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Dave Gahan Live in Basel - 2003

Crédito: Maria

Revista Keyboard - Entrevista Completa

Em maio a Revista Keyboard traz a dupla VCMG em uma entrevista especial:


Para ver a entrevista completa, só fazer o donwload aqui!
Crédito: Maria

Studio Setup - As Primeiras Imagens

As primeiras imagens do Depeche Mode em estúdio é da montagem do estúdio de onde saira ainda este ano o novo álbum:

Crédito: Maria

Go Chelsea!

Hoje o Chelsea enfrentou o Barcelona e se classificou para a final da Champions League, como um bom torcedor Andy deve ter ficado vidrado na frente da TV. Então Andy grita ai: GO CHELSEA!

Primeira Sessão de Gravação Terminada

Segundo Peter Too webmaster da Mute, postou em seu twitter, que o Depeche Mode acabou de terminar a primeira sessão de gravações, agora eles dão uma parada e retornam para o estúdio em Junho. Também comentou que o produtor e engenheiro de som Ferg Peterkin esta envolvido com o projeto do novo álbum.

Fonte: Peter Too

VCMG - Revista Keyboard

Em maio a Revista Keyboard traz a dupla VCMG em uma entrevista especial:

Fonte: DM Fan Club Portugal

Live Rock in Ring 2006 - Full

Dizem que neste show o publico era de 200 mil pessoas...

Crédito: Luciano Cardoso

Sonds of the Universe - 3 Anos

Sounds of the Universe é o décimo segundo álbum de estúdio da banda inglesa Depeche Mode, lançado em 20 de abril de 2009, produzido por Ben Hillier, com participação especial do baterista Christian Eigner e mixagem de Tony Hoffer.
Contrariamente ao seu trabalho de quatro anos atrás Playing the Angel, considerado um álbum menos eletrônico do que os seus predecessores, este marca um retorno às raízes eletrônicas, sem deixar de lado uma de suas marcas mais presentes desde Songs of Faith and Devotion: a utilização de guitarras e a experimentação com outros ritmos, como o caso do country na música "Hole to Feed", (de autoria de Dave Gahan juntamente com "Come Back" e "Miles Away/The Truth Is"), o blues e até mesmo a bossa nova da balada "Jezebel". O próprio nome do álbum evoca essa pluralidade de ritmos e sons.
Uma das características marcantes dos álbuns do Depeche Mode é o estranhamento à primeira audição, fruto da densidade, complexidade das melodias e ambientações e do caráter único de suas canções. E este segue esta mesma linha, tornando-se mais interessante quanto mais é tocado e compreendido. Utilizando baterias eletrônicas e teclados analógicos vintage, este trabalho reflete um certo saudosismo do compositor Martin Gore pela sonoridade dos anos 80, mostrando que mesmo após 30 anos, o Depeche Mode continua se reinventando e se atualizando, mas sempre imprimindo um estilo constante e coeso.
Destaque para "Hole to Feed", "Peace", "Corrupt" que mantém a marca sombria da banda, "Fragile Tension", "Miles Away/The Truth Is" com a sua batida inspirada em blues e "Wrong", com o seu estilo inovador e soturno, cujo clipe causou furor ao mostrar o desespero de um homem amarrado e preso a um automóvel desgovernado. Destaque também para a consolidação do talento e inventividade de Dave Gahan como compositor, tal clipe foi reprimido em vários lugares.

Sounds of the Universe teve a mais bem sucedida recepção de um álbum da banda, desde Ultra, conseguindo ficar em 1º lugar em 21 países e permanecendo também no topo da parada européia superando Green Day e U2, além de ficar em 1º na parada eletrônica da Billboard (desbancando Lady GaGa) e conseguindo 3º posição no famoso Billboard Hot 100. Atualmente já vendeu aproximadamente 3 milhões de cópias.

Tour the Angel Live Milan - Full

Crédito: Ana Beatriz Soares

Andy e Fã

Enquanto o Depeche Mode está em estúdio trabalhando na gravação do novo álbum, eles fazem a alegria dos fãs em Santa Barbara, nas horas de intervalo, que batem varias fotos com os rapazes nas ruas. Fletcher e um fã em 13/04:

Foto: @robrohm

Comercial Powerade

Crédito: @joskamamode

Depeche Mode Live Amsterdam 26.09.1981

Crédito: Maria

Ultra - 15 Anos



Um saiu, um teve esgotamento nervoso, um chegou a estar morto por alguns minutos, um teve problemas com alcool, mas estão de volta com um som mais duro em um álbum pronto para as paradas, surpreendendo os que achavam que eles estavam no fim.

Com quase vinte anos de sucesso o Depeche Mode passou por vários desafios o que os tornaram Deuses do pop eletrônico, mesmo na época em que guitarras cruzavam os teclados, eles evoluíram com a musica mundial desde sintetizadores monofônicos, passando pelo samplig eles chegaram a um ponto onde estão intocáveis no cenário da musica mundial. E concederam entrevista: 
Foi difícil retornarem ao estúdio depois de tanto tempo ausentes?
Dave: Sim. Mas fizemos o melhor que podemos, fica cada vez mais difícil quando conhecemos alguém tão bem quanto nós nos conhecemos, as pequenas coisas se tornam realmente grandes, e todos nós temos família e interesses fora a banda, e por isso se passa menos tempo fazendo musica em conjunto. Os papéis estão muito bem definidos. O Martin escreve as musicas e eu as canto, neste disco temos Tim Simemon ( O Genio do Bomb the Bass, o homem em carne e osso ) a trabalhar com a gente, e muita gente tocando, programando e etc, não que o Tim esteja substituindo o Alan por que a coisa é muito mais grande isso, mas ele está ocupando o lugar muito bem. O Martin esta fazendo um esforço terrível para progredir tecnicamente, por que não há mais ninguém que o faça...
Martin: Foi muito fácil para nós fazer este álbum em comparação com o stress dos outros a equipe realmente é fantástica. Eu já conhecia o Tim, mas nunca tínhamos passado muito tempo juntos, ele é especial e sinto que encontrei minha alma gêmea, quando se tem que passar dias em um estúdio vão 4 ou 5 pessoas ajuda muito ter esse tipo de ligação.
Fletcher: O Martin esta escrevendo musicas muito boas, o que facilita um monte o trabalho, e a equipe é muito boa, o clima no estúdio é muito gostoso.
 
Qual foi a primeira reação que vocês tiveram ao ouvir a demo de Martin?
Dave:
Fiquei mesmo com vontade de gravar, senti tranqüilo seria bom e me ajudaria a lidar com problemas pessoais, as letras eram lindas e se encaixavam perfeitamente com as melodias. Em resumo; não estava preparado mas precisavam fazer aquilo naquele momento eu precisava consumir heroína ao invés de estar com a banda, mas com isso me concentrei e concentrei o maximo de minhas energias para terminar esse trabalho. E tenho certeza que foi um dos meus melhores trabalhos.
Fletcher: Existem várias demos, toda a hora o Martin está me mostrando musicas novas e isso é muito bom, e todas de muita qualidade. E por isso estamos muito felizes.
 
 Por que resolveram convidar Tim Simemon para trabalhar com vcs?
Martin:
Todos gostávamos muito do ultimo disco do Bomb the Bass e eu particularmente gostava muito do álbum dos Garvin Friday, que saiu pouco antes dele começar a trabalhar conosco. O Tim é uma enciclopédia musical, sabe muito de dançar e de musica, ele consegue fazer musica com 69 BPMs e isso é muito valiosa para nós já que estamos em um território musical lento. Nós passamos e fomos a 100 BPMs mas quando tento escrever algo além disso surge de forma ridícula e perde a atmosfera, para mim esse disco é todo feito de atmosfera.
Fletcher:
O nome do Tim já tinha vindo em nossas mentes antes pois ele fez remixes de musicas nossas os quais gostamos, e o que nos motivou a trabalhar com o Tim foi a equipe que o rodeia, são pessoas de ótima qualidade profissional, Dave Clayton é um ótimo musico e com a perda de Alan nós precisamos de um perito no assunto. Que é um ótimo engenheiro e muito calmo além de fazer uma dupla ótima com Kelly o nosso programador. Não encontramos o Tim e sim uma equipe inteira.
 
