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Feliz Natal e Um Prospero Ano Novo


Vote the Best Icon 2013


Números da Delta Machine Tour em 2013


De acordo com a lista divulgada pela revista Billboard a Delta Machine Tour esta na nona posição entre as Tours mais bem sucedidas de 2013, os números são:

Renda Bruta Total: $ 99.972.733
Presença Total: 1.390.141
Capacidade total: 1.400.298
N º de Shows: 54
N º de lotações esgotadas: 51

Com mais de 30 anos os "velhinhos" do Depeche Mode continuam sendo a banda de musica eletrônica mais bem sucedida de todos os tempos!

Fonte: Billboard

Personal Jesus - Paródia (Personal Trainer)


Crédito: Rick Brendan (@rickbrendan)

Quer ser VIP na Delta Machine Tour


Quer concorrer a passes VIPs para o show do Depeche Mode, clica aqui!

Sapatos para Caridade


Martin , Andy e Dave doaram os seus sapatos devidamente autografados e certificados para leilão a  Small Step Project faz leilões de sapatos de celebridades para ajudar as pessoas com necessidades financeiras extremas, geralmente pessoas e principalmente crianças que vivem em pobreza extrema, 100% do dinheiro arrecadado é destinado a ajuda dessas pessoas, artistas tem se engajado na causa e doando seus sapatos, entre os que já colaboraram para a causa estão: Natalie Portman, Michael Douglas, Kevin Spacey, Sigourney Weaver, Ben Stiller, Chris Martin, Madonna, Kate Winslet, Elton John Kylie Minogue entre outros.
O leilão será entre os dias 5 e 15 de dezembro e pode ser acessado no Ebay.


Dave Gahan doou suas botas de Jean -Michel Cazabat usadas durante a gravação de Delta Machine, tamanho é 43 .


Martin Gore doou seu sapato Terry de Havilland usado por Gore na Delta Machine Tour, tamanho 42 .


Andy Fletcher doou seu tênis Y3 também usado na Delta Machine Tour , tamanho 44 .

Nota do Blogueiro: Se tivesse grana suficiente com certeza compraria o tênis do Andy, achei lindo.

Free Paco


Martin Gore pediu para que todos os fãs do Depeche Mode assinar a petição que pede que libertem Paco: "Junte-se @FreePacoNow & Assine a petição 'via www.freepaconow.com
Paco Larrañaga tinha apenas 19 anos quando foi preso por um duplo assassinato que ele pode não ter cometido. Trinta e cinco testemunhas colocaram Paco na faculdade a 350 milhas de distância da cena do crime, no entanto, esta prova foi ignorada. Depois de 14 anos de prisão, há uma grande mobilização para que libertem Paco.

Gravação DVD Delta Machine Tour?

Com a presença de Anton Corbjin na Alemanha, se reforça as declarações fontes não oficiais de que o DVD da Delta Machine Tour será gravado em Berlin. Anton Corbijn gravou o show de hoje e irá gravar o show de quarta-feira. Será? E Soothe My Soul, esse grande hit do álbum, será que ficará de fora?

Fonte / Crédito: Facebook Depeche Mode Brasil

The Making Of Suffer Well

Nosso mestre das imagens Anton Corbijn postou hoje em seu Facebook o making of do clip de Suffer Well... A curiosidade sobre este clip é que a moça vestida de anjo que aparece no fim do clip é Jennifer Sklias a atual esposa de Dave Gahan.
O leitor Daniel alertou de um detalhe que eu tinha deixado passar, de que o motorista da limosine é o Kessler o empresário do Depeche Mode. 
Vídeo Gravado: 12 de dezembro e 13 de 2005
Video Diretor: Daniel Barassi
Vídeo Fonte: NTSC DV
No dia 12 de dezembro e 13, a banda seguiu para o norte de Los Angeles para filmar o vídeo da música "Suffer Well". Dirigido por Anton Corbijn, o vídeo foi filmado em um velho cenário do filme "Cidade 50" situado nas colinas perto de Six Flags Magic Mountain.

Leave in Silence - Live in London 19/11/2013

Se Você quer Usar Guitarras, Use Guitarras....


Crédito: Riva Lima / Hebert Azevedo

Dave Gahan: "A música me Salvou"



A revista Q, os chamou de " A banda mais popular de música eletrônica do mundo já conheceu ", no domingo, em Abu Dhabi, Dave Gahan revela a dinâmica do grupo e como a música o salvou:

O que levou você a entrar no Depeche Mode?
Eu não tinha alternativa, Vince ouviu-me cantar "Heroes", de David Bowie na sala de ensaios ao lado deles, e me pediu para se juntar ao grupo.

Qual primeira impressão de você em relação ao grurpo?
Eles foram todos muito legais. Um pouco, estranho Martin disse que ele gostava da igreja, porque eles cantavam. Eu estava desconfiado, mas na realidade eu estava em dúvida sobre todos eles.

Como vocês trabalham juntos como um grupo?
Nós não somos uma banda tradicional. Nós não somos como os Rolling Stones, que improvisam juntos no estúdio. Há uma relação bem estabelecida entre mim e Martin. Fletch oferece as suas ideias, a sua ajuda, é o que diz: "O que você está fazendo? Estamos trabalhando por três dias, é uma porcaria. " 
É a água morna entre o gelo e o fogo. 

Alguma vez você já teve uma epifania música na sua juventude?
Tudo começou com o glam rock, com Slade, T Rex, David Bowie e Roxy Music. Depois veio o Damned e The Clash. Mas a minha inspiração real era Ziggy Stardust, o homem que vem de outro lugar. "

Quais são as suas lembranças da escola?
Eu odiava. Minha melhor lembrança é quando o professor me disse: " Gahan, o que é tão interessante para fora da janela? ". Havia apenas um campo, mas se eu fosse mais corajoso que eu teria dito: " Há mais vida lá fora do que aqui ", e ele me mandaria para o diretor. Eu era um sonhador. "

Houve momentos difíceis em sua vida. Agora você está mais feliz?
Eu ainda estou hipersensibilidade em relação à crítica, mas estou muito satisfeito comigo mesmo. Eu me perco nas músicas, no palco, quando eu faço música, e até mesmo na música dos outros, se eu tenho sorte.

