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Depeche Mode em Santa Barbara - 30/3











Vocalista do DM Grava Parceria com The Soulsavers


VCMG - EP Aftermaths


Daniel Miller DJ Set Sonar

O maior festival de musica eletrônica confirmou o nome de Daniel Miller, o fundador do selo MUTE e grande colaborador do Depeche Mode, como atração do festival em sua edição de 2012 na Espanha.
Lendário produtor, padrinho do technopop, o cérebro de grupos como Os Normais e Adolescentes do SilícioThe Normal e Silicon Teens, fundador da Mute Records ... 

Informações: http://www.sonar.es

The Light The Dead See - Soulsavers and David Gahan

A capa do novo álbum "The Light The Dead See" do Soulsavers, com colaboração de David Gahan, o álbum será lançado em 21 maio, 2012.

Se quiser comprar, só clicar aqui!

Electropop Non Stop


Reportagem de 2009 na época que a Tour of the Universe passou por Buenos Aires, para ver em maior resolução só baixar aqui!

Colaboração: Engel Lilyth - @engel_mode 

Soulsavers - Longest Day - Completa

Songs of Faith and Devotion - 19 Anos



Depois de 3 anos afastados dos estúdios os ingleses: David Gahan, Martin Gore, Andrew Fletcher e Alan Wilder trazem devolta o Depeche Mode. A banda reaparece com “Songs of Faith and Devotion”, um disco suave religioso e introspectivo. Desde de seu nascimento em 1981 o Depeche Mode foi classificado e reconhecido pelo seu trabalho que aliou o romantismo e uma sonoridade eletro pop. O novo disco é bastante diferente, Martin Gore obcecado por letras que falam de sexo, escreveu sobre o pecado, piedade, dor e absolvição. "Nunca fui cristão, mas sempre senti atração pela crença", conta Martin Gore. O vocalista David Gahan salientou que a intenção do álbum foi "levar as pessoas a encontrar o espiritualidade". Após 3 anos de inatividade o Depeche Mode volta ao topo das paradas, o novo disco Songs of Faith and Devotion é o mais vendido na Europa e Estados Unidos, o tema das musicas é o mesmo que consagrou a bando com o disco “Violaitor” em 1990: amor, sexo e religião, este novo disco é imperdível e mostra uma face mais sensível da banda. Martin Gore, David Gahan, Alan Wilder e Andrew Fletcher compuseram um álbum mais leve desta vez. Menos barulho, mais harmonia e muita preocupação com as letras. São estas as razões das do Depeche Mode ser o mais vendido. Desde de Violaitor (90), foram três anos de silêncio. Fletcher reclama: “Um ano passamos em turnê, o outro descansando e o terceiro gravando o novo disco”.
Em termos pessoais o ano de descanso foi muito movimentado: Fletcher e Martin viram pais, Alan produziu o Nitzer Ebb e relançou o projeto solo Recoil.
Dave descansou e casou de novo se mudou para os EUA onde deixou os cabelos cresce e as tatuagens se multiplicarem. Grunge ?
“É o que eu tenho ouvido, essas coisas sempre afetam o jeito das pessoas se vestirem”. Mas o Songs of Faith and Deveotion, entrou direto nas paradas dos EUA, e é puro Depeche Mode. Com algumas diferenças este disco é mais emotivo, mais espiritual, como diz o titulo as músicas tem alguma coisa em comum.
Os temas prediletos de Martin: ”Acho que Martin escreve sobre coisas que todo mundo entende e já viveu”. Só que desta vez ele cortou os poréns e foi direto ao assunto: homem como pecador, e mulher/amor com religião/salvação.
“Bem Martin é heterossexual, mas não deixou que isto ficasse muito claro, mas o nascimento de sua filha o afetou bastante. Deu a ele algo em que acreditar.”
A musica eletrônica não é necessariamente fria mas temos a convicção de não usar um som duas vezes então não dava mais usamos coro e cordas e isso foi mais solto e divertido.”Desta vez vamos ao Brasil, mas quem quiser ouvir musicas velhas pode esquecer, ainda gosto de Just Can’t Enough, mas não a tocamos mais senão viraríamos banda de cabaré, sempre tocando musicas velhas”.




Depeche Mode Uma Nova Postura


A 800 metros de onde o Depeche Mode gravou o décimo LP ao sul de Londres, fica a árvore onde Marc Bolan, carismatico líder do T Rex, encontrou a morte, duas semanas antes do seu 30 aniversário. Só os anjos podem dizer como o duende o pop teria vivido a fama em seus trinta anos. Para os 4 carinhas do Depeche Mode a quarta década tem sido de reflexição, transição e depressão.

“Nos últimos anos passei de garoto para homem”, diz David Gahan. Ele explica que seu casamento acabou com mais dor de cabeça do que seria de esperar e que ele fez exatamente o que seu pai fez abandonou o filho aos cinco anos. No inicio de 1992 ele se casou de novo. ”Derepente pude respirar e tomar pé de tudo”, diz. ”Este processo tem sido longo e doloroso e ainda estou me recuperando. Mas tenho muito mais perspectiva sobre minha vida”.
Muitas dessas angustias foram processadas no LP Songs fo Faith and Devotion, pouca vezes ele cantou com tantas forças e convicções, especialmente a faixa de abertura Condemnation - e raramente as letras de Martin Gore estiveram tão entro do contexto. No geral o disco é positivo e animador. Martin pensativo, Alan pragmático, Andrew parecem ter suportado bem o 30 primeiros anos de ida e a ascensão gradual da banda ao showbizz, melhor do que o líder. Sua confiança esta confirmado com o uso de cantores convidados, cantores gospel e até de uma orquestra inteira. É Dave - de cavanhaque, cabelos compridos que expressa melhor a nova postura. ”Estamos tentando elevar as pessoas a um nível mais alto, levá-las um lugar onde podem encontrar algo espiritual”, explica.
A banda começou a trabalhar de novo em março de 1992 depois de 1 ano de férias, eles insistem em ser entrevistados separadamente então fica difícil ter uma opinião da banda sobre o seu próprio trabalho e maneira de pensar. Mas parece que o grupo levou muito para se entrosar depois das férias. ”Foi um momento difícil em certos momentos sem dúvida”, diz Wilder. ”O fato de termos nos separado e ter feito coisas diferentes, ter filhos, viajar nós deu uma perpesctiva diferente sobre o grupo é para todos nós. Na volta demoramos para nós acostumar. Acho que de agora uns 3 meses pra cá recuperamos a unidade”.


Morando na Mala


As diferenças são explicadas e não difíceis de imaginar, Gahan morava em uma mala entre Londress e Los Angels, Wilder tinha gravado um álbum solo com seu projeto Recoil. Ele quase não saiu do estúdio. Fletcher e Gore descobriram as maravilhas de ser pai. Fletcher ainda se tornou sócio de um restaurante em St.Jhon’s Wood, zona norte de Londres. ”Para fazer a verdade até pensei em fazer um novo disco solo”, diz Gore, ”Mas quando a minha filha nasceu aquilo parecia mais divertido que voltar ao estúdio. Preferi ter uma filha e me envolver com Sega, Mega Drive, Nitendo. Perdi meses com Sonic The Hedgehog!”. O dilema do Depeche Mode é o mesmo de qualquer banda do início dos anos 80 consolidar a carreira e a família. Para bandas como o Duran Duran a solução foi a separação, mas para o Depeche Mode mesmo sabendo que a vida de roqueiros destrói relações eles estão preparando um super turnê que levará 18 meses. ”Gostaria de ter uma vida fora do rock, mas estou enterrado até o pescoço nisso, minha mulher me apoiaria mesmo que tivéssemos que ficar muito tempo separados”, diz Gahan, ”O que temos é muito mais forte que isso”. Wilder pensa igual: ”Eu e minha mulher estamos juntos a tanto tempo que não parece estranho para ela quando eu vou embora”. A vontade de decolar nos anos 90 sem abalar a paz familiar não é arrogância eles acreditam que as famílias agüentam o pique - mas há algo de vingativo nisso. A Inglaterra não os tratou bem. Os críticos ainda riem das langeris e vestidos que Martin Gore vestia no inicio dos anos 80, sua musica era descartada por ser “Fria”. Fletcher lembra que apenas uma rádio toca suas musicas por que tinha que fazê-la. Eles são sucesso em qualquer pais do mundo mas continuam sendo ignorados em casa. A solução foi construir o sucesso na América onde a banda estourou em 1985 com “Peaple are Peaple”. Mas eles não pretender se vender para chegar ao topo. ”Nós não corremos a cegas”, diz Wilder. ”Talvez isso tenha sido nosso prejuízo, talvez devêssemos ter sido mais corajosos e teríamos conseguido alcançar esse momento antes, bem que preocupação é bom de vez em quando”.


Falta de Semancol


Se o DM tem tratado seu sucesso com cautela o mesmo não pode se falar de suas turnês e discos. Eles falam de um Deus misericordiosos (Blasphemous Rumours) - glorificam o sadomasoquismo (Master and Sevent) - exploram o amor obsessivo (Stripped e Personal Jesus) - musicas pensativas e ao mesmo tempo rápidas e alegres. Martin Gore é um mestre em mexer com emoções. ”Acho que sempre escrevi musicas belas”, diz ele, ”Mesmo quando estava deprimido escrevi musicas que mostram a luz no fim do túnel” . ”Master and Sevent parece uma musica sobre S&M mas não é”. O sadomasoquismo é uma pessoa sadomasoquista ou está só provocando: “Não sempre tentei escrever de um ponto de vista pessoal. Acho belas as coisas sobre as quais escrevo. Realmente gosto da imagem do S&M e clubes de coisas assim”.
Esse ultimo tema é raro no ultimo álbum: ”Acho que deve estar lá é só procurar”, diz Martin. Com um boné de esqui, ombros caídos e calça de couro, Martin é uma figura bem esquisita. Segura o cigarro entre o polegar e o indicador e traga com força, enquanto pensa como responder as perguntas. Alguma coisa entre os dentes e a língua faz com que o fim de algumas palavras não seja pronunciado e outras comecem com “th” e “sh” (esse problema de fala chama-se zetacismo).
É como um truque de ventrículo. Com tantas musicas legais Martin deveria ser incluído em uma lista do tipo os dez mais, ”Fomos convidados para ir ao Ivor Novello Awards,mas nunca fomos. Cerimônias premiações que quer ir ? É embaraçoso ter um disco de ouro na parede é como dizer: Veja como sou importante”, diz Gore. O que deixa o louro do DM frustrado é a critica britânica taxado sua musica de fria e lembrando suas quedas por roupas femininas. ”Foi uma fase tão curta e insignificante, reclama”. Você tem remorso ? “Bem talvez eu possa fazer novamente daqui uns 4 anos quando minhas filhas poderem ver fotos. Tente explicar isso!”.




Mais Perto do Céu


O novo álbum está cheio de referencias religiosas. Dave parece um pinguço ao anunciar: ”Amigos se vocês perderam seu caminho...” no meio de “Get right wth me”, ”eu tenho que acreditar que cantar pode me tornar um homem melhor”, em “One Crass”, ”Sempre fui fascinado por religiões, nunca fui cristão ou devoto de alguma religião, mas gosto da idéia da crença” diz Gore.

“Para o titulo do LP queiramos algo que tivesse haver com religião, mas também um pouco de ambigüidade. Song of Faith and Devotion soa muito devoto, mas ao mesmo tempo fé no que? Devoção a que? ”. No caso de Gore a resposta pode ser sexo nas duas perguntas. Com todo o seu tom de religião o álbum ainda está tingido de desejos sexuais, ”I your Room” deve ser a musica mais sensual que eles já gravaram. ”Cerca de 70% das nossas musicas falam de sexo, acho uma coisa importante e fico surpreso quando converso com as pessoas e elas consideram o sexo secundário”, diz Marty. O DM escreve e grava os seus discos sem sofrer pressão alguma, o chefe Daniel Muller dono do selo que esta com eles desde do inicio a MUTE RECORDS, não faz pressão. ”A ultima vez que isso aconteceu foi em 1986 quando nossa gravadora americana a SIRE fez trocarmos Striped que foi feita em uma semana por But Not The Night que foi feita em um dia, foi um fracasso, eles perderam nosso respeito foi o fim”. Naquele ano tudo ia bem para a banda nos EUA, a rádio KROQ de Los Angeles e outra de Nova Yorque tocavam tanto nossas musicas que os ingressos se esgotaram em poucas horas. Os shows foram bem planejados, bem organizados, bem iluminados com tons de vermelho e roxo. Dave diz que Bono Vox do U2 foi em uma apresentação do show Violaitor e “pegou muitas de nossas idéias”. O próprio Dave estava fazendo o estilo irônico no final de 1986. ”Você tem que tomar muito cuidado para não ultrapassar a fronteira do venham me ver sou Deus, e o venham me ver que eu vou fazer você ter vontade de ir pra casa e trepar com sua namorada. Me encaixo na segunda opção”, diz Dave.



Castelo de Cartas


No meio dos anos 80 a vida de Dave começa a desmoronar sentado em um estúdio nervoso ele parece pronto para expor seu problemas pessoais, alias os integrantes do Depeche Mode não discutem entre si seus problemas pessoais, mas parece que desta vez ele parece estar ciente que isto pode ajudá-lo. ”Nos tempos em que eu era um cara filha da puta que não gostava do que via ou do que criava, isso é muito pessoal mas relevante da maneira que eu queria me colocar nesta álbum”, diz Dave. ”Eu tinha vivido muito tempo com minha ex-esposa, Joanne, eramos amigos e isso se deteriorou. Mais por minha culpa, mas agora sei que tinha que acabar por mais doloroso que isso tenha causado para todos os envolvidos. Eu tinha que fazer novas perspectivas para poder me dedicar de corpo e alma para a minha musica. É fácil perder suas perspectivas em certos casos”, conclui. Muitas pessoas podem dizer que isso foi uma atitude egoísta escolher a carreira ao invés da família. ”É muito mais que uma simples escolha a uma pequena diferença do que você acredita ser amor e o que você realmente acha ser o amor”.
Dave se casou em 1992 pela segunda vez com uma americana, e mesmo dizendo estar mais feliz do que nunca esteve ele está atormentado por ter deixado a mulher e o filho de 5 anos.
“É muito difícil falar sobre isto ainda não superei o fato de ser pai por meio período. Por mais que eu ache ter influencia na vida do meu filho, não ha muito que eu posso fazer”