 Na sua opinião qual a grande diferença entre o Tim e o Flood em termos de método de trabalho?
Dave:
Tim tem uma pequena equipe e sempre um engenheiro, e nós o tecladista, Flood trabalha quase sempre sozinho, e de maneira muito diferente, eu acho que o Martin realmente gosta de trabalhar com o Tim por que eles tem o mesmo método e por isso se dão bem.
Martin: Há menos guitarras neste disco, com o Flood era sempre ele a debitar idéias, com o Tim é diferente podemos chegar no Dave Clayton e dizer, " hey acho que deveríamos experimentar isso". Tim tem um estúdio e uma equipe há disposição, posso ficar no estúdio por horas experimentando coisas novas, o q ue me permite voltar a escrever sem estar acompanhado.
Fletcher: Sinceramente não acho que há uma diferença tão grande em produzir, pois todos dão o seu melhor, Flood tem seu passado mais ligado a engenharia, enquanto o Tim evoluiu sendo membro de um grupo, mas basicamente as técnicas são as mesmas, como os sujeitos de uma banda tem personalidades diferentes, precisamos de alguém que saiba retirar o melhor de cada personalidade para uma trabalho melhor para a banda.
A saída de 
Alan afetou de alguma maneira o papel e as responsabilidades de cada um dentro da banda?
Martin:
O Alan gostava de meter as mãos em tudo e isso não me interessava particularmente. O Alan concentrava todas as suas energias a fazer, e quando eu gostava do que ele estava a fazer deixava-o ir em frente, e quando não gostava, não lhe dizia nada, não lhe dizia que talvez o que ele estava a fazer não daria em nada. Agora é diferente tenho que me envolver a fundo, as vezes é só eu o Tim e a equipe.
Fletcher: Acho que o Alan estava a tomar conta de tudo até o final do projeto, e como eu não estava muito bem ele conseguia fazê-lo. Ele estava apto a tomar o controle e acho que eu lido com as coisas de uma forma muito diferente, acho que os papeis tenham se alterado ao todo.... Só trocamos o Alan por um grupo de pessoas.
 
 Qual a diferença entre gravar um álbum em uma vivenda alugada em Madrid e em vários estúdios como esta acontecendo agora?
Dave:
Na teoria é realmente uma boa idéia, mas também descobrimos que nossas personalidades se chocam ao passarmos 24 horas do dia juntos 7 dias por semana, eu não me importava muito mas o Alan detestou e o Fletcher passou um mal bocado. Eu acho que ele não se adapta a outro lugar que ñ seja sua casa, seu ambiente caseiro, seu restaurante ( Gascoine, Londres), é ai que o Fletcher se sente confortável. Eu nunca parei em casa, por isso não senti muito prejudicado.
 
Vcs usaram algum instrumento novo ou alguma maneira nova de gravar?
Martin:
Nunca tínhamos um programador, apesar do Alan se envolver muito neste sentido eu também tinha que acabar me envolvendo, gosto da idéia de ter um programador, é mais fácil sentar e ouvir o que esta sendo feito. Dave de certa forma substituiu o Alan e com ele é mais fácil, se Alan não gosta-se de algo ele não ira a frente, mas Dasve se dizermos que tem q experimentar algo ele dá o Maximo para que isso seja feito com perfeição, e ele é todo novidade ele tem idéias ótimas o que facilita muito, gosto deste sistema.

Pensaram em voltar a recorrer a Brian Eno, Willian Orbit, Jonny Dollar, ou Steve Lyon para remixar suas musicas?
Martin:
Gostamos de ter remixes mas não necessariamente precisam ser feitos pelas mesmas pessoas, até agora escolhemos uma que foi feita pelo DJ Shadow, ele esta a remixar o lado B do nosso álbum.
Alguma vez pensaram em editar um CD Rom?
Dave:
Sim mas isso ocuparia muito tempo e só fazemos coisas, nas quais possamos nos dedicar 100%, e um CD Rom ocuparia mais tempo do que temos.
 
Acham o uso da internet importe para a atividade de vcs?
Dave:
Sim acho fabuloso como as pessoas podem se comunicar, é como enviar uma carta e receber a resposta imediatamente.
Fletcher: Acho q estão dando importância exagerada a Internet, ela não tem um controle rigoroso da sua informação por exemplo, de muito material disponível sobre Depeche Mode, ha muita coisa errada, e não há um controle sobre isso, mas acho que no futuro quando houver maior controle será algo muito interessante e útil.
 
Que tipo de futura vocês vem para o Depeche Mode?
Dave:
Nunca planejamos o futuro e sempre nós dedicamos no momento, sendo assim, não planejamos nada o futuro não esta em nossas mãos, graças a Deus ( risos....).
Fletcher: Eu me sinto muito otimista o álbum esta ótimo e estamos nos dando muito bem, e isso tudo facilita muito.




Depeche Mode Em Alta Rotação

Para quem se chama moda passageira ou descartável, os 17 anos e 12 álbuns são um desafio. O Depeche Mode chegou lá. Para que tentou se suicidar nós últimos 2 anos 2 vezes e depois das crises depressivas por causa da heroína, David Gahan está cantando como um Pavarroti da pop music. Depois de 4 anos anos sem gravar o agora trio inglês, volta por cima com o lançamento de ULTRA. David, Martin e Andrew juntos desde formação da banda ajudaram a dar um toque de caráter e seriedade alem de elegância ao contestado tecnopop dos anos 80. Uma década depois eles chamam o Bad Boy das pick ups Tim Simenon (o Bomb the Mass de carne e osso) para produzir uma obra mais uma vez elegante e inspirada. A dance music do Depeche Mode não se restringe apenas as pistas de dança. Profunda as vezes até depressiva é uma ótima musica para o fim de noite. ULTRA COOL.