Você tem algo para reclamar?
É mesmo. Eu não sou capaz de viver como um ser humano normal. Tenho tendência a ser muito agressivo ou muito entusiasmado. Defendo e minha esposa me diz: " Não fale assim, eu não sou nem um membro de seu grupo ou seu amigo."

Seu padrasto morreu quando você tinha dez anos. Qual o efeito que isso teve sobre você?
"Eu tinha dois irmãos mais novos, e eu disse a mim mesmo:." Eu acho que eu vou saber o que fazer " Mas, na verdade eu iria para o fundo. De acordo com a minha mãe eu era muito teimoso, eu prefiro acreditar em mim para ir contra a corrente. Foi isso o punk fez por mim. Minha mãe diz que eu comecei a ir e vir com as pessoas erradas. Mas a música me salvou. "

Em 2009, eu fui diagnosticado com câncer de bexiga. Qual foi sua reação?
Felizmente, eles encontraram um estágio inicial. É como se você tivesse ido contra uma parede, e graças a Deus o que aconteceu, porque isso me fez pensar em me voltar à minha esposa, aos meus filhos e tudo o que eu tenho. 

Crédito: DEPECHE MODE E DINTORNI 

Cover - All Thats Mine (Violators - Brasil)

Já comentei diversas vezes sobre está banda conver do Depeche Mode que em minha humilde opinião é a melhor que eu já ouvi, sem nenhum bairrismo por serem brasileiros, eu já perdi as contas de quantos covers e versões de outros artistas para trabalhos do Depeche Mode eu já ouvi, e a Violators é aquele tipo que deixa a gente em algum momentos em duvida de quem esta cantando, sem nenhum exagero.


Depeche Mode Recusa Lollapalooza e Deve vir Solo, Mas Não ao Brasil...


O Lollapalooza se prepara para sua primeira baixa. A princípio por um problema com o vocalista Dave Gahan, que não estaria contente em vir ao Brasil, o Depeche Mode avisou que não quer mais tocar no festival, e o evento, que acontece nos dias 5 e 6 de abril, no autódromo de Interlagos, em São Paulo, deve ficar sem um de seus headliners. Ao mesmo tempo, a produção correu para fechar com o Arcade Fire e finaliza o acerto para que o grupo canadense toque, independentemente da desistência ou não da banda britânica.
Segundo o apurou, no meio do processo de indecisão o Depeche Mode recebeu proposta para fazer shows solo na América do Sul, dentro da Delta Machine Tour, sem ter obrigação de passar pelo Brasil. O grupo tocou no país em 1994 e nunca mais voltou, mas fez shows na Argentina e no Chile, em 2009.

Nota do blogueiro: Problemas vocais, aham.... Se confirmar a saída do Depeche Mode do Line Up e sim vierem solo com Delta Machine Tour... Alguém ai ainda dúvida que comercialmente o Depeche Mode não tem por que se dedicar ao Brasil (com toda a razão)? Ou que algum produtor seria doido para pagar para ver.... Alguém ai pode estar pensado, ele esta feliz, não meus caros amigos devotos é que venho falando isso desde de sempre o Depeche Mode como qualquer banda é uma empresa não faz musica por caridade, o que para gente é devoção, para eles é musica + negócio e um não vive sem o outro. 
Então melhor economizarem pois Argentina e Chile talvez seja o destino de quem quiser ver a Delta Machine Tour. 

Fonte: Destak Jornal

Lollapalooza - Depeche Mode Ainda sem Confirmação

Circula entre os fãs do Depeche Mode a foto abaixo, seria o Line Up do Lollapalooza 2014 no Brasil, com o nome das bandas e locais onde ficarão hospedadas, mas notem que o nome Depeche Mode destacado na lista consta como sem confirmação, lista com data de 20/10/2013 de uma suposta reunião a Time For Fun a produtora responsável pelo evento.
Eu sinceramente duvido muito da presença do Depeche Mode no Brasil, por alguns motivos simples, é comercialmente ridículo os resultados da banda no Brasil, se comparado com Chile e Argentina por exemplo, se comparado com a Europa é inexistente. Um show apenas com o Depeche Mode aqui no Brasil, não teria um publico maior que 10 mil pessoas na minha opinião, ou seja, prejuízo certo para qualquer produtora. Bem em um festival talvez a vinda seja viável com os custos "rateados", mas mesmo assim ainda não acho que o Depeche Mode esta disposto a investir seu tempo em um pais que comercialmente para a banda é inexistente. 
É amigos infelizmente nasci no lugar errado. :(

E vocês acreditam na vinda do Depeche Mode ao Brasil? Discordam de mim?

Fonte: Site Moderninhos Safados

Live ACL Pro-Shot 10.11.2013 - Delta Machine Tour


01. Welcome To My World
02. Angel
03. Walking In My Shoes
04. Precious
05. Behind the Wheel
06. World in My Eyes
07. But Not Tonight
08. A Pain That I'm Used To
09. A Question of Time
10. Enjoy The Silence
11. Personal Jesus

12. Shake the Disease
13. Just Can't Get Enough
14. I Feel You
15. Never Let Me Down Again

Crédito: Monica Gahany

Isso que é Festival de Respeito

Cartaz do Austin City Limits Music Festival. Robert Smith e David Gahan. The Cure e Depeche Mode! Essa arte simplesmente merece um quadro, em um museu em um Hard Rock Café, espetacular!


Fonte: Facebook - Depeche Mode Brasil

Novidades Lollapalooza 2014


Segundo alguns sites, dia 10/10, nesta quinta-feira, teremos uma coletiva de imprensa para novidades do Lollapalooza Brasil 2014. Será que teremos a confirmação das primeiras atrações e o Depeche Mode estará no meio delas?

Uma coletiva de imprensa a ser realizada no dia 10 (quinta-feira) vai definir os próximos rumos do Lollapalooza Brasil. Com a participação de Perry Farrel, líder do Jane’s Addiction e criador do evento, o encontro deve revelar as primeiras informações do festival.

De acordo com um e-mail enviado para os jornalistas e outros meios de comunicação, a edição 2014 será “multiplicado por 5: 5X maior, 5X mais divertido, 5X mais interativo e 5X mais sustentável”.

Como já circulam na internet, algumas atrações são cotadas como headliners do festival. Os principais nomes são o Nine Inch Nails, Muse e Depeche Mode.

Nessa nova fase, quem assume a produção do Lollapalooza é empresa Ticket For Fun. Ela ficará responsável pela realização do evento nos próximos cinco anos. Existe a possibilidade da mudança do local do evento: do Jockey Club, assim como as duas edições anteriores, para o Autódromo de Interlagos. Ambos os espaços em São Paulo.

Fonte: Rock em Geral
Crédito: Ly Gore - Depeche Mode Brasil

Sammy Hagar Faz Cover de Personal Jesus

O cover de Personal Jesus será umas das faixas do novo álbum de Sammy Hagar com título - Sammy Hagar & Friends, lançado em 24 de Setembro passado.
A faixa tem participação do guitarrista do JOURNEY, Neil Schon e dos colegas de Hagar no CHICKENFOOT, Michael Anthony e Chad Smith.
Abaixo um trecho:

Fonte: Winsplash

Sintético, eu? Do Rock ao Pop, Músicos Recorrem a Sintetizadores Para Produzir Ritmos Eletronicamente Diferenciados


Iluminação psicodélica, rock progressivo e um parceiro cada vez mais presente na cena do pop e do rock mundial: os sintetizadores, aparelhos eletrônicos produtores de sons artificiais. A apresentação do trio Muse no primeiro fim de semana do Rock in Rio de 2013 ilustrou a forma como os novos instrumentos têm sido incorporados pelas bandas acostumadas a devotar atenção especial às - até então soberanas - guitarras.


Os sintetizadores eram inicialmente utilizados por bandas, ancoradas numa temática sombria e um estilo diferenciado que marcaram o final da década de 1970. Leia-se os alemães do Kraftwerk e os britânicos do Joy Division e Depeche Mode. Hoje, o synthpop (junção do rock e música eletrônica) encontra novos seguidores.


Exemplos de canções que unem os zumbidos promovidos pelos equipamentos a baladinhas eletrônicas estão no repertório de artistas como a dupla francesa Daft Punk, formado pelo duo francês Guy-Manuel e Thomas Bangalter, alcançou o Hot 100 da Billboard em maio deste ano com a música Get lucky - canção com 100 milhões de audições no Spotify e no YouTube. A produção é de Giorgio Moroder - especialista em sintetizadores e destaque da dance music dos anos 1970.que alcançou o primeiro lugar da Billboard em maio com a música Get lucky. A faixa integra o novo álbum do duo francês Random access memories, lançado neste ano e que conta com produção, entre outros, de Giorgio Moroder - consagrado produtor da dance music dos anos 1970, reconhecido pelo trabalho com sintetizadores.



Hurts persegue o ideal sombrio e melódico de bandas anteriores como Depeche Mode, no entanto, com uma pegada mais pop.


“Enquanto que na década de 1990 imperavam as guitarras, marca registrada do rock’n roll, na década anterior (1980), foi a vez dos sintetizadores, que hoje ganham uma reconfiguração pelas mãos de artistas mais pop como Daft Punk, The Killers e Lady Gaga. É só você olhar para os artistas que participaram do VMA (Video Music Awards, um dos maiores prêmios da música internacional) deste ano: a maioria utilizava sintetizadores nas canções. A música eletrônica domina de certa forma essa cena internacional, por isso os sintetizadores estão cada vez mais presentes”, comenta Leonardo Domingues (Léo D), tecladista do Mundo Livre S.A., e ex-integrante do projeto Máquinas na Pista.

O grupo formado por ele (Léo), William Paiva (tecladista) e Cecília Meira (vocais) fazia, no Recife, cover de bandas do synthpop clássico internacional como New Order, Depeche Mode e Eurythmics, entre 2000 e 2003. “Ainda hoje uso um sintetizador para executar canções. Fazíamos um som espelhado naquelas bandas, mas com um diferencial de arranjo com batida mais moderna, mais parecido com o da dance music dos anos 2000”, pontua Domingues.

Depeche Mode é uma das precursoras do estilo que dispensa apresentações quando falamos de sintetizadores. Banda de música eletrônica inglesa, é considerada grande influência de bandas de pop rock, como Linkin Park, e de outras de metal gótico, como a italiana Lacuna Coil. Em 1980, Vince, Martin e Andrew montaram a banda Composition of Sound, e passaram a usar sintetizadores, comprados e emprestados de amigos.


“O som dos sintetizadores casa com as letras marcadas pelo pessimismo em vigência na década de 1980”, comenta a coordenadora da especialização em cultura digital e redes sociais da Unisinos (RS), Adriana Amaral, responsável pela pesquisa 50 tons de synthpop. “Apesar de presente em diversos genêros, o synthpop se mantém enquanto nicho. Não é algo que toca com frequência nas rádios, mas se relaciona diretamente à tecnologia”, pontua. Quem concorda é o professor de comunicação da UFPE Jeder Janotti: “Os equipamentos promoveram não só uma diversificação de ritmos e sons, como também uma economia de recursos, já que hoje você produz conteúdo sonoro de qualidade pelo computador”.

“Os sintetizadores são encontrados até no heavy metal. Existem grupos que produzem um som com aquela temática mais sombria da década de oitenta como o Joy Division, enquanto outros abdicam de certos valores para serem mais pop como o pessoal do Daft Punk”, destaca Pierre Leite, tecladista da banda de rock pernambucana Chambaril.



Synthpop, e que diabos é isso?

Os sintetizadores alteram o timbre dos sons e produzem ruídos artificiais. A aplicação mais usual é para correção e voz. Eles também atuam para controlar a variação do som. As características mais comuns são:

- Associação a outros instrumentos, como bateria eletrônica;
- Produção de timbres mais crus, menos polidos;
- Embasam letras que discutem a questão existencial e amorosa: em geral, expressam sentimentalismo exacerbado;
- Bebem da literatura e do cinema de ficção científica da década de 1970, entre os quais, Laranja mecânica (1º filme com trilha sonora sintetizada do cinema).



Quer saber mais sobre sintetizadores e seu legado recomendamos com enfase o documentário Shynth Pop Britânia produzido pela BBC:   


E foi assim que conheci o Depeche Mode....

Foi por causa deste Card que eu conheci o Depeche Mode, na época era e sou muito fã do Erasure, e li nas costas deste card que o mestre Vince Clarke foi de uma banda chamada Depeche Mode, totalmente desconhecida para mim até então, na época fui em uma loja de discos conhecida aqui em Porto Alegre, a saudosa Technique lá eles além de venderem vinils, k7 e acessórios para DJs também gravavam fitas com seleções e discos, lembro muito bem em uma tarde chuvosa eu com 14 anos trabalhava de boy no centro, dei um pulo lá e disse pro cara quero uma fita k7 só com Depeche Mode pode escolher, no fim da tarde passei lá e peguei a ta fita, o cara da loja gravou todo o Music For The Masses, quando Never Let me Down Again me pressinou contra a parede ao rasgar os fones de ouvido do meu Walkman em pensei: "Caralho como eu não conhecia isso!" Dai em diante são 23 anos de devoção, e graças a esse card o Depeche Mode entrou na minha vida e nunca mais saiu, fez e faz a trilha sonora de todos os momentos da minha vida... 
E você como conheceu o Depeche Mode?


Imaginem o que eu senti ao fazer este vídeo em 2009:


Crédito foto: Miky Mode

Você no Instagran Oficial do Depeche Mode


Você é um colecionador Depeche Mode? 
Prove postanto fotos de seus itens favoritos no Instagram (certifique-se de marcar a imagem - ‪ ‬ #dmcollection). As melhores fotos vão ser postadas no Instagram oficial do Depeche Mode (@depechemode)

Never Let me Down Again - Live Mix


Crédito: Bernard Crock Park

32 Anos Colocando Qualquer Pista para Dançar

Há 32 anos houve o lançamento do primeiro hit do Depeche Mode: Just Can't Get Enough. Trata-se do terceiro single da banda inglesa, lançado em 7 de setembro de 1981. Sendo o segundo vindo do álbum “Speak & Spell”. No mesmo ano foi também o primeiro single da banda lançado nos EUA.
Composta pelo gênio dos sintetizadores Vince Clarke (atual Erasure), que deixou o Depeche  Mode em dezembro do mesmo ano:

Execução do clássico no show 101 de 1988:


Vince Clarke e seu colega de Erasure Andy Bell, em uma raríssima gravação tocando o clássico que Vince criou nos tempos de Depeche Mode:

Faixas do Single Should Be Higher


CD Single:

Should Be Higher (Radio Mix)
Should Be Higher (Little Vampire Mix)

CD Maxi-Single:

Should Be Higher (Jim Jones Revue Remix) 5:15
Should Be Higher (Little Vampire Remix) 5:30
Should Be Higher (MAPS Remix) 5:42
Should Be Higher (Jim Sclavunos from Grinderman Remix) 4:11
Should Be Higher (Radio Mix) 3:29
 
Fonte: Depmode.com

Set List & Fotos - Live Minnesota State Fair

1. Intro
2. Welcome to My World
3. Angel
4. Walking in My Shoes
5. Precious
6. Black Celebration
7. Policy of Truth
8. Should Be Higher
9. Barrel of a Gun
10. Higher Love (Martin)
11. Shake the Disease (Martin)
12. Heaven
13. Soothe My Soul
14. A Pain That I'm Used To ('Jacques Lu Cont's Remix' version)
15.A Question of Time
16. Enjoy the Silence
17. Personal Jesus
18. Home
19. Halo
20. Just Can't Get Enough
21. I Feel You
22. Never Let Me Down Again

Fonte: Depeche Mode Brasil

34 Anos do Depeche Mode

De minha parte são 23 anos de devoção... Não sei a data é oficial ou confirmada mas reza a lenda que hoje em um tempo distante no ano de 1979 a Banda Composition of Sound formada por Vince Clark (atual Erasure), Andrew Fletcher e Martin Gore se transformava com a entrada de David Gahan convidado por Vince Clark depois de visto cantando um cover de Heroes do David Bowie, em Depeche Mode. 34 Anos depois com mais de 100 milhões de álbuns vendidos, inúmeros prêmios e fãs,a maior e mais bem sucedida banda de musica eletrônica da história da musica sem mantém ativa e inovadora.  

Crédito: Romulo Carr

Capas e Áudio - Should Be Higher

Hoje foram divulgadas as capas do novo single do mais recente álbum do Depeche Mode, Delta Machine, abaixo as capas:

Single

Max CD

12" Single

Abaixo uma das versões que estará presente no novo single:

Screen Video 'Heaven'

Crédito: HourGlass Dm

Recomeça a Delta Machine Tour - Detroit

Local: Detroit - Estados Unidos da América
DTE Energy Music Theatre

Set List:

01. Welcome To My World
02. Angel
03. Walking In My Shoes
04. Precious
05. Black Celebration
06. Policy Of Truth
07. Should Be Higher
08. Barrel Of A Gun
09. Higher Love (Martin)
10. Shake The Disease (Martin)
11. Heaven
12. Soothe My Soul
13. A Pain That I’m Used To
14. A Question Of Time
15. Secret To The End
16. Enjoy The Silence
17. Personal Jesus
18. Goodbye
19. Home (Martin)
20. Halo
21. Just Can’t Get Enough
22. I Feel You
23. Never Let Me Down Again






Crédito Fotos: Depeche Mode.be / Depeche Mode Room

Depeche Mode + Hublot + Charity Water = Um Mundo Melhor

Conforme já postado, a ação destas empresas e da maior banda de musica eletrônica, levará água aos que nunca tiveram o privilégios de ter água limpa, mais informações: 


Crédito Video: Depeche Mode Fanclub Portugal

Delta Machine - VEVO Tour Exposed

Crédito: Lupita Alvarez

Happy Fathers Day


E agora? Começa a Venda de Ingressos para o Lollapalooza Chile


Mesmo sem confirmação oficial do show do Depeche Mode no Lollapalooza Chile os ingressos começam a ser vendidos na segunda feira:

Geral ( Cada Dia ):
Early Bird: $48.000 (R$ 215,00)
Pré Venda Lote 1: $65.000 (R$ 292,00)
Pré Venda Lote 2: $75.000 (R$ 336,00)
Pré Venda Lote 3: $90.000 (R$ 403,00)
Normal: $105.000 (R$ 470,00)

Passe para os 2 Dias VIP:
Pré Venda: $175.000 (R$ 784,00)
Normal $210.000 (R$942,00)

- Valores não incluem encargos de serviço.

Mais Infos: http://www.lollapaloozacl.com/

Peter Gordeno e Christian Eigner no projeto 'OPIEN'


O álbum é chamado de "Atlanta" tem colaboração de Christian Eigner, que trabalha com o Depeche Mode desde 1997 com o produtor, compositor e multi-instrumentista Niko Stoessl, que já trabalhou com Dave Gahan em Hourglass.
Estilo único que cria uma atmosfera pura e distinta, sem a adição de faixas digitais ou pré-gravada fazer este álbum em homenagem a artistas mais influentes brilhantemente evocando os anos 80 e, ao mesmo tempo, uma visão sobre a música do futuro ", levando o ouvinte para um universo em que os ídolos dos heróis do passado e do futuro colidem em perfeita harmonia."
"Atlanta" vem de um projeto concebido por Niko Stoessl 'OPIEN', gerido pela equipe de Daryl Bamonte.
No vídeo acima 'Let Me Down', você vai notar também a presença de Peter Gordeno, outro musico que trabalha com o Depeche Mode desde 1998.


E ai o que você achou, eu gostei muito, deixa sua opinião.

Créditos: Depeche Mode e Dintorni

Lollapalooza 2014 - Depeche Mode no Brasil e no Chile


O Lollapalooza Brasil 2014 e o Lollapalooza Chile 2014 terão Nine Inch Nails e Depeche Mode, de acordo com o jornal Destak e o site Omelete, também ouvi sobre a confirmação na rádio Pop Rock de Porto Alegre. O festival será realizado em São Paulo, no Campo de Marte, em data a ser definida. 

Segundo a publicação, o evento pode acontecer nos dias 5 e 6 de abril - em breve, uma confirmação oficial deve ser dada pela Time For Fun,  nova produtora da versão brasileira do festival.

O Nine Inch Nails foi uma das principais bandas do Lollapalooza Chicago, realizado no último final de semana. Em setembro deste ano a banda lança seu novo disco, Hesitation Marks. O Depeche Mode lançou seu último álbum, Delta Machine, em março. Ambas tocarão tanto no Lollapalooza Brasil quanto no Chile, que será realizado nos dias 29 e 30 de março. 

Esperamos por confirmação oficial no site do Depeche Mode.

Vote - World Music Awards

O Depeche Mode esta concorrendo na categoria Melhor Banda no World Music Awards, vamos Votar!


Soothe My Soul no Trailer da Série Dracula

Crédito: DEPECHE MODE E DINTORNI

Fotos Vilnius - Delta Machine Tour

Fonte: Depeche Mode Tributo Argentino

Set List Vilnius - Delta Machine Tour

Local: Vilnius - República da Lituânia
Vingus Park

1. Welcome To My World
2. Angel
3. Walking In My Shoes
4. Precious
5. Black Celebration
6. Policy Of Truth
7. Should Be Higher
8. Barrel Of A Gun
9. Higher Love (Martin)
10. Shake The Disease (Martin)
11. Heaven
12. Soothe My Soul
13. A Pain That I'm Used To
14. A Question Of Time
15. Secret To The End
16. Enjoy The Silence
17. Personal Jesus
18. Goodbye
19. Home (Martin)
20. Halo
21. Just Can't Get Enough
22. I Feel You
23. Never Let Me Down Again

Art + Depeche Mode + Book


Meu nome é Simon James, eu sou um artista de Londres, e sou um grande fã do Depeche Mode. 
Eu amo o jeito que as músicas falam sobre dramas psicológicos, e me perguntava o que seria como se tivessem escrito suas canções como livros, em vez de como a música. 
Então, eu usei meus três álbuns favoritos do Depeche Mode - Music for the Masses, Violator e Songs of Faith and Devotion - e criei estampas de arte que mostram pequenas bibliotecas de livros para cada álbum. Cada faixa de um álbum é representado pelo seu próprio livro, e os livros são dispostos na mesma ordem em que estão nos álbuns originais. Com as cores e as texturas dos livros que eu estou tentando comunicar o humor dos álbuns também, e também o meu amor por livros antigos e de coleções.

Eles estão disponíveis para comprar na minha loja no Etsy:

Music for the Masses: http://etsy.me/14e02bH
Songs of Faith and Devotion: http://etsy.me/15KLRHP

Nota: Recebi este e-mail do amigo Simon e achei lindas as artes que ele criou.

Happy Birthday Martin L. Gore

Happy Birthday Martin L. Gore, thanks for writing the soundtrack of my life.


Live Olympic Stadium (Full HD) - Delta Machine Tour







Crédito: Fuckingdevotee

Fotos Nime - Delta Machine Tour

Fonte: Depeche Brasil - Facebook

Set List Nimes - Delta Machine Tour

Local: Nimes - França
Antic Arena 

1. Welcome To My World
2. Angel
3. Walking In My Shoes
4. Precious
5. Black Celebration
6. Policy Of Truth
7. Should Be Higher
8. Barrel Of A Gun
9. Shake The Disease (Martin)
10. Judas (Martin)
11. Heaven
12. Soothe My Soul
13. A Pain That I'm Used To
14. A Question Of Time
15. Secret To The End
16. Enjoy The Silence
17. Personal Jesus
18. Goodbye
19. Home (Martin)
20. Halo
21. Just Can't Get Enough
22. I Feel You
23. Never Let Me Down Again

Todas as Reportagens Sobre o Depeche Mode no Optimus Live

Culto a Depeche Mode no Optimus Alive


Os Depeche Mode eram o nome mais sonante da edição deste ano do Optimus Alive e o Passeio Marítimo de Algés encheu-se para assistir a este regresso aos palcos portugueses. A banda liderada por Dave Gahan esteve à altura das expectativas do público, que vibrou quase tanto com os clássicos da banda como com as canções mais recentes.

Em jeito de boas-vindas, o grupo arranca com "Welcome to My World", canção retirada de "Delta Machine", o seu último disco. Dave Gahan é recebido pelos fãs como um "personal jesus", disposto a ser adorado pela multidão. Colete brilhante, movimentos voluptuosos e uma dose generosa de teatralidade não deixam os fãs indiferentes - bem longe disso. Aliás, o líder do grupo britânico não precisa de muito mais para deixar o público em êxtase.

"Angel", também do novo álbum, foi a música que se seguiu, mas foi com o clássico "Walking in my shoes" que o público se manifestou efusivamente e entrou em sintonia com a banda."Precious", "Personal Jesus", "Enjoy the silence", "I Feel You" ou "A Question of Time" foram algumas das canções mais celebradas e entoadas pela multidão, que, mesmo assim, não renegou as canções do novo disco.

"Heaven", primeiro single do novo trabalho, foi bem recebida e já começa a ter um espaço de destaque nos concertos, concorrendo com alguns dos êxitos que pontuam os trinta anos de carreira da banda. "Soothe my soul" segue o mesmo caminho.

Líder nato, Gahan destila sexualidade e ensaia danças do varão no suporte do microfone. "Este homem é lindo", comenta uma fã.

Tantos anos na estrada fazem com que esta seja uma máquina bem oleada, apesar de a animalidade de Dave Gahan quase nos fazer acreditar no contrário. Bem mais contido é o teclista Martin Gore, que, timidamente, ocupa os vazios deixados quando Gahan sai de palco. Canta "Shake the disease" e "Home" e o público acompanha solenemente.

Crédito: Jornal da Manhã
Foto: João Girão - Global Notícias

A Idade Não Pesou aos Depeche Mode no Festival Optimus Alive

Os ingleses Depeche Mode deram um concerto no sábado, no festival Optimus Alive, em Algés, convencendo os fãs que a idade não pesa sobre um repertório com mais de trinta anos.
Apesar de terem lançado este ano «Delta Machine», abrindo o concerto com dois dos temas novos, Dave Gahan e Martin Gore resgataram do passado grande parte do alinhamento.
O vocalista, de 51 anos, foi parco nas palavras, mas não se poupou nas movimentações em palco, entre o sensual e agitador de massas, apelando à participação do público, como aconteceu em «Walking im my shoes» e «Enjoy the silence».

Crédito: Diário Digital / Lusa

Depeche Mode e o tecnopop que nunca morre

Os ingleses do Depeche Mode se entronizaram na noite deste sábado em Portugal como os reis do tecnopop, assegurando assim a obrigatória dose de maturidade ao Optimus Alive, um festival cada ano mais consolidado.

Com uma atuação carregada de sedução e dança, o vocalista Dave Gahan fez do palco seu reino particular no segundo dia do evento em Oeiras, a cerca de 20 quilômetros de Lisboa.
A banda que injetou o som sintetizado no pop há três décadas entoou as canções mais emblemáticas de sua carreira durante quase duas horas e com poucos esquecimentos.
A atuação, que atraiu mais pessoas do que na noite anterior, serviu também de apresentação de seu último disco, "Delta Machine", um trabalho eclético e minimalista.
O Depeche Mode começou o show com "Welcome to My World", canção que abre seu álbum mais recente e chamou com eficácia o público que ainda se aproximava dos dois palcos.
Em seguida Gahan pegou o microfone e cantou para um público de súditos ansioso para devorar alguns dos hinos eletrônicos mais dançantes das últimas décadas.
Em uma noite de temperatura amena, o clássico "Walking in My Shoes" começou a animar os espectadores, agitados pelo cinquentão Gahan.
Em um segundo plano, ficou o compositor, tecladista e guitarrista Martin L. Gore, que se dedicou a fundo em algumas músicas, como "Judas" e "Home".
O potencial dos novos singles da banda foi demonstrado com a dramática "Heaven" e a fogosa "Should Be Higher", nas quais o vocalista sempre balançava as quadris e interpretava seus frequentes gestos afeminados.

O Depeche Mode rendeu um tributo especial a um dos discos mais bem-sucedidos da banda, "Violator" (1990), com "Policy of Truth" e uma de suas mais sofisticadas canções, "Enjoy the Silence".
Depois vieram aquelas músicas que marcaram o início do grupo de Essex, como "Black Celebration", que deu nome a seu quinto álbum produzido em 1985.
Também não faltaram a melancolia dos teclados de "Precious" e as doses de eletrônica de "A Pain that I'm Used To", ambas canções do álbum "Playing the Angel" (2005).
O público só entendeu que chegou de verdade sua hora quando soou o começo lento, quase em câmera lenta, do solo de guitarra de "Personal Jesus", talvez a mais característica canção do grupo.
E embora "Home" tenha acalmado os espectadores, o público foi reavivado em seguida com "Just Can't Get Enough", o terceiro single da banda, e "Never Let Me Down".
O show do Depeche Mode foi precedido por seus compatriotas Editors, banda cujo cantor Tom Smith tem uma voz profunda como a do cantor Ian Curtis de Joy Division.
O grupo, que este junho lançou seu quarto álbum "The Weight of Your Love", fez um show sem excessos no qual não faltou a potência meteórica do single "Munique".
Algumas surpresas da jornada foram os portugueses do Oquestrada, um pop fresco e divertido feito com folclore autóctone.
O tom enigmático do evento foi do soul da dupla canadense e dinamarquesa Rhye, que souberam aproveitar a intimidade do segundo palco para apresentar seu álbum de estreia "Woman".
A sétima edição do festival termina neste domingo com os americanos do Kings of Leon e alguns grupos excelentes como o Alt-J, vencedores mais recentes do famoso prêmio "Mercury".

Crédito: Terra Brasil

A celebração dos Depeche Mode no Optimus Alive


A atuação dos veteranos embaixadores da pop eletrónica inglesa foi o momento mais ansiado pelos muitos que enchiam o recinto na segunda noite. O grupo respondeu com um concerto para as massas.
Terminou há pouco o concerto dos Depeche Mode no Optimus Alive, tendo o grupo saído do Passeio Marítimo de Algés claramente vitorioso. Durante duas horas celebrou-se toda uma carreira marcante na história do electro/pop, que não esqueceu sucessos mais remotos como Just Can't Get Enough (já no encore), passando por Personal Jesus e Enjoy the Silence (ambas amplamente cantadas pela multidão que os recebeu). O propósito da digressão que trouxe esta noite o grupo a Algés pode ser um novo álbum, Delta Machine (que não foi esquecido, ou não tenha o concerto começado com Welcome to my World e Angel), mas o que acontece num concerto dos Depeche Mode é a celebração de todo um percurso. Isso é feito sem que a nostalgia seja o único factor em conta, principalmente pela presença em palco do vocalista Dave Gahan, performer nato que foi feito para espetáculos para massas. Martin Gore teve, ocasionalmente o seu protagonismo, como aconteceu quando interpretou Home, no início do encore, mas é acima de tudo na figura de Dave Gahan (e na agilidade da banda) que o concerto dos Depeche Mode vive. Mais um momento de aclamação absoluta.
O grupo mais aguardado do segundo dia de Optimus Alive entrou há momentos em palco e, se ao final da tarde havia menos público que na véspera, o cenário alterou-se consideravelmente. À hora de entrada do grupo britânico a plateia era visivelmente maior do que aquela que recebeu os Green Day na sexta-feira. Os Depeche Mode iniciaram o concerto com dois temas do recente álbum Delta Machine, Welcome to my World e Angel, mas logo revisitaram momentos do seu passado, como Walking in my Shoes ou Policy of Truth, bastante celebradas pelos milhares de fãs que acorreram a Algés. Com um espetáculo visual apurado, o grupo revela competência na criação de um espetáculo pensado para as massas. Antes dos Depeche Mode subiram ao Palco Optimus os Editors. 

Crédito: DN Artes
Foto: João Girão - Global Notícias

A idade não pesou aos Depeche Mode no festival Optimus Alive

Os ingleses Depeche Mode deram um concerto no sábado, no festival Optimus Alive, em Algés, convencendo os fãs que a idade não pesa sobre um repertório com mais de trinta anos.
Apesar de terem lançado este ano "Delta Machine", abrindo o concerto com dois dos temas novos, Dave Gahan e Martin Gore resgataram do passado grande parte do alinhamento.
O vocalista, de 51 anos, foi parco nas palavras, mas não se poupou nas movimentações em palco, entre o sensual e agitador de massas, apelando à participação do público, como aconteceu em "Walking im my shoes" e "Enjoy the silence".

Crédito: Expresso XL

Alive: O Peso do Passado dos Depeche Mode


Os Depeche Mode inventaram um som e criaram uma fórmula ao vivo de grande sucesso nos anos 80 que já não conseguem largar. Os deuses da pop electrónica acabam de dar um concerto de duas horas no Alive em que continuam a repetir os mesmos números de showbiz de sempre, nos mesmos temas de sempre, em especial o mestre de cerimónias Dave Gahan.

A diferença dos últimos anos é a introdução de um baterista no quadrante sonoro, que em Algés deu mais músculo mas que retirou aquela subtileza misteriosa que apaixonou parte do mundo.

A entrada com 'Welcome To My World' foi suave, com a banda a ver-se apenas a olho nu sem o auxílio dos ecrãs laterais. Em 'Angel', os batimentos cardíacos das máquinas aumentam. Mas é 'Walking in My Shoes' (dos tempos de "Songs of Faith and Devotion") a primeira prenda a sério para os fãs que desejam os temas antigos. 'Precious' é uma das músicas mais famosas dos últimos anos dos DM a que o público também adere. O mais sombrio 'Black Celebration' é uma ida ao baú histórico mais antigo perante a surpreendente apatia da assistência. O também clássico 'Policy of Truth' soa mais velhinho e cansado no Alive. Também o vocalista Dave Gahan, de bigode ralo, apresenta um ar já mais envelhecido, apesar do descomplexo em exibir o seu corpo musculado e tatuado, que o colete aberto não quer esconder.

'Should Be Higher' é ilustrado por imagens de fogo de artifício. 'Barrel of a Gun' é afectado por um surpreendente ruído de hardrock de Martin Gore que assina logo a seguir um dos momentos da noite, ao dar a sua voz (bem menos grossa que a de Gahan) a um 'Shake the Desease' convertido a uma balada ao piano. Os mais recentes 'Heaven' e 'Soothe My Soul' arrefecem as temperaturas. Mas por breves minutos.

'A Question of Time' volta a pôr tudo em polvorosa, com Gahan a girar mais umas voltas velozes com o suporte de microfone mas o tema apresenta-se deficitário face ao potencial de outrora, ao contrário do ainda mais popular 'Enjoy The Silence' que mantém o seu charme austero intacto e que merece um brutal prolongamento. Para fecho, 'Personal Jesus', com a guitarra de Gore afinada para acordes rock & rollers, tem um começo bluesy até a discoteca do costume reacender-se.

Alguns espectadores menos avisados vão-se embora mas os Depeche Mode voltam para encore, como não podia deixar de ser. 'Halo' é executado com uma ornamentação mais cinematográfica. O mais orelhudo 'Just Can't Get Enough' põe toda a gente a dançar. As guitarradas de Martin Gore anunciam 'I Feel You', antes do momento final de glória com um mais desgastado 'Never Let Me Down Again' que, como sempre, provocou uma ondulação de braços no ar que ainda impressiona.

Crédito: Cotonete
Fotos: Vanessa Krithinas

Depeche Mode Foram Reis e Senhores no Optimus Alive

Ao segundo dia de Optimus Alive'13, os Depeche Mode foram reis e senhores de uma noite que deve ter estado muito próxima da perfeição para os fãs da banda britânica.

Quatro anos após o último concerto em Portugal, no Pavilhão Atlântico, Dave Gahan, Martin Gore e Andy Fletcher não deixaram de apresentar as novidades do 13º disco de estúdio, «Delta Machine», mas foi com os incontornáveis clássicos de uma carreira com mais de três décadas que conquistaram a vasta plateia de milhares e milhares que rumaram até ao Passeio Marítimo de Algés neste sábado.

Apesar da longevidade e da própria idade dos músicos (todos eles já passaram a barreira dos 50), os Depeche Mode não conseguem simplesmente entrar em modo automático e despejar hits e canções novas só para mostrarem trabalho feito. (...)

Crédito: TVi24

Celebração com Depeche Mode e introspecção com Rhye


Celebração colectiva com Depeche Mode, intimismo com Rhye, surpresa com o hip-hop dos Jurassic 5. Foi a noite de sábado no OptimusAlive, que termina este domingo com Kings Of Leon, Phoenix e Tame Impala.

 Os irresistíveis Vampire Weekend e o frenético circo rock dos Green Day
Confirmações, desilusões e surpresas. É quase sempre assim nas noites dos festivais. Não foi diferente, sábado, na segunda das três sessões de OptimusAlive, que registou muito público – não há números oficiais, mas estariam certamente tantas pessoas como o ano passado na noite dos Radiohead, ou seja, na ordem dos 50 mil.

A larga maioria estava presente para ver os Depeche Mode que, mais de 30 anos e muitas crises existenciais depois, continuam bastante activos. São até um caso singular na cultura pop, um daqueles projectos que mantêm características de culto minoritário, só que, no seu caso, capaz de conquistar milhões em todo o mundo.

Os últimos álbuns (o derradeiro, Delta Machine, foi lançado em Março) não acrescentam nada de significativo ao seu percurso, mas também não o comprometem. Exactamente o que se passa também em palco. Quando tocam as canções mais recentes, os indefectíveis mais próximos do palco reagem com emoção, enquanto os restantes se alheiam um pouco, mas quando os sucessos que todos conhecem são abordados existe uma reacção de celebração que é transversal.

Foi, por isso, um concerto inteligente, com uma primeira metade mais centrada em canções dos últimos tempos, com o grupo a ter de se desafiar a si próprio para conquistar a plateia, e uma segunda parte com mais êxitos, daqueles em que parece que a assistência puxa mais pelo grupo do que o contrário.

Esta não é, cenicamente, a sua melhor digressão (em comparação, por exemplo, com Tour for the Masses ou Devotional), mas a verdade é que o trio – coadjuvado por um baterista e um teclista – mantém intactas todas as capacidades.

Dave Gahan domina o cenário de forma endiabrada, rodopiando sobre si próprio, agarrado ao pé do microfone, ao mesmo tempo que se expressa numa voz potente e desenvolve movimentos pélvicos. O som da guitarra de Martin Gore, inspirado nos blues, é essencial, sem prescindir de alguns números solitários (em Shake the disease ou Home, acompanhado apenas ao piano), para expressar o baladeiro melodramático que existe dentro dele. O mais discreto é Andrew Fletcher, nos teclados, comodamente em segundo plano.

Os dinamismos rítmicos obsessivos, a rispidez emocional e, por vezes, o som mais musculado de alguns temas do último álbum, como Welcome to my world – a canção de abertura – Angel ou Soothe my soul fizeram-se ouvir, marcando a toada do concerto, mas o que dominou foram êxitos como A question of time, Enjoy the silence, Walking in my shoes ou Policy of truth. Diga-se que não se limitaram à reprodução, conseguindo surpreender na reinterpretação de Personal jesus ou A pain that i’m used to.

Na fase final, no encore, delírio geral com Just can’t get enough, enquanto I feel you e Never let me down again, serviram para que o público cantasse a uma só voz, confirmando que os ingleses continuam a fazer dos concertos momentos de celebração colectiva.

O alinhamento do palco principal foi bastante heterogéneo. Começaram os portugueses OqueStrada, com a sua mundividência da música popular portuguesa, com temas novos a prenunciar o novo álbum, seguindo-se os americanos Jurassic 5, figuras credíveis mas não determinantes do hip-hop na década de 1990, regressados ao activo recentemente, depois de meia dúzia de anos de interregno.

E surpreenderam. Quatro declamadores em palco e dois DJ (Nu-Mark e Cut Chemist) fizeram a festa, agarrando o público com sabedoria, através do balanço mais suavizado do hip-hop, com uma fluência vocal harmónica que nunca resvalou para a contundência.

A maior parte da assistência não conhecia certamente a música do colectivo de Los Angeles, mas deixou-se seduzir sem dificuldades. Se mais provas fossem necessárias, eis mais uma que torna incompreensível por que não há mais figuras de topo de linguagens como o hip-hop ou o R&B em festivais para massas em Portugal.

Depois do hip-hop, o pós-punk reactualizado pelