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25 Anos de Musica para as Massas

Hoje fazem 25 anos do lançamento do primeiro álbum que ouvi do Depeche Mode, e talvez um dos mais marcantes da banda o primeiro onde a banda usou guitarra, e um dos mais aclamados pela critica e publico, sempre citado entre as lista de melhores discos da história da musica e com sua tour registrada no emblemático 101. A primeira musica que ouvi do Depeche Mode foi Never Let me Down Again....


Music for the Masses é o 6º álbum dos Depeche Mode, lançado em 28 de Setembro de 1987. Foi a primeira vez que o Depeche Mode usou uma guitarra, e depois nunca mais a deixou de usar em suas canções e álbuns posteriores. É considerada a terceira obra-prima da banda cronologicamente e a segunda em importância.

Esse álbum marca o que foi considerado pela crítica um verdadeiro "salto musical". Á partir deste, o Depeche Mode quebrou barreiras, se estabeleceu como um dos maiores representantes da música eletrônica e um dos mais influentes grupos alternativos da sua época.

O álbum foi confeccionado quando a banda estava em um dos seus auges de inspiração musical, fazendo um estrondoso sucesso nos Estados Unidos e espalhando a fama da banda pelo mundo definitivamente. Foi considerado um álbum bastante experimental e ainda um dos melhores dos anos 80, também devido à decisão do Depeche Mode de abandonar os samplers e partir para um som mais experimental, usando sintetizadores analógicos.

Esse álbum é constantemente citado como uma grande inspiração para a emergente música eletrõnica do início dos anos 90 (especialmente a dance), mesmo com a não tão boa recepção das mudanças no Reino Unido. Até mesmo bandas de Rock e New Metal como Smashing Pumpkins e Deftones admitem terem sido fortemente inspirados pela banda e por esse álbum em especial.

É disco de platina nos E.U.A., chegou a 35° lugar e 10° no Reino Unido e lançou o grande sucesso Strangelove, tomada como uma obra de arte das pistas de dança. Bem como a fortíssimas Never Let Me Down Again e Behind The Wheel. Destaques para To Have And To Hold, I Want You Now e a assustadora Agent Orange, uma música instrumental que retrata a guerra. Outra escolha considerada injusta pelos fãs foi ter feito de Little 15 um single.

Estimativas apontam que até o final de 2007, o álbum vendeu 4.500.000 de cópias, com 1.250.000 nos Estados Unidos.

Faixas do álbum:

1. Never Let Me Down Again
2. The Things You Said
3. Strangelove
4. Sacred
5. Little 15
6. Behind the Wheel
7. I Want You Now
8. To Have And To Hold
9. Nothing
10. PIMPF
11. Agent Orange
12. Never Let Me Donw Again (Agrro Mix)
13. To Have And To Hold (Spanish Taster)
14. Pleasure, Little Treasure


1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer

Selo: Mute
Produção: David Bascombe
Projeto Gráfico: Town and Country Planning
Duração: 44:32 min

Os criadores do synth-pop para tolos tornaram-se capazes de sacudir o concreto dos estádios! Muros caem e Marilyn Manson nasce! E não deixemos de mencionar que eles inventaram a House Music.
Tudo bem... isso não é totalmente verdadeiro, mas foi com este álbum que o Depeche Mode se despediu de um eletropop  embrionário e abraçou o som que viria a inspirar tantos góticos quanto os pioneiros da musica Dance. O álbum anterior Black Celebration, chegou bem perto, mas a produção hesitante fez com que os momentos dramáticos soassem um pouco  ridículos. Por outro lado Music for the Masses cola você contra a parede assim que Never Let Me Down Again é projetada nos alto falantes.
A fúria do álbum nunca perde a intensiadade, mas o ritmo varia um pouco, da alegre e ritmada The Things You Said para a introspectiva Little 15 e também, já evidenciando as seqüencias incessantes que iriam alimentar o House Music, a lasciva Behind the Wheel. A musica extra que seria inserida no CD, Pleasure Little Treasure, vai  mais além, partindo de um estilo dance para uma antevisão do que se tornaria mais tarde o glam rock Personal Jesus, cooptado por Marilyn Manson. Completando essa sucessão de contrastes temos a vigorosa e irriquieta Nothing e Pimpf, que termina com Mission Impossible não listada nos créditos.
Na Inglaterra a banda continuou a ser classificada como uma estrela peculiar do pop. No restante da Europa e nos EUA, contudo, deixaram de ser uma banda Pettry Pink (bonitinhos de rosa - as palavras são de Neil Tennant dos Pet Shop Boys) para se converter em verdadeiros heróis (de onde surgiu o clossal disco ao vivo, 101) algo que eles não haviam previsto, apesar do titulo do álbum e da mensagem em seu encarte - Divulgamos as notícias em todo o mundo.

"Os americanos, mais do que qualquer outro povo, tiveram que aguentar 10 anos de reedições do Toto... nós aparecemos no momento certo." 
Martin Gore, 1990





Sound Track - Personal Jesus

Trailer oficial do filme A Dupla Pele do Diabo, tras como trilha a faixa Personal Jesus:

Fonte: DM Fan Club Portual

30 Anos - A Broken Frame


É o 2º álbum dos Depeche Mode, lançado em 27 de Setembro de 1982, portanto hj faz 30 anos. Pra mim as músicas são atuais, não canso de ouvir...principalmente SEE YOU, embora muitos achem uma "musiquinha boba e sem graça".... 
O nome do álbum, que significa "Uma moldura quebrada" se trata da saída de Vince Clarke do grupo, que futuramente formaria a banda Erasure.
É o primeiro álbum onde Martin Gore atua como compositor principal, mas também não é tão experiente assim, sendo que os singles desse álbum são os menos apreciados da banda. Foi relançado remasterizado em Outubro de 2006 com um DVD especial que inclui um documentário de 27 minutos sobre o Depeche Mode em 1982.
O single "See You" e a faixa "A Photograph of You" foram feitas quando Martin tinha 16 anos, o que demonstra a vocação para a composição do ainda rapaz Martin Gore. Os singles desse álbum são "See You", "Leave In Silence" e "The Meaning of Love". Esse é reconhecido como o pior álbum do Depeche Mode,  por uma grande parcela dos fãs da banda de acordo com estimativas atuais, vendeu mais de 3.000.000 cópias no mundo.  

Faixas:

Leave in Silence
My Secret Garden

Monument Nothing To Fear
See You
Satellite

The Meaning of Love
A Photograph of You
Shouldn't Have Done That
The Sun and the Rainfa
ll


Daniel Miller + Mute + Depeche Mode

Musician records tunes in bedroom. Musician finds distributor to give them to the world. Musician earns cash.
It’s the so-called disruptive business model of our age. Apparently, nobody needs labels anymore. Going cap in hand to a record company is a waste of time in the era of internet metamorphosis. All of this is a familiar cycle to Daniel Miller. He’s been through the DIY revolution before – and he didn’t need iTunes to navigate it, either. 
Thirty-four years ago, Rough Trade agreed to stock the debut release from Miller’s own bedroom musical experiment, The Normal. The synth-heavy sound of TVOD/Warm Leatherette was a cult hit.
It carried The Normal’s name, but Miller’s mark: Mute. Without realising it, the now-hugely successful businessman had set into motion one of the world’s most treasured independent record companies.

“I just wanted to put out my own music; I didn’t want to start a record label,” he tells Music Week. “We really were at the forefront of what so many people are doing now – making records in their bedrooms and releasing them online.”

Just as well for cultural enrichment’s sake that Mute blossomed. Alongside a string of cultish boundary pushers over the years, Miller’s label has boasted notable commercial successes, from Depeche Mode to Goldfrapp, Erasure, Moby and Nick Cave. Even these household names have never crept away from their identity or verve for creative experimentation; a hallmark of acts on Mute through the ages. It’s not only visionary artists that Mute has given to the world; its own imprints such as Novamute, Rhythm King and Liberation Technologies have allowed the label to nurture and distribute acts even further away from mainstream chart normalcy, and become all the more loved for it.
A deep-set cornerstone of Mute is the independent nature of the company. Born from one man’s adoration of electronic music, the firm remained fully owned by Miller for 24 years until 2002, when EMI swooped for the company in a £23m deal. Miller continued to manage the business during this time, and licensed the Mute name back as a fully independent company in 2010.
Miller’s exemplary leadership is to be honoured at the second inaugural AIM Awards in London on October 29, where he will pick up the Pioneer gong in front of his independent label peers.
You didn’t start off wanting to create your own label; you just wanted to send out your music. Do you worry when people in a similar boat today say: “I don’t need a record label”?
I do ask myself that question. I sent out five promo copies for our promo single: Record Mirror, Melody Maker, NME, Sounds and John Peel. That was it. I did no marketing at all. People heard it, liked it and bought it. It was really simple. It doesn’t seem to work quite that way anymore.

What makes a prospective signing for Mute?
It’s about how you hit it off with artists and how you relate to them. We offer a very creative space, where people can create without too much pressure and with as much record company interference as they want. We’ve come together with very unique artists for over 30 years. Both creatively and commercially, those relationships have worked.

Once you tasted commercial success with Depeche Mode, was it hard not to want it again very quickly; to let sales ambitions colour the pioneering ethos of Mute?
It’s great to have a band who express themselves creatively and yet are commercially successful. It can happen, but I never want to force it. Artists need to live from the records they make and record companies need to live from the records they sell. Would I like to have another band who are as successful as Depeche Mode? Of course – but their success was generated without any creative compromise. That’s what’s important.