Pop do Depeche Mode Ultra

Logo depois da extensa turnê de 156 shows de lançamento do álbum Songs of Faith and Devotion, com duração de 14 meses entre 1993 e 1994, a banda inglesa Depeche Mode sofreu vários baques que indicavam seu fim. Primeiro, veio à tona o desgaste emocional entre seus quatro integrantes, que provocou a saída do tecladista e baterista Alan Wilder. Em seguida, o guitarrista, vocalista e tecladista Martin Gore e o tecladista Andrew Fletcher estiveram à beira de um ataque de nervos não só por causa do rebuliço interno do grupo como pelo comportamento de David Gahan, a voz do Depeche Mode. Num completo declínio na vida pessoal, em maio do ano passado Gahan quase morre devido a uma superdose de cocaína com heroína injetada na veia. O descaso o deixou sem sinais de vida por dois minutos. Renascido das agulhas, David Gahan resolveu, então, seguir o exemplo de tantos outros roqueiros voltando à ativa. Juntou-se aos dois companheiros remanescentes, que também repensaram o grupo, e decidiu continuar no mesmo caminho, já que pelo menos um deles, Martin Gore, tentou uma paralela carreira solo em 1989 e não deu certo. Depeche Mode, agora como um trio, acaba de Ultra.
Para quem acompanhou a evolução do conjunto, desde seu surgimento na cidade britânica de Basildon, em 1980, vai encontrar a mesma sonoridade que o consagrou. A diferença está na ausência das movimentadas canções pop. Nada ou quase nada é dançante no disco. Mesmo porque o Depeche convidou para produzir e mixar o disco o inovador da dance music, Tim Simenon, criador do Bomb The Bass, um grupo fantasia cujos integrantes são máquinas programadas para reproduzir sons diversos. Martin Gore, o autor de todas as canções de Ultra, conta que muitas delas falam do tema destino. Talvez o dele, como descreve a letra de Sister of night - "seu corpo é um fogo/um inferno que nunca termina" -, música de ritmo sombrio. Para quem assistiu às apresentações brasileiras do Depeche Mode, em 1994, o clima soturno dos shows permanece.


Uma das obras-primas da carreira do Depeche Mode

A banda é o Depeche Mode. Já com 20 anos de carreira, este grupo inglês esteve fadado ao fim de carreira logo em seu terceiro ano de vida, já que o tecladista e mentor Vince Clarke resolveu abandonar o barco após o lançamento do primeiro disco, "Speak and Spell", que continha o single eterno "I Just Can´t Get Enough". Coube então a Martin Gore segurar a barra no disco seguinte "A Broken Frame", quando a banda, antes quarteto, seguiu como um trio que tinha além de Gore, Andrew Fletcher nos teclados e David Gahan nos vocais.
No terceiro disco, "Construction Time Again", a banda ganhou mais um membro, Alan Wilder, que permaneceu no Depeche Mode até "Songs of Faith and Devotion", o sétimo álbum.
Entre uma carreira brilhante, ostentando álbuns sombrios como "Black Celebration" e de veia pop como "Music for the Masses", o Depeche Mode parecia entregue, novamente, à dissolução.

