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Entrevista de Dave Gahan - Rolling Stone da Espanha


Se ha colado un loco en la habitación. Uno de esos que no lo parecen. Armado con vinilos de Depeche Mode y una cámara digital pero vieja. Gahan ni se arruga. Le da al loco todo lo que pide mientras espera a que intervenga la seguridad del pijísimo hotel Four Seasons George V de París. Cuando la pesadilla acaba, me estrecha la mano. Casi me abraza. Este loco nos ha hecho un favor. Sobrevivir a él nos ha hecho más fuertes. Nos ha unido. La entrevista irá como la seda.

¿Tienes que soportar estas situaciones muy a menudo?

Más de lo que me gustaría. Puedo entender ciertos arrebatos fanáticos en un adolescente pero ¿en un adulto? Yo aun siendo fan de Bowie, no estaba seguro de querer romper esa barrera y conocerle personalmente. Finalmente coincidimos en Nueva York y fue encantador.
Al menos Nueva York te ayudará a pasar desapercibido.
Se lleva mejor el fenómeno fan, sí. Pero hay gente de otros sitios que te para por la calle. Es algo con lo que convivo. Menos cuando estoy con mis hijos o con mi mujer. Ahí sí que no. O cuando me esperan en la puerta de casa. Eso ya es acercarse demasiado.

¿Algún aprieto de esos en los últimos tiempos?

Pues ayer caminando aquí en París mi mujer y yo notamos que un coche nos estaba siguiendo muy despacio. El tipo continuó así un buen rato y cuando por fin se bajó del coche y me pidió una foto le dije que no. Que esa no es forma de acercarse a nadie.

Al margen de incidentes, ¿qué tal por París? 

A mí no me acaba de gustar.
Pero eso no es culpa de la ciudad. Es culpa de los parisinos. Las malas vibraciones que percibes son suyas. Tío, ríndete porque nunca estarás al nivel de los parisinos. Al menos eso creen ellos. No tienen nada que ver con el resto de los franceses.

→Encuesta RS: ¿Cuál es la mejor canción de Depeche Mode?

Lo mismo pasa con los neoyorquinos.
Exacto, los neoyorquinos no son norteamericanos. Tienen una actitud diferente al resto de América. Para mí es un privilegio llevar quince años viviendo allí. Doy gracias por poder permitirme el lujo de tener una casa en esa ciudad.
Venga ya. No será para tanto.
Es un lugar maravilloso. Un sitio inspirador y excitante. Mi mejor música la he hecho en Nueva York. Cada día voy a un estudio que tengo a sólo diez minutos de casa. Compongo, toco y a veces saco algo en limpio. Otras no pasa nada, pero hay que estar allí todos los días por si acaso.
Igual te iría bien salir de vez en cuando.
[Risas] Salgo al cine y a los museos. Me encanta pasear por pasear, sin rumbo fijo. Pedir un trozo de pizza y observar a la gente. O ir a mi café favorito en el West Village. No quiero resultar pesado, pero Nueva York es una ciudad increíble. No puedes luchar contra ella y pretender ganar.

¿Tienes vecinos famosos como tú?

Los famosos forman parte del paisaje. Hubo una época en que me encontraba siempre a Kevin Bacon porque vivíamos al lado. Su hermano trabajaba en mi estudio. Pero nadie le da ninguna importancia a eso. Además, yo este último año más que a la vida social me he entregado al nuevo disco.
¿Ya habéis decidido el título?
Barajamos varias opciones pero te puedo avanzar que no estará muy lejos del nombre del grupo. Una especie de juego de palabras. Cuando la gente lo vea dirá “ah, vale”.

Se te ve muy zen. ¿No echas de menos las giras salvajes?

No echo nada de menos de aquella época. Bueno, aparte de ser joven y despreocupado y poder emborracharme cada noche y hacer esas cosas que cuando te haces mayor ya no puedes, porque de viejo salen muy caras.
Ya has ido y vuelto cien veces en el negocio musical. 

¿Cómo mantienes la ilusión?