Your artists are currently on streaming sites like Spotify. Will there come a point where you have to review the worth of the model?
Yes. I think there’s a lot of anecdotal rubbish spoken about streaming services, like people saying: “They are the new radio,” when they’re clearly not. Radio doesn’t let you keep tracks.
There are a lot of open questions about sale, rental, sharing and streaming of tracks [online] that I don’t think people know the answer to yet. In principal, streaming services seem like a really good idea to me, if they can reach critical mass. I do get concerned that smaller artists maybe aren’t benefitting proportionally or properly. At the moment it’s pretty hard for an artist to know how much they get when somebody streams their track. That’s currently tricky for people to understand. There needs to be clarification on how that works.

Do you feel a shared kinship with the independent community? You’ve had a relationship with EMI for a number of years – has that altered your perspective in the indies versus majors debate?
The first phase of our independence was about 25 years long and I was pretty militant in my anti-major views. Even then we worked with certain majors overseas for distribution.
It was important to have that distinction, particularly when major labels started wanting to be ‘indie’. With Britpop in the Nineties, the type of music that would normally be found on an independent label was kind of outpriced by majors and that happens from time to time. Mute isn’t an ‘indie’ label – we’re an independent label and they are two different things in my mind. Independent is a way of working and an attitude that a major will never have.
I ended up selling to a major, which I think surprised a lot of people and to a certain extent surprised me. But the situation as it was then, with the people that were working [at EMI] made it potentially a very good prospect – not just financially, but in terms of developing Mute. Emmanuel de Buretel [ex-EMI president of continental Europe] who was my friend, had some brilliant ideas some of which never came to fruition because he left.

What did you learn from that experience?
I learnt a lot about major labels. I learnt that they’re not evil. Well, they’re not completely evil. There were some really good people at EMI who were in it because they love music.
As time goes on and the industry gets more clique-y, the people still here are people who love music and want to spread the word. EMI went through a lot of changes in the eight years I was with them. In the end, it felt appropriate for both parties that I should move on and become independent again.

Does AIM help bring the independent community closer together?
What I’ve always admired about AIM is that historically, there have been lots of short-lived equivalents in the independent world. There were lots of experimental organisations to bring labels together. The nature of the people involved in AIM are independently-minded people; the sort who naturally don’t necessarily want to join organisations or work together. AIM has brought those disparate parties together to have more power as a collective. I think that’s a really good thing.
What’s the biggest lesson you’ve learnt as a music industry executive since the days of setting a label up out of love?
Well that’s right: I really was doing whatever I was doing for the love of it. And I’ve learnt that if you don’t have that passion or love, you shouldn’t be doing it, especially today.
I’ve tried to not learn too much and become too cynical – although obviously I have. I’ve tried not to repeat mistakes – although obviously I have. As time’s gone on, one has to become much more conscious of budgets because the potential spend is very high and the potential to sell is very low. I’ve become more prudent and more focused.

What have been your proudest moments since Mute was founded?
A proud moment is when you work towards something with an artist and you achieve it. It’s not necessarily to do with sales; it’s to do with an audience responding to what you’re working on. That can be when a band goes from playing to 50 people in a pub to 200 people in a small club; for me that’s always a really great moment.
It might be that or Depeche Mode playing the Roosevelt Stadium to 80,000 people without a guitarist or a drummer – which everyone said was impossible. Changing people’s perceptions and opening their minds to music which six months before they would have rejected completely; that’s a great feeling.

What are your ambitions for the future?
It’s kind of like nothing changes. I want to put out great records, work with artists over a long period of time, help them develop and make sure Mute can continue to do that. I would say I don’t have any big ambitions – but I suppose that’s a big ambition in itself these days.

Fonte: Home

Jungle City Studios - Fotos

Amigos,

Algumas fotos do Jungle City Studios, local em New York onde o Depeche Mode esta gravando seu novo álbum:

















Crédito das fotos: Hobbitmouse Angela

Vou Andar Mais de Ônibus

Imagina a sorte, você entra no ônibus e lá esta, os Depeche Mode, pelo menos se você estiver em New York, onde o Depeche Mode esta gravando o novo álbum talvez tenha essa sorte.

Crédito: Martina Binder

Ane Brun and Vince Clarke ‘Fly on the Windscreen’ Cover


Em junho, Vince Clarke twittou a notícia de que ele tinha "acabado" o cover de Fly on the Windscreen com Ane Brun no vocal. Bem, agora, três meses mais tarde, podemos finalmente obter um sabor da nova gravação do clássico, com a cantora e compositora norueguêsa nos vocais.
Abaixo um trecho de como ficou a cover lenta e melancólica:


Crédito: Slicing Up Eyeballs.

Palavras são Desnecessárias....

