sair em compacto, essa vai tocar bem no rádio? É uma
boa pergunta Martin já escreveu 8 musicas do próximo disco, eu estava ouvindo em casa e pensei, "gostaria que essa sai-se em compacto". Quando você procura um hit singles vai atrás de uma faixa que seja mais acessível que o resto, por que quer atingir mais gente. Qual o sentido de lançar um disco que será comprado por uma centena de pessoas, o Martin escreve pouca coisa comercial, no ultimo só Strangelove era comercial, e invés de ir atrás do que é comercial vamos atrás da melhor musica do disco.

O que faz uma musica ser comercial? Uma boa batida, uma boa melodia e uma letra acessível...

Deixando de lado o aspecto comercial vocês pensam em como o produto final vai ser usado? Pensamos mas estamos sempre errados. Por exemplo a musica que gravamos como dance music não faz sucesso algum nas discotecas ( risos...). E quando fizemos Strangelove achamos que funcionaria bem nas rádios, mas chegou ao topo nas dance charts. Agora nós concentramos em fazer o disco e depois vemos o que acontece.

Quem escreve boas canções pop hoje? ( longo silêncio ) Sempre há muito poucos compositores bons, Vince Clarke escreve ótimas canções pop, sempre escreveu, Robert Smith é um gênio, e Morrissey é claro, só consigo pensar neles três no momento.

Existe propriedade no pop. Vocês sampleiam musicas de outros? Temos nossas regras, nós sampleamos sons e nunca musicas, é o que chamamos de "sampling criativo", podemos samplear uma bateria ou um sax mas sempre usamos acoplado em outro para formar um terceiro. Nunca sampleamos um riff.... Mas se fizerem isso com a gente não ligaremos seria muito hipócrita da nossa parte.

A imprensa inglesa insistem em ver o Depeche Mode como 4 garotos bonitinhos fazendo musica para adolescentes? No ultimo disco recebemos criticas favoráveis, mas ums 2 meses depois lembro de um critico ter dito que aquele mês foi muito fraco por isso o Depeche Mode recebeu boas criticas (risos....). Mas as pessoas vivem mudando de opinião... Agora o quente é ouvir Soul Americano, musica negra, esses negros de House Music se dizem influenciados por nós e isso consequentemente influência as pessoas por aqui. Lembram de Acid House no verão, uns 2 meses depois as discotecas não queriam nem saber de Acid, e começaram a tocar Soul. É sempre assim...

Faixas do Album:

Disco 1

1. Pimpf
2. Behind the Wheel
3. Strangelove
4. Sacred
5. Something to Do
6. Blasphemous Rumours
7. Stripped
8. Somebody
9. Things You Said

Disco 2

1. Black Celebration
2. Shake the Disease
3. Nothing
4. Pleasure Little Treasure
5. People are People
6. A Question of Time
7. Never Let Me Down Again
8. A Question of Lust
9. Master and Servant
10. Just Can't Get Enough
11. Everything Counts

Colaboração: DJ Aldebaran

Blog Moda Sem Frescura

Aqui vai o teaser do próximo ensaio de moda do Blog Moda Sem Frescura, Into the Lights.

Fotografia: Roberto Seba
Styling: Biti Averbach
Beauty: Raul Mello
Modelo: Camila Trindade (Ford)
Assistente de produção: Juliana Tozzi
Agradecimentos: C&A, Walter Rodrigues, Rosa Chá, Walério Araújo.



Colaboração DJ Silmara.

Depeche Mode Musical


Jukebox musicais não são raras nos dias de hoje - Mamma Mia! É primavera e Will Rock You à mente - mas a música do Depeche Mode não foi utilizado neste gênero, no entanto, até agora.
Produtor de teatro e escritor Adrian Buckle, de Unifaun Theatre, adquiriu os direitos para utilizar as músicas do catálogo da banda de Essex para Playing the Angel, e que o senhor Buckle está chamando de "um novo tipo de "musical.

"A música do Depeche Mode sempre teve esse elemento teatral nela", disse Buckle.

"Eu comecei a escrever um script influenciado por sua música, mas chegou ao ponto em que percebi que era mais de plágio, então eu parei ", relata o escritor.

Ele então fez um esforço para encontrar uma maneira de adquirir os direitos para usar músicas dos Depeche Mode, indo para sua gravadora EMI, que em seguida dirigiu para o empresário da banda, JD Fenger, que gostou da idéia. Senhor Buckle poderia então retomar o trabalho no script.

"É uma história de dois meninos crescendo, amadurecendo e descobrindo o amor. Eles são abusados, usados, aproveitou de ... É triste o seu caminho de descobrir a vida", explicou o escritor.

O musical é nada perto de uma mulher de meia-idade que vivem em uma ilha grega feliz rememorando seu passado enquanto dança a música pop dos anos 1970. "Depeche Mode não são Abba ou Queen. A história não pode ser feliz", disse o escritor.

Fonte: Times of Malta

Ava Gore


A filha de Martin Gore, Ava Gore, começa a entrar no mundo da musica. A jovem participa do novo video do single Closer to the Edge da banda 30 Seconds to Mars aos 1:47 e aos 4:50min.

Além, disso ela também tem seu propio canal no Youtube:
http://www.youtube.com/allyouneedislove212


Fonte: DM Devotion

MOJO Homenageia Daniel Miller


Daniel Miller, o fundador e dono da Mute Records, gravadora do Depeche Mode, Erasure, Moby entre outras bandas das principais da musica eletrônica, foi condecorado com um premio da conceituada revista britânica de música MOJO em cerimónia que decorreu em Londres.
A medalha de mérito da MOJO é um reconhecimento do continuo e valioso contributo de Daniel Miller para a indústria da música, e nomeadamente pelo seu apoio na divulgação e promoção da música independente. O prémio foi entregue por dois dos seus maiores protegidos, Andy Fletcher e Andy Bell (dos Erasure), músicos de duas das bandas maiores que Daniel Miller ajudou a nascer.

Fonte: The Zombie Room

Começa a Copa do Mundo


Temos um torcedor ilustre!

De que Clube São os Musicos

Inglaterra país apaixonado por futebol, para divisão de afectos da comunidade musical. Em Londres, Roger Daltrey (dos Who), Johnny Rotten (vocalista dos Sex Pistols e dos PIL) e o romancista Nick Hornby (muito ligado à música por causa do romance Alta Fidelidade) sofrem mais com o Arsenal. O eterno rival Tottenham recolhe as simpatias de Mick Jagger (dos Rolling Stones), Sting, Phil Collins, Manic Street Preachers, Status Quo -­ e mesmo Bob Marley tinha uma pequena perdição pelos Spurs. O número de músicos que gosta do Chelsea é também numeroso: Damon Albarn (líder dos Blur e dos Gorillaz), Dave Gahan e Andy Fletcher dos Depeche Mode, Lloyd Cole, Billy Idol, Nik Kershaw, Gary Numan, Geri Halliwell e Suggs (vocalista dos Madness) tomam partido pelos Blues.

Em Manchester, alguns dos vocalistas mais conhecidos preferem o vermelho do United, entre eles Mick Hucknall (dos Simply Red), Ian Brown (ex-Stone Roses), Shaun Ryder (ex-Happy Mondays), Richard Ashcroft (ex-Verve) e Tim Burgess (ex-Charlatans). Do outro lado da barricada, muitos são os músicos que preferem o Manchester City, como os manos Gallagher (dos Oasis), Mark E Smith (dos Fall), Johnny Marr (ex-guitarrista dos Smiths), Badly Drawn Boy, Mark Burgess (líder dos Chameleons) e os Doves ­- tal como o malogrado Ian Curtis (dos Joy Division).

Chris de Burgh, Ian McCulloch (vocalista dos Echo & The Bunnymen) e Elvis Costello sabem cantar muito bem o hino You'll Never Walk Alone a favor do seu Liverpool ­- o falecido radalista John Peel também era outro adepto dos Reds. Já Ian Astbury (vocalista dos Cult) e Ian Bell (vocalista dos Gomez) são adeptos do vizinho Everton, o clube do coração de John Lennon (apesar do desinteresse dos Beatles pelo futebol).

Na rivalidade escocesa entre os Rangers e o Celtic, os Travis, os Wet Wet Wet e os AC/DC preferem os primeiros. Bono (dos U2), Jim Kerr (vocalista dos Simple Minds), Rod Stewart e a maioria dos membros dos Primal Scream e dos Belle and Sebastian gostam muito mais dos Católicos.

Em Itália, as figuras musicais mais conhecidas têm estado ligadas afectivamente à Juventus. Que o diga o fiel seguidor alvinegro Eros Ramazzotti. O tenor Luciano Pavarotti também o era.

Noutro país latino dado a estas coisas da bola, a Espanha, os dois grandes tenores espanhóis dividem-se clubisticamente pelos dois gigantes ibéricos: Placido Domingo sorri quando o Real Madrid ganha, José Carreras rejubila quando é a vez do Barcelona vencer.

Fonte: Cotonete

Insight


Insight é o nome do livro biografia de Martin Gore e do Depeche Mode.O livro ao que parece é de edição "from germany", mas pode receber um edição Inglesa.










Fonte: DM Devotion

HOTU - Website

Top Top MTV


A MTV Brasileira tem um programa chamado Top Top MTV, onde é listado os 10 mais de um determinado assunto, hoje rolou o programa com o tema os 10 mais "drogados" da história da música. Dave Gahan ganhou em primeiro lugar!

Esse foi o ranking:

10- Scott Weiland (Stone Temple Pilots)
09- Steven Tyler & Joe Perry (Aerosmith)
08- Shaun Ryder (Happy Mondays)
07- Dee Dee Ramone (Ramones)
06- Phil Lynott (Thin Lizzy)
05- Johnny Thunders (New York Dolls)
04- Layne Staley (Alice in Chains)
03- Whitney Houston
02- Rafael ( Polegar)
01- Dave Gahan (Depeche Mode)

Vale salientar q o programa traçou uma linha de quem foi ao fundo do poço e conseguiu sair.

Para ver este e outros programas na integra: Top Top MTV.

Créditos - Emerson

Mini-Devotee

Amigos e devotees, com muito orgulho apresento a minha linda Fernanda que nasceu 02/06/2010 as 22:05hr com 46cm e 2,605kg, a Fernanda estava com algumas semanas na barriga da mamãe no show do Depeche Mode em Buenos Aires em 17/10/2009.

Lady Gaga

Lady Gaga quer fazer um cover de People Are People, do Depeche Mode

Lady Gaga realmente não pode ser chamada de tímida. Durante uma entrevista para a estação de rádio norte-americana QMS Radio, ela afirmou que quer gravar um cover bem especial. Sabe qual? "Só" o clássico People Are People, do Depeche Mode.

"Eu creio que realmente conseguiria dar à canção a melodia que ela nunca teve", garantiu a nada modesta cantora, que entretanto não é uma fã de longa data do Depeche Mode. Ela nunca havia ouvido falar do grupo até que se deparou com um mashup no Youtube.

"Só me dei conta quando vi um maship de Just Can't Get Enough com Paparazzi. Depois disso eu falei para todo mundo ouvir Depeche Mode, eles são tão subestimados!", lamentou Lady Gaga.

Você acha que o hit do Depeche Mode ficaria bem na voz de Lady Gaga? Ouça abaixo a música e tire suas próprias conclusões:


Fonte: Virgula

Simpsons


Crédito: Marcelo - Google Grupos Depeche Mode Brasil

Dave Gahan de Bem com a Vida












Crédito: Márcio - Google Grupos Depeche Mode Brasil