Songs of Faith and Devotion é o oitavo álbum da banda britânica, a primeira vez que o Depeche Mode usou uma bateria acústica, sendo um álbum muito importante na história da banda por causa das várias influências de rock pesado, grunge e até gospel em suas letras e ritmos, contando com a presença de duas ótimas Backing Vocals.

É bastante inovador e fez um grande sucesso no mundo todo, tomando de assalto o primeiro lugar tanto nos Estados Unidos (na Billboard) quanto no Reino Unido, também disco de platina nos E.U.A. Lançou os sucessos I Feel You, Walking In My Shoes, Condemnation e In Your Room. Destaques para Higher Love e Mercy in You.

Foi apoiado pela Devotional Tour, a maior turnê do Depeche Mode até hoje. Nessa época, o sucesso da banda era gigantesco. Eram a segunda maior banda alternativa do mundo (perdendo apenas para um grande R.E.M.). A turnê foi tão bem sucedida que teve que ser estendida e seu palco alterado, dando origem a Exotic Tour (Que contou com duas grandes apresentações no Brasil) e a Summer '94, exclusiva dos norte-americanos, com shows tomando todo o verão. Foram 14 meses de turnê e aproximadamente 159 shows.

Estimativas afirmam que foram vendidas mais de 5 000 000 de cópias, com 1 000 000 nos E.U.A.. Também dá um importante título à banda, a de ser a primeira banda alternativa britânica a ter um álbum em primeiro lugar na Billboard 200. A banda que chegou mais perto desse recorde foi o The Cure (que por acaso, são grandes amigos da banda) com o álbum Wish, em segundo lugar.

Faixas do Album:

1. I Feel You
2. Walking In My Shoes
3. Condemnation
4. Mercy In You
5. Judas
6. In Your Room
7. Get Right With Me
8. Rush
9. One Caress
10. Higher Love



Songs of Faith and Devotion Live é um álbum ao vivo do Depeche Mode realizado durante a Devotional Tour, e lançado em 1993. Contém apresentações em Copenhagen, Milão, Liévin e New Orleans, e consiste exatamente em versões ao vivo de faixa por faixa do álbum de estúdio Songs of Faith and Devotion. Mesmo a turnê sendo tão bem-sucedida, estranhamente o álbum são um dos menos vendidos da história da banda, tomado como um dos seus poucos erros comerciais.

Faixas do Album:

1. I Feel You
2. Walking in My Shoes
3. Condemnation
4. Mercy in You
5. Judas
6. In Your Room
7. Get Right with Me
8. Rush
9. One Caress
10. Higher Love


Edição Limitada Remasterizada SACD+DVD do álbum Songs Of Faith And Devotion.



Trailer Anton Corbijn Inside Out

Crédito: DMFanClubPT

22 Anos Violator - Vídeo

Crédito: The Zombie Room / @fabithejoker

22 Anos Violator

Violator é o sétimo álbum de estúdio do Depeche Mode, lançado em 19 de Março de 1990, produzido pela banda em parceria com Flood, que já produziu álbuns como o The Joshua Tree, do U2.

Esse disco é lembrado como a obra-prima da banda, um dos mais importantes da música eletrônica e um dos melhores da história, com uma variedade de músicas muito bem aproveitada, arranjos diferentes e inspirados com uma composição sólida de ambas letras e harmonia.

O álbum foi a maior de todas as transformações sonoras da banda, abandonando o Synth Pop e samplers dos anos 80 e se dedicando a sintetizadores analógicos em prol de uma espécie de "Rock eletrônico dançante", que posteriormente seria chamado de Synth Rock. Entrementes, é um dos mais influentes álbuns do Depeche Mode, inspirando bandas como Pet Shop Boys e Smashing Pumpkins.