Mas não foi o caso. CD "Ultra" é clássico. Por vários motivos. Primeiro, foi a afirmação, novamente, da banda como um trio. Segundo, apesar de ter bem menos hits que os anteriores, todas as composições são sólidas, marcando o estilo do Depeche Mode como um dos mais criativos e interessantes na música com teor eletrônico. E transcende a questão dos fãs. "Ultra" é mais do que um disco feito para quem já gostava da banda, na verdade, é um disco maduro que pode atingir qualquer um.A música de abertura, "Barrel of a Gun" mostra, de cara, as novas idéias do Depeche Mode, que substitui o excesso de timbres de teclados por sons acústicos de guitarras, ganhando em peso e ritmo, fugindo do antigo rótulo de tecnopop ou new romantic. "The Love Thieves" é uma baladona de qualidade, com uma letra inspiradora. Em "Home", Martin Gore dá vazão às suas frustrações, em uma canção desoladora de triste. "It´s no Good" é a mais Depeche Mode das antigas do álbum, com levada pop e também a mais indicada para as pistas de dança. "Uselink", instrumental, atmosférica."Useless", com seus riffs de guitarras pegajosos e cadenciada é um dos pontos altos do disco. "Sister of Night" permite que a eloqüência poética de Martin Gore, o compositor, mais uma vez aflore. "Jazz Thieves", outra instrumental, serve como interlúdio da obra. Já "Freestate" é outra balada com toques de folk inspirador. "The Bottom Line" se aproxima mais dos trabalhos solos de Martin Gore, onde o eletrônico tem mais força. Por fim, "Insight" remete ao álbum anterior "SOFAD".Assim é "Ultra", um álbum clássico - não necessariamente o melhor da banda - mas mesmo assim uma obra completa, coerente do começo ao seu final. É como se a banda houvesse deixado de vez a adolescência musical e entrado em territórios mais complicados, mais ermos e áridos em busca de um público que antes o rejeitava. Um disco quase "ambient", se é que essa palavra pode ser usada para um disco do Depeche Mode. Enfim, um disco de uma banda que se descobriu, finalmente, adulta. Essencial em qualquer prateleira de discos clássicos.

Ultra é o 9º álbum dos Depeche Mode lançado a 14 de Abril de 1997. É o primeiro álbum do grupo após a saída de um dos seus membros, Alan Wilder; e após os terríveis problemas que a banda tinha enfrentado, como a tentativa de suicídio do vocalista da banda, David Gahan, as convulsões constantes do guitarrista e principal compositor Matin Gore e as crises nervosas do tecladista Andrew Fletcher. O seu lançamento foi marcado com uma certa tristeza e ao mesmo tempo, desconfiança dos fãs em realação à qualidade do álbum. Mas na verdade, é mais outro excelente material da banda e um álbum marcante na história do Depeche Mode, sendo esse o mais sombrio e pesado álbum da carreira da banda.

Estreou em primeiro lugar no Reino Unido e lançou os sucessos Barrel Of A Gun, Home, Useless e It's No Good ( Com essa última sendo o maior sucesso desse álbum no mundo e Barrel Of A Gun o maior na Inglaterra ).

Logo após o seu lançamento, o álbum foi classificado como "um tanto mal produzido" e "apático" pela maioria dos fãs e da mídia especializada, causando uma recepção fria de um bom álbum. Mas apensar disso ele foi disco de ouro aqui no Brasil.

A curiosidade sobre este álbum é a capa do single Home o desenho lindo e sensível foi criado por ninguém menos que filha de Anton Corbijn. Ela tinha apenas 8 anos naquela época... Pelo jeito genialidade vem de berço.

StrangeLove - 25 Anos

Hoje dia 13 de Abril fazem 25 anos que um dos maiores sucessos do Depeche Mode, que se transformou em hit instantâneo nas pistas do mundo todo foi lançado, o single da faixa do álbum Music for the Masses, aqui no Brasil entrou como trilha sonora da novela Bebê a Bordo, e não demorou para virar hit obrigatório na programação de todas as rádios FM do país.

Dave Gahan em Santa Barbara

Dave bateu esta foto com uma fã em Santa Barbara em 4/4/12, onde o Depeche Mode está reunido trabalhando no novo álbum:

Crédito: Kirsten Prinz

World In My Eyes (Daniel Miller Remix)

Crédito: @Uselink97

Dinho Ouro Preto + Depeche Mode


Em uma entrevista para o site A Crítica, o vocalista do Capital Inicial que acabou de lançar um disco solo só com covers declarou:

"Gravei tudo no estúdio caseiro, dentro da minha casa. Já tinha quase todas as canções na minha cabeça, ficou de fora só Tom Waits e Depeche Mode".

Family Guy + Depeche Mode

Amigos o Depeche Mode foi citado no quarto episódio da décima temporada do desenho Family Guy:


Fonte: @personaljesuitas / DM Fan Club Recife
Episódio: Family Guy Brasil

18 Anos do Depeche Mode no Brasil

Hoje 5 de outubro fazem 18 anos que o Depeche Mode esteve em solo Brasileiro:


Esperamos que Andy cumpra a promessa de traze-los ao Brasil na próxima tour:


Esperamos ansiosamente para vermos novamente o Depeche Mode por aqui, prazer que não tive pois em 94 eu ainda não tinha independencia financeira para sair do RS e ir SP... 
Vi eles em 2009 em Buenos Aires, mas ainda sonho em ve-los aqui no Brasil.

Ingresso: Jean Bong
Video: Luiz Alcaraz

Fletcher's Family

Fonte: @depechemode_sk