Es fácil. Ahora no tengo que demostrar nada a nadie. Sólo a mí mismo. Me reto constantemente. Soy mi peor crítico. Eso es lo que hace que mantenga la pasión por mi trabajo después de todo este tiempo. Mi único objetivo es mantener la creatividad y las actuaciones al máximo nivel.
Mira, antes de irme te quería enseñar algo [el actor Sergi López cantando ‘Enjoy the Silence’].[Risa] 

¿Mapa de los sonidos de Tokio? ¿Qué es? ¿Está en un karaoke? 

Ah, es una escena de cine. Conozco a este actor. Suele hacer personajes agresivos, ¿verdad?. La escena me recuerda a Bill Murray cantando More than this de Roxy Music en Lost in translation. Me encanta esa película. Tengo que ver ésta. Ahí pone que la directora es ¿Isabel Coixet? OK.

Crédito: DΞPΞCHΞD (@Ultra_Depeche)
Fonte: Rolling Stone Espanha

Single Wasp - Christian Eigner and David Clayton Mixed by Erich Fahringer


Fonte: Elsbeere Recordings

Martin Gore 1978/79

Eu achei parecido com Gary Numan... :)

Crédito: DepecheModeBook (@DepecheModeBook)

Abaixo Assinado Tour 2013/2014 Brasil


Abaixo Assinado Para Trazer O Depeche Mode Para O Brasil.

Olá Devotos... Precisamos Nos Unir, e Divulgar Isso...
É hora de TODOS FAZEREM SUA PARTE... Vamos divulgar, assinar, e torcer para que isso ajude na vinda da tourné para o nosso país...
As comunidade Depeche Mode no Orkut e do Depeche Mode BR (@DepecheModeNoBR) a divulgar o abaixo assinado endereçado aos produtores responsáveis por trazerem grandes bandas internacionais ao Brasil. Estamos lutando para não ficar fora dessa turnê não é verdade? 
Muitos não podem viajar para fora do Brasil para assistir a banda, fora isso tem muitas pessoas que ainda não conhecem a maior banda de synthpop do planeta, e essa será uma oportunidade ímpar de conhecê-los e se tornarem devotees, rs...."

DEPECHE MODE WORLD TOUR 2013/2014

O presente abaixo-assinado dirige-se aos produtores de shows do Brasil, em especial aos responsáveis pelo line up do Rock in Rio. Nós, fãs da banda DEPECHE MODE, pedimos aos mesmos que não deixem de cogitar incluir essa maravilhosa banda na agenda de shows de 2013.
O anúncio oficial da nova turnê da banda, Depeche Mode World Tour, será anunciada dia 23/10/2012 e os shows da nova turnê ocorrerão nos anos de 2013 e 2014. Mais de 20.000 fãs em todo Brasil querem show do Depeche Mode! Uni-vos e vamos demonstrar nossa vontade!

Assinem aqui:

Fanpage: 

Além do abaixo-assinado também estamos enviando emails e tuitando para a @ticketsforfun e sac@ticketsforfun.com.br. Se você puder nos ajudar divulgando-o será uma ajuda inestimável, pois precisamos ter o maior número possível de assinaturas para convencermos a esses produtores do nosso desejo e vontade de ver a banda no Brasil. 

Créditos: Mônica Rodrigues (@MonicaLethos) / JeanBong

Estamos de Aniversário - 4 Anos

Amigos, leitores, colaboradores....

Hoje o nosso blog faz 4 anos, para quem me conhece a mais tempo sabe que em 2001 até 2006 tive uma pagina no formato website já dedicada ao Depeche Mode, a mesma chegou a ter até um fórum, mas que saiu do ar por que o servidor que era gratuito fechou e infelizmente na época para mim era impossível manter os custos de uma hospedagem para que era bem mais caro que hoje, essa idéia vem de longo tempo.

Em 2008 conheci a plataforma Blogger que me proporcionou a criação deste blog,  que em quatro anos me orgulham muito com 1212 postagens 99% delas só sobre Depeche Mode, tivemos mais de 61.180 visitas o que dá uma média diária de 90 visitas diárias, parece pouco mas lembramos que nosso tema é único, nossa devoção. Destes números e momentos o  dia mais feliz foi na data da conferência de impressa deste ano em Paris onde 983 visitas estiveram aqui em busca de informações em um único dia, destas 116 assistiram a conferência ao vivo neste blog, meu muito obrigado pela credibilidade.

Gostaria de aproveitar esta data para agradecer a todos que twittam, retwettam, postam, reblogam, curtem, compartilham nossas postagens esse numero e este blog é nosso compartilho com todos essa devoção! Poderia citar diversos nomes, mas sintam-se todos abraçados, não quero cometer o erro de esquecer de alguém, o mesmo a todos que colaboram e colaboraram durante todos este posts.

Um grande abraço a todos os fãs do Depeche Mode. 
See You Next Time!

Fotos Depeche Mode em Studio 2012

Crédito: PEPE Kassin (@Depeche_Joe)

Martin Gore - Interview 23/10/12


Fonte: dnevnik.hr

Martin Gore + Furacão Sandy (Atualizado)


Esta foto foi retirada na DirectRelief and Billy Baldwin's Thanksgiving Packing, em Santa Barbara na Califórnia, na quinta-feria dia 22/11, Feriado de Ação de Graças nos EUA, onde voluntários separam kits para ser distribuídos aos que sofreram as consequências trágicas da passagem do furação Sandy.


Quem também estava na DirectRelief era Viva Gore, uma das filhas de Martin.


Crédito: Depeche Mode e Dintorni / Depeche Mode Sk

Martin Gore: Alguém devia dar um tiro em Simon Cowell


Ver os rapazes do Depeche Mode envolvidos com declarações polemicas é algo muito raro, a revista eletrônica portuguesa Disco Digital, publicou uma reportagem com declarações de Martin e Dave sobre a industria da musica e televisiva:

"Não advogo a violência mas alguém devia dar um tiro em Simon Cowell", disse Martin Gore. 
Uma opinião partilhada pelo vocalista Dave Gahan para quem a indústria da música "se tornou horrível".
"Tens que ser forte porque há coisas que vão ser escritas que não vais gostar", justificou. "Vais ser escrito, nem todas a pessoas vão gostar do que fazes e mesmo que gostem realmente, não vão gostar da próxima vez porque irão comparar com o que fizeste anteriormente. Uma banda leva tempo a crescer, se for realmente boa", defendeu.
"Nós tivemos a sorte de estar debaixo da asa do Daniel Miller (patrão da Mute) que nunca entrou em estúdio para nos pedir um hit", lembrou Dave Gahan. 

Simon Cowell é um executivo da BMG do Reino Unido, mas é mais conhecido como exigente jurado dos programas de televisão "Britain's Got Talent", "The X Factor" e "American Idol", nos quais chama atenção por suas ásperas e, por vezes, controversas críticas sobre os competidores. Ele é conhecido por combinar atividades nas indústrias televisiva e musical.

Fonte: Disco Digital

Entrevista Dave Gahan - Jornal Espanhol El Pais



Paris, um hotel de luxo na avenida George V. Dave Gahan, cantor e compositor do Depeche Mode esta na sala 132 à espera para ser entrevistado por vários meios multimídia. Elegantemente em uma cadeira dourada que lhe confere um certo ar de monarquia, o líder da banda britânica está em grande forma, envolto em um terno impecável preto.

Que estilos podemos esperar do novo álbum?

 "Eu acho que o álbum definitivamente tem uma influência muito forte do blues. Nós tentamos manter técnica de gravação bastante minimalista. E com isso quero dizer, se há uma melodia específica ou algum elemento que reúne a força da música, então torna-se o fio comum: a canção é construída em torno de um som único. Isso não significa que está tudo up-time (ritmo animado alvo de cadência, velocidade ou preponderância de som) e pesado. A musica Angel, que pode ser ouvida no vídeo em nossa conferência de imprensa, e ainda está em desenvolvimento, é fortemente influenciada pelo blues, mas ao mesmo tempo é minimalista. A guitarra define o tom, mas ao mesmo tempo é um disco muito eletrônico, do ponto de vista da produção e interpretação. Embora exista uma parte onde a guitarra soa, incorporada um amplificador de guitarra e, em seguida, manipulamos o som utilizando sintetizadores modulares ... Mesmo do ponto de vista das letras, algumas podem ser muito pessoal, em alguns casos, pelo menos, a partir de minha perspectiva, mas ao mesmo tempo volto meus olhos para o exterior para refletir sobre o que está acontecendo ao nosso redor. No meu caso, isso me afeta, a qualquer momento, o que acontece no mundo. "

Como você sente isso?

 "Para mim, esse processo é contraditório. Você perde algo, mas ganha algo.  Tomando uma posição. E você pode obter um resultado positivo de tudo isso. Às vezes, fechando a porta se revela uma outra porta grande à espera de ser aberta. Mas a coragem necessária para passar por isso é outra história. Isso é o que eu quis dizer sobre a presença do blues nas musicas e como interpretá-las. Por exemplo, Angel é uma espécie de protesto, de pesar constante ... é um despejo de emoções ... Eu acho que é um som mais maduro para a banda. Eu acho que em termos de letra e música é um álbum que reflete o que somos hoje, não quem éramos ou o que seremos. "

Gahan não abandona a linguagem simbólica ao longo da conversa. Então se segue: 

"Em uma das músicas que eu escrevi para o álbum cantando esta frase:" Suas mentiras são mais atraentes do que a verdade ". Resume a maneira em que eu não posso controlar minha vida. Talvez me de prazer no momento, mas as consequências, no final do túnel, são tão grandes... Bem, a frase continua: "O que eu quero é amor". Isso pode ser considerado um sinal de egoísmo, mas quem eu realmente sou, ou quem eu estou tentando ser. Muitas vezes, quando eu escrevo uma letra como esta, até ouvir a canção depois, ela começa fazer sentido para mim. Outras letras de música que diz: "Seus braços estão infectados". Para mim, essa frase é uma reflexão sobre tudo o que pode carregar um vício. Quer se trate de drogas, álcool, sexo, amor ou qualquer coisa. Infectado com essas armadilhas, elas apenas nos controlam. Para mim, qualquer coisa que te controle, a longo prazo, é ter um problema. Então, para mim, ser capaz de transformar essas palavras em música e, em seguida, deixa-me vê-los interpretado é aprender muito sobre mim mesmo. É algo mágico que acontece com a música. Ela permite que você se identificar com as contradições. Há outras músicas do álbum, por exemplo, uma balada que tem um blues muito gospel. Eu acho que é uma das melhores que ele já escreveu (Martin Gore, principal compositor Depeche Mode desde o início) em sua vida. Canta-la significou para mim uma espécie de exorcismo. Eu aprendi muito com Martin. Ele escreve com grande honestidade. Isso é o mais importante, a melhor composição é descrever uma situação. Você pode ter um componente fictício, mas em cada canção de Johnny Cash sempre senti que está falando sobre sua própria vida. Isto não é uma farsa. "

Que referências ou experiências influenciaram particularmente quando compondo suas canções mais recentes? 

"Muitas coisas. Eu recebo uma influência constante dos meus amigos, minha família, um filme ... uma simples frase ou música que você ouve. Uma das pessoas que mais me inspiraram nos últimos anos é Mark Lanegan (compositor Soulsavers e músico, com quem Gahan colaborou e já dividiu o palco). Eu gosto do som, da tranqüilidade de sua voz. " Nos últimos anos, colaborei com Soulsavers e Martin Gore com Vince Clarke para uma busca contínua da experimentação. Ao mesmo tempo, lembrar a seus seguidores que o Depeche Mode foi responsável pela ascensão de um gênero, synth pop, que transformou o cenário musical e permitiu uma comunhão com um público não necessariamente predispostos à música eletrônica. Ultimamente, a palavra parece ter sido renegada da eletrônica... Gahan é claro: "Infelizmente, uma das coisas que levou ao desenvolvimento da música eletrônica é ter músicos preguiçosos. Tecnologia utilizada de forma abusiva. Estou ciente de que você poderia dizer o mesmo sobre as guitarras ou tambores na música tradicional... Há música é música ruim. O fato é que há música eletrônica ruim, produzida exclusivamente para uma geração de sucessos instantâneos. Muitas vezes, retornando para as gravações que temos feito, o caminho mais fácil não é o melhor. Você tem que ganhar respeito. Pode-se ouvir os nossos álbuns e sentir o amor que nós temos, o crescimento e a maturação nessa jornada. "

Como é que tomar uma posição e se comunicar com o seu público? 

"Eu acredito que a música nos une, enquanto a política e a religião nos separa. Então, desculpe se eu agir assim. Dito isso, eu estou ficando mais velho e ver meus filhos crescerem em um mundo que ainda opta por separação. "

E o músico assume um tom profético:

"Estamos chegando a um ponto em que uma mudança tem que ocorrer. Não pense que vai ser fácil. Requer  tempo e esforço de todos, como diz Obama. Os norte-americanos não gostam de ouvir isso, porque eles pensam que se trabalhar duro, terá uma recompensa no final. Mas isso não funciona mais! Muitas coisas estão mudando no mundo. Tenho muita sorte, e às vezes eu me envergonho disso. Eu tenho muitos amigos em meu país e em Nova York que está tendo dificuldades. Para ajudar a si mesmo, você tem que ajudar os outros. "

Dave Gahan e extremidades, um cantor,  o escritor de alma atormentada, sem se desviar um centímetro de seu tom e atitude:

 "Mas cuidado com os fins. Para mim, a música é o professor mais importante que eu já tive na minha vida, quando eu precisava para ser impulsionado para cima. Você pode mudar sua vida. Apesar de uma experiência negativa, você se esforça mais para alcançar seus objetivos."

Para entrevista original em espanhol, clique aqui!

Fonte: elpais.com

Depeche Mode - The Dark Progression









Fonte: Treble Clef / Crédito: Camila D. ►▲▲ (@Cami_80)

Votem no Depeche Mode




Finalmente o Depeche Mode está concorrendo ao prêmio de contribuição à música no Brit Awards!





Crédito: Maria

Entrevista Dave Gahan - Jornal Argentino La Nación

Depeche Mode, pronto para uma nova tour, Dave Gahan, vocalista da banda britânica, fala sobre o álbum que estão gravando, que deve sair no próximo ano.

Por Gerd Roth | DPA

PARIS (DPA) -. Estão terminando um novo álbum, o sucessor de Sounds of the Universe (2009), que deve sair no próximo ano e as datas das novas datas estão quase definidas. O Depeche Mode , a banda britânica está de volta. Portanto, seu cantor Dave Gahan em Paris falou sobre as forças que impulsionam ainda, sobre música e política.

Você tem alguma forma de trabalhar?

No meu celular eu tenho 16 horas de gravações de voz. Às vezes, apenas pequenas idéias, ou acordes de guitarra que me enviaram. Muitas vezes cantando diretamente no celular. É por isso que eu tenho todas essas pequenas gravações. Embora eu confesso que não pensei que eles eram muitas, no entanto, tenho certeza de que 15 delas são apenas lixo.

Como você mantém a motivação no Depeche Mode depois de todos os anos de sucesso?

Eu tenho o desejo de continuar a ser parte do mundo, do universo, da vida. Através da música eu tenho a sensação de que eu chegar um pouco mais perto desse objetivo. Abrir mais meu horizonte. Tudo isso me levou a encontrar novamente com a banda e gravar algumas músicas também minhas.

Como é que o novo álbum?

Martin (Gore) me enviou suas demos. Ele escreveu um par de grandes canções. Quando você ouve, eu tenho que tentar descobrir como eu me sentiria dentro dessas canções. É sempre um desafio.

O que canções deste álbum ainda etão sem título?

Nós gravamos 20 músicas, das quais talvez uma dúzia aparecem no álbum. A última seleção é o mais difícil. Quando Martin e eu saímos do estúdio alguns dias atrás, foi uma longa jornada do início ao fim. Haverá também canções potenciais de grande sucesso, porque queremos fazer algo que funciona em geral como um todo, como os álbuns conceituais antigos. Embora eu saiba que muitas pessoas já não ouvem música dessa forma.

Quem produziu o álbum?

Flood mixou o álbum em Londres. Ouvimos algumas músicas e é um bom som. Ele trabalhou com a gente no Violator (1990) e Songs of Faith and Devotion (1993). Nós conhecemos o seu trabalho e ele conhece a nossa música. Sabe de onde viemos. Sabe o que queremos para o álbum. Quando ouviu as gravações pela primeira vez disse: "Este é um som muito maduro para o Depeche Mode". E eu acho que é certo. Eu sinto nas canções influências de blues. É um álbum forte, que se encaixa bem, com o que fizemos no passado.

O que faz você se tornar esse grande artista no palco?

Por muitos anos eu pensava que o álcool e as drogas ajudaram-me a cantar e ir tão longe quanto artista. Mas acabei vazio. Este ano eu vou completar 50 anos e me sinto bem. Eu tento estar presente e desfrutar as grandes coisas que eu continuo a viver. E quando eu estou no palco, me sinto parte do universo. A música é uma coisa louca que faz alguma coisa.

Será que vamos ver o retorno do ex-Depeche Mode Alan Wilder?

Nós tocamos juntos na turnê passada em Londres. Ele foi fantástico. Quando ele saiu, em 1995, para nós, foi estranho. Poderia ter feito como nós, como Martin e eu, temos outros projetos, mas ficamos juntos novamente e novamente. Os projetos paralelos nós enriqueceu para o que fazemos no estúdio. Mas Alan continuou a evoluir. E nós continuamos a desenvolver.

As eleições nos EUA, o que lhe interessa?

Eu segui os debates (entre o presidente Barack Obama e seu rival Mitt Romney), mas infelizmente eu perdi o último. Eu espero que nós tenhamos  Obama por mais quatro anos. Eu acho que é um homem maravilhoso. Trabalho, muitas vezes ele teve que assumir. Hoje eu acho isso muito mais interessante do que antes, quando eu tinha 30 anos. Agora, reflito muito sobre isso. Meus filhos devem fazer coisas positivas. Ele pode não  necessariamente mudar tudo, mas algo que dá valor à vida e não em destruí-la.

Entrevista original em espanhol: Clique aqui.

Fonte: lanacion.com - 4/11/12

América do Sul?

Notícias postadas no Twitter pelo Webmaster do Depeche Mode e também divulgadas pelo site da revista eletrônica Billboard Biz, dão conta que o Depeche Mode assinou contrato com a agência WME que irá representar a banda nos shows a se realizar na América do Norte e AMÉRICA DO SUL, via seu empresário Jonathan Kessler. A ultima tour do Depeche Mode apenas na parte européia foi vista por mais de 2,5 milhões de pessoas.
Seria um indicio que o Depeche Mode trará novamente sua Tour para nossa alegria a América do Sul? Pessoalmente, acredito que no segundo semestre de 2013, possivelmente de agosto em diante.


Entrevista de Martin Gore a Pure FM's

Fonte: ModeFan

Depeche Mode interview za Denis and Friends


Crédito: Depeche Mode FanClub Portugal

Sony Music + Depeche Mode


A revista eletrônica Side Line, divulgou não oficialmente, mas que conforme eles vinda de várias fontes que o Depeche Mode assinou um contrato com a gravadora Sony Music. 
Sony Music Entertainment é a segunda maior corporação musical do mundo e é detida e controlada pela Sony Corporation of America, a subsidiária nos EUA da japonesa Sony Corporation.
Em 2009 o Depeche Mode fez o lançamento do álbum Sounds of the Universe pela EMI Music, que assinou um acordo de exclusividade mundial com o Depeche Mode, mas que não quis renovar o acordo para o novo álbum da banda, previsto para 2013. 
Esperamos que a Sony Music confirme oficialmente a noticia, e detalhes, especialmente sobre o papel de Daniel Miller do selo MUTE neste novo capítulo Depeche Mode.

Crédito: @fabithejoker / SideLine

Entrevista Dave Gahan para Kiss FM

Crédito: @dmforumeu

Dave Gahan no Comercial do Novo Golf (Versão Longa)

Nova versão mais longa do Comercial do novo Golf (Europa, claro! Aposto que aqui no Brasil var ser com o Latino ou algum desses lixos que o Brasil produz) com a trilha da faixa Peaple are Peaple com a presença de Dave Gahan.

Shake The Disease (Cover) - Hooverphonic


Crédito: @Modejay

Dave Gahan no Comercial do Novo Golf

Além da trilha sonora de Peaple are Peaple, Dave Gahan também faz aparição no comercial do novo Golf da montadora alemã Wolksvagem  o comercial esta indo ao ar nas emissoras

Depeche Mode Live Coachella Festival - 29.04.2006

Crédito: Work hard (@ULK13)