Nunca um álbum de música eletrônica havia causado tanto frísson e alcançado tamanha popularidade assim desde Music for the Masses (também do DM) e Power, Corruption and Lies do New Order. Todos os seus singles fizeram um enorme sucesso e se tornaram clássicos instantâneos do grupo. É um álbum chave na história da música eletrônica, já que no mesmo ano a Dance Music explodiria no mundo todo, com Depeche Mode quase pastoreando o fenômeno.

A música "Personal Jesus" virou uma mania no mundo todo e é constantemente colocada entre as melhores de todos os tempos, como um importante single, best-seller e uma faixa de ótima qualidade. Tem uma batida country, energia contagiante e fortíssima composição.

O Mega-Hit do álbum, na verdade, é "Enjoy the Silence", uma das mais populares músicas (senão a mais popular) do Depeche Mode e colocada como uma das rainhas da Música Eletrônica, ao lado de Bizarre Love Triangle do New Order, Robots do Kraftwerk e West End Girls, dos Pet Shop Boys. Com sua bela melodia e emoção, entrou pro Top 10 na Billboard US Hot 100 e liderou rádios alternativas por três semanas consecutivas.

"Policy of Truth", uma das mais dançantes, elogiadas, preferidas da banda e bem vendidas do álbum também fez um sucesso enorme nas rádios alternativas e pistas de dança, quase liderando ambas simultâneamente. Entrou pro Top 20 na US Hot 100 e liderou rádios alternativas por uma semana.

"World In My Eyes" também é lembrada com carinho por fãs e integrantes, por causa da sua batida criativa e letra fácil de entender. É claramente uma faixa feita para dançar.

O álbum estreou em 7° lugar na Billboard 200, com uma noite de autógrafos marcada para o dia do lançamento em uma livraria em Nova York. Porém , mais de 17.000 fãs apareceram, 10 vezes mais que o esperado; logo o evento teve que ser cancelado.

Vendeu 14,5 milhões de cópias de acordo com cálculos atualizados feitos pela gravadora Mute Records (é triplo platina tanto nos E.U.A. quanto no Reino Unido) e recebeu uma versão remasterizada, incluindo DVD com clipes e documentário em 2006.

Faixas

Todas as faixas foram escritas por Martin Gore.

Lado A

1. "World in My Eyes"
2. "Sweetest Perfection"
3. "Personal Jesus"
4. "Halo"
5. "Waiting for the Night"

Lado B

1. "Enjoy the Silence"
2. "Policy of Truth"
3. "Blue Dress"
4. "Clean"

Soulsavers - Longest Day

Foi liberado cerca de 30 segundos de uma das faixas do Soulsavers com a participação de David Gahan:

O Maior Vocalista de Todos os Tempos

Em votação popular a rádio britânica Xfm elegeu sua lista com os melhores vocalistas de todos os tempos, David Gahan  ficou em terceiro lugar. A lista dos 20 melhores vocalistas votados pelos ouvintes Xfm é:

1. Liam Gallagher
2. Freddie Mercury
3. Dave Gahan
4. Dave Grohl
5. Matt Bellamy
6. Brandon Flowers
7. Morrissey
8. Jim Morrison
9. Kurt Cobain
10. Alex Turner
11. Paul Weller
12. Mick Jagger
13. Tom Meighan
14. Eddie Vedder
15. Joe Strummer
16. Ian Curtis
17. Caleb Followill
18. Ian Brown
19. Thom Yorke
20. Chris Martin

Nota pessoal: Que listinha bem estranha, Liam na frente do Freddie, Morrissey, Ian Curts, David Gahan, Mick Jagger é no minimo uma coisa inexplicável.

Fonte: www.electric-banana.co.uk

Synth Britannia Documentary - Legendado Português

Amigos Leitores,

A algum tempo atrás não exatamente quanto, acho que em 2009 talvez, vi este documentário no Youtube e fiz o download dele, e fiz um post aqui, mesmo não entendo direito o que era dito pois meu inglês é bem básico, mas achei ele espetacular pelo material contido nele, eu que desde de que me conheço como admirador de musica, sempre fui um fã da musica eletrônica, de um modo geral com paixão mais forte por alguns estilos que não vem ao caso, achei este material primoroso, um material que deveria ser visto por qualquer um que goste de musica ou que se interesse pela história da musica, pois se trata de uma aula sobre a história da musica em especial a Synth Pop ou Tecnopop como era chamada no começo dos 90's... Um material único.
Recentemente a Patricia Chiarel postou este documentário no seu Facebook, achado no Youtube, o que me fez traze-lo a tona aqui no blog, não sei se por isso ou por conhecidência, mas este assunto acabou virando assunto no Twitter entre o "grupo" de amigos sempre presentes no microblog, a amiga @anandastrange conseguiu o que pra mim foi o achado do ano a legenda deste documentário em português-br e tem meu agradecimento, de imediato inseri a legenda no vídeo e comecei o upload para por dividir com todos este material fabuloso, com as legendas pude desfrutar de todo o conteúdo único deste documentário, a BBC simplesmente se superou ao coletar esses depoimentos de todos os nomes que ajudaram a criar este estilo musical único, ícones que elevaram a musica eletrônica para as massas.
Recomendo com ENFASE que assistam este documentário abaixo trailler e o link para download em alta resolução, pois não achei nenhum servidor capaz de hospeda-lo para ver on-line, se souberem por favor deixe um cometário, mas vale muito a pena é o melhor documentário que já vi sobre Synth Pop:
Para download em alta resolução clique aqui!
Observação: Amigos o servidor só mostra on-line 46 minutos, para ver o documentário completo só fazendo o download.

Waiting for the Night (Depeche Mode Cover) - Rabbit in the Moon

VCMG - New Life

Vince Clarke and Martin Gore are two electronic music pioneers, legends whose reputation precedes them. Clarke, a founding member of Depeche Mode along with Gore, departed from the group in the early '80s and went on to form Yazoo and Erasure—two of the most popular synth pop bands of their time. Gore continued with Depeche Mode through the years and helped create some of the most beloved albums of the '80s (and beyond). 

The two haven't worked together in a professional capacity since those early Depeche Mode songs, but that changes with SSSS, an album for Mute due for release next week. Considering the duo's impact on electronic music, it's strange to be able to say that it's the first record that either has made that is firmly and strictly aimed at the dance floor. (Berlin's techno cognoscenti count Depeche Mode as a key formative influence, while Hercules & Love Affair's Andy Butler—among countless others—says Yazoo changed his life.) But as RA recently found out in two separate interviews, the duo are at a stage in their respective careers where the challenge of something new is exactly what they're looking for.

How surprised were you to get an email from Vince after all this time?

Martin Gore: Well, on a scale of one to ten, I'd say it definitely had to be up around a nine. Over the years we've bumped in to each other. During the '80s we were both living in London, so we used to occasionally just bump in to each other at parties cause we had mutual friends. I've been to see Erasure play a few times and I went to see Yazoo play when they re-formed as well. But we've not kept in touch very well apart from that over the years.

When he sent over some of the first sketches, what did you make of the music that he sent over?

Martin Gore: I thought it was very good, very dance-y. It had a real groove to it, and I thought it had really good potential.

What were the things you felt that you could bring to the project, that you could add to the stuff that he sent over?

Martin Gore: I don't know if I really looked at it in that way. I thought of it as collaborating, to try and make the most of the tracks. I don't know if there was anything extremely different that I was doing [in comparison] to Vince. 

I wanted to ask about the remixers that you picked out. I know at least in the past with the band that it's been you and the label working in concert with one another to pick. Was that the same situation in this case as well?

Martin Gore: Yes. We got a list together of probably like ten or twelve people and chose the first batch of remixers for the first single.

Who did you put on the list that ended up on the first single?

Martin Gore: What happened first was that Mute sent us a list of people that they liked. And then I added a few people to that list. And I think that the people that I added actually didn't go on the first batch. 

Were you familiar with the people that were on the first single at all?

Martin Gore: I didn't know them very well. I had to go and research Edit/Select and DVS1 and really listened through to their stuff, but I really liked what I heard.

Tell me a little bit about the album itself. I was interested in the first single: It said "album version," so this is very dance floor-orientated I assume.

Martin Gore: The whole album is, yeah. I think the slowest track is like 125 BPM, and it's up to about 128. But it's all dance. Which sounds odd for me saying that. Yeah, we made a dance album. [laughs]

Have you tried any of the tracks out on the dance floor?

Martin Gore: Yes, I DJ'd just before Christmas at a benefit in Santa Barbra for a local charity, and played a couple of tracks that seemed to go down very well. 

I read that you first met in person in May, quite a bit after you had started work on the album.

Martin Gore: Well, I think we had already finished by then! [laughs] I mean the only thing that hadn't been done at that stage was mixing. The whole album was complete. The first time that we actually had a conversation was during a conference call that was very near to the completion of the recording, and that was when we discussed things like what name we were going to go under, what the album was going to be called, if we had any ideas for artwork. The music was all done via email and file sharing.

Are both of you guys pretty expressive over email? I mean were you talking quite a bit or was it "here's the file, listen to it"? [laughs]

Martin Gore: No, no they were very, very brief emails with files attached. [laughs] I think we're both very cagey.

It must have been quite a different way of working for you.

Martin Gore: Yeah, I've never done this before and I think if I ever decide to do a project in the future with somebody that I'm not completely comfortable with, this is the perfect way to work! [laughs] No, if it's someone you don't know that well it's perfect because you don't have to have that uncomfortable feeling of sitting in a room together and sort of bashing ideas around. Literally, that conference call was the first time we had heard the other's voice. 

I guess it's not a traditional album for you, so you won't be touring it.

Martin Gore: Thank God. Thank God we don't have to tour it!

What would a tour look like of that stuff?

Martin Gore: I think it would be the most boring event you could possibly go to [laughs]. You can imagine the two of us on stage like barely moving, and we'd probably get someone to do some abstract visuals behind us.

Was there anything else that kind of was surprising to you about the process?

Martin Gore: I think it was just nice to do something that was completely off the wall and different to what I normally do. I really enjoyed the whole process, but it also made me appreciate going back to what I do normally as well, going back to actually writing songs with words. I have gone back to that with a new vigor.

Why was Martin the person you thought of when you decided to make a dance album?

Vince Clarke: Well, initially I was gonna do it myself, and I started three or four tracks. But I just thought it would be fun to have someone else to bounce ideas off. Knowing that Martin is as interested in the technology as I am, he seemed like the right person to ask. He also has the same kind of studio facility as I do, so it kind of made sense.

Tell me about the process of writing the album. He said you didn't meet up at all during that. Is that correct?

Vince Clarke: No, we didn't. The way we worked was either I or Martin would start doing the track, maybe lay down three or four elements without really having any idea of what direction the track should go or discussing it. Then I would just send him the files and he would add a little bit and then it would come back to me and I would add a little bit. There was no real kind of concept as to how the track would eventually sound. It was just a building block process.

Judging by the first single, it seems like it's definitely something that I haven't heard from you before. Was it tough to get it to a point where you felt like you were happy with it? Or did you not feel like you were in uncharted territory? Did you feel pretty comfortable with it?

Vince Clarke: I felt really comfortable. I've been listening to quite a bit of techno music prior to making this record. And minimal techno music. The thing I discovered—and the thing that attracted me to that type of music—was the idea that you can do anything you like. As long as you keep to a basic structure, there is no limit to the kinds of sounds you can use. For me, that made the whole process really exciting.

Looking back on previous interviews with you that's exactly the same sort of thing you said when you started out with Depeche Mode and Yazoo. I guess it must've been a similar feeling here.

Vince Clarke: Even more so this time because when I'm writing with Erasure or Allison or Depeche, there is a song structure. You have to think about verses and choruses and bridges and, obviously, lyrics. With this kind of dance music, those limitations aren't there. It's completely wide open, and that's what is so great about it.

He said you mentioned that you were listening to a lot of dance music around that time. Who were some of the artists that really struck your ear with what they were doing?

Vince Clarke: Well, actually it wasn't really any particular artist. Someone turned me on to the website called Beatport, and it specialized in this kind of music I suppose. And I was just completely won over by the kinds of sounds that people were using. I've never really taken an interest in techno music or minimal music, I've never really explored it. Through Beatport I started discovering all these different sounds that people were using and the way that people are really stretching electronic music.

With the remixers: Was that a list that you, Martin and the label drew up together? 

Vince Clarke: No. Well, initially the label put together a list of people that they thought might be good. And then really Martin was more involved in the decision-making then I was. He's much more informed than I am about particular names and particular remixers so I just got lazy and left it to him.

I remember reading once that you said you have done a couple of remixes, but you've never really gotten in to it before.

Vince Clarke: Yeah, definitely. When I first started making music with Erasure, I was not really interested in remixing or remixes. I was more interested in songwriting. Over the last few years I've gotten more into it. I don't know... I think with the technology that's available now there's so much more you can do with a remix. That makes it interesting too. 

Do you worry at all about how this album will be received by the dance music world? Obviously, you know, Erasure fans may not like it because it's not pop while dance music fans may come to it and say it's not dark and minimal enough. 

Vince Clarke: I don't worry about that, no. You know I can't really... It's nice when people come up to you and say nice things about your music, but to be honest the way that I work is to try and make the music that I think is the best I can possibly make. Then I hope somewhere along the line someone else like it too.

Do you plan to work with Martin more?

Vince Clarke: I'd like to. He is actually in the middle of writing the next Depeche Mode album I believe, so he won't be available for quite some time. But yeah, I think that the whole project went really well. I think we both enjoyed it, got a kick out of it and I would definitely be interested in doing something like this again.

Do you feel like you have more to say in this genre after this album?

Vince Clarke: I think that there is definitely more to learn. I probably got a bit lazy over the last few years. I kind of stick to the technology that I know. But for this project I really stretched myself. I sat down and learned new stuff and I think that would be true of any future project that I will be involved in.

What was one of the things that you learned in the course of this project that you can point to very easily?

Vince Clarke: Something I've observed in listening to music in this genre is that while there are no lyrics and no real, I don't know, chord changes, there is still a need for emotional lifts in the track. So rather than trying to do that with a lyric or a heart breaking sentence, you do it with sounds and you do it with impact. 

Was it hard to get a hang of that or did it come pretty naturally just through all of the accumulated experience you have?

Vince Clarke: I don't think you'd say naturally, I think you have to think about it. I mean you're listening to a track over and over again and if a track is six minutes long, then it's a case of working out "OK, I'm hearing these sounds for this amount of time and this is where I need that emotional lift." And then we would build up an emotional lift and then suddenly it would go down into nothing. I love that. It's like riding a roller coaster.

Colaboração: @fabithejoker
Crédito: Resident Advisor

As Devotees - Parabéns Pelo Seu Dia

Nosso abraço a todas as leitoras deste blog, Let me show you the world in my eyes...

Ouça Ssss On-Line

Shake the Disease - Hooverphonic (Cover)


Crédito: Depeche Mode Classics

Soulsavers e Dave Gahan


Soulsavers lança o seu novo álbum "The Dead See The Light" com a Cooperativa Music/V2 Records em 21 de maio próximo. Com Dave Gahan no vocal e composição, este álbum aparece depois de seu álbum "Broken" lançado em 2009 ser aclamado pela crítica. Foi gravado em várias partes e masterizado no Abbey Road, o novo álbum estará disponível em CD, LP e download digital.

 "Nós tínhamos um roteiro", diz Rich Machin sobre o álbum, "Ele só fluiu sem esforço". A sorte foi lançada a partir do momento que Dave Gahan entrou em cena para assumir os vocais. "Nós percebemos que viemos do mesmo lugar, em muitos aspectos", diz Machin. "Ele estava totalmente neste disco, suas performances são surpreendentes: ele realmente é um grande cantor." Gahan diz: "Tudo foi relativamente inesperado, surpreendente: Uma coisa mágica Nós éramos um par perfeito e eu estou muito, muito entusiasmados com este registro."
As letras e músicas feitas por Gahan veio a ele com espontaneidade e paixão. "Eu percebi que eu estava escrevendo cinco canções fora de mim eu tendia a ir para a minha própria pessoa, para ser honesto:.. Minhas perguntas sobre fé e Deus, ou a falta deles em algum momento. Às vezes eu estou cheio de fé, mas sempre tenho dúvidas. E eu luto para não perder o controle do que acontece ao meu redor. Este álbum tornou-se muito terapêutico. Sem restrições. Acho que estava doente e eu percebi que tinha que tirar isso de mim. Estas músicas foram perfeitas para jogar com as grandes questões que todos nós temos quando a vida torna-se menos do que podemos obter, assim, o que podemos fazer? Eu tenho muita sorte, sou privilegiado na minha vida, então eu quero fazer coisas que eu sinto estar realmente conectado, caso contrário não faz sentido. Isto tem a ver com isso. Foi uma experiência maravilhosa."


Estas são as canções que compõem "The Dead See The Light":
1. O Banco
2. In The Morning
3. Longest Day
4. Presença de Deus
5. Apenas Tente
6. Gone Too Far
7. South Point Pt.1
8. Take Me Back Home
9. Bitterman
10. Eu não posso ficar
11. Tomar
12. Hoje à noite


Fonte: Argentinamode

David Gahan Entrevistado pela Rolling Stone - Video


O vocalista do Depeche Mode diz que a banda está entrando em estúdio para gravar seu álbum de 13. 
Depeche Mode está quase pronto para gravar seu álbum de numero 13, diz o vocalista Dave Gahan. O álbum será produzido por Ben Hillier, mas Gahan afirma que Martin Gore trabalhará mais ativamente na produção do que nos álbuns anteriores.

"Temos cerca de 20 canções demo e vamos começar a gravar no final do próximo mês".
"É um processo muito diferente do que costumava ser. Você tem que colocar as pessoas interessantes em torno de você, você tem que trabalhar com pessoas que vão inspirá-lo a tomar as músicas que você escreveu em uma direção completamente diferente, porque não há nada mais chato do que ir para o estúdio previsível e saber o que vai acontecer. "

Neste vídeo os fãs mais atentos observaram que Dave esta com uma nova Tatuagem na parte inferior do pulso, não dá para observar do que se trata, mas parece ser nova.

Os 50 Refrões mais Explosivos

A revista on line NME elegeu os 5o refrões mais explosivos de todos os tempos na história da musica e Enjoy the Silence ficou em 19°. A matéria completa pode ser vista aqui!

Fonte: NME 
Colaboração: Maria