Andy Fletcher and Martin Gore - New York

Andy e Martin foram fotografados em New York, saindo do estúdio onde o Depeche Mode esta gravando o novo álbum que neste momento esta na fase de mixagem responsabilidade do produtor Flood que já trabalhou com a banda em Violator e Songs of Faith and Devotion.


Fonte: DepMode

Agora é Oficial...

O webmaster do Depeche Mode confirmou em seu twitter que a equipe e a banda estarão em Paris, boatos de que o Depeche Mode concederia uma entrevista coletiva em Paris dias 23 de outubro conforme post anterior, surgiram na internet a alguns dias, parece que realmente teremos uma coletiva, possivelmente teremos informações detalhadas sobre o novo álbum e também sobre a nova tour 2013/2014.

Crédito: Maria.

Route 66 - Clip (Não Oficial)

Crédito: Wilson Gahan Bowie

Just Can't Get Enough - Clássico Instantâneo


Just Can't Get Enough é o terceiro single do Depeche Mode. 
Originalmente lançado no Reino Unido em 7 de setembro de 1981, e foi também o primeiro single da banda a ser lançado nos Estados Unidos, em 18 de fevereiro de 1982. Uma das musicas mais conhecidas do Depeche Mode, com uma batida inconfundível, a música, foi o último single a ser escrito pelo membro fundador Vince Clarke (atual Erasure), que iria deixar a banda em dezembro de 1981. A canção foi incluída no primeiro álbum da banda, Speak & Spell, que foi lançado um mês depois do single.
Além disso, o lado b do single traz "Any Second Now" foi a primeira instrumental disponível comercialmente da banda. Ela aparece no relançamento britânico do Speak & Spell. 
Uma versão incluíndo vocais (a primeira música a ser cantada por Martin L. Gore) que aparece no álbum como "Any Second Now (Voices)". Existe também uma versão estendida, o "Altered Mix". 
Na versão americana, o lado b é "Tora! Tora! Tora!". No álbum, a canção é interligada pela faixa anterior, "Photographic", mas no single aparece com a introdução limpa. 
O single atingiu o #8 no UK Singles Charts (no Reino Unido) e #26 no Hot U.S Dance Music/Club Play Chart (nos Estados Unidos), tornando-se seu maior "hit-parade single" no momento em ambas.
"Just Can't Get Enough" foi a primeira música do Depeche Mode a ganhar um videoclipe. É o único vídeo que tem a aparição de Vince Clarke.



Singles:

"7: Mute/7Mute16 (Reino Unido)
Just Can't Get Enough
Any Second Now

"12: Mute/12Mute16 (Reino Unido)
Just Can't Get Enough (Schizo Mix)
Any Second Now (Altered)

CD: Mute/CDMute16 (Reino Unido) (1991)
Just Can't Get Enough
Any Second Now
Just Can't Get Enough (Schizo Mix)
Any Second Now (Altered)

"7: Sire/SRE50029 (EUA)
Just Can't Get Enough
Tora! Tora! Tora!

Minha execução preferida:



E o Spot comercial da minha cerveja preferida:

23 de Outubro?

Noticias extra oficiais foram divulgadas na internet de que o Depeche Mode estaria agendando uma coletiva de imprensa para começar a divulgar detalhes e datas da nova tour 2013/2014.
A coletiva aconteceria em Paris, onde o Depeche Mode esta planejando a gravação de um clipe nas catacumbas da cidade que seria dirigido por Tonya Hurley cunhada de Vince Clark, conforme posts anteriores.

Detalhes Sobre Novo Álbum


Em entrevista para a revista suéca Sound, produtor Christoffer Berg, que se juntou a Ben Hillier para a produção do novo álbum Depeche Mode, fez alguns comentários sobre o andamento do álbum do Depeche Mode.
Berg sente que nesta nova produção Martin encontrou o casamento perfeito entre sua voz e suas letras, e deixa claro que o novo álbum não será um mundo de sintetizadores estilo Alan Wilder, mas um universo de sons de Martin Gore, Berg ainda fez elogios a Martin dizendo que foi o melhor musico com ele gravou.

Berg evita comentários sobre as musicas mas deixa escapar alguns detalhes sobre o ambiente das gravações, disse que Martin fez o seu melhor nas gravações que se entendem por 140 dias de estúdio até agora, estúdio localizado em New York, o primeiro a chegar no estúdio sempre é Fletcher, seguido por Martin e Dave, comentou que todos os envolvidos na gravação inclusive os membros do Depeche Mode estão hospedados no mesmo hotel e que todos sempre jantam juntos após cada dia de trabalho.


Fotos Martin Gore

Amigos,

Foram publicadas na internet fotos recentes de Martin Gore, fotos tiradas em um Leilão de Vinhos da Riviera Americana, a bordo do barco The Channel Cat.




Crédito das fotos: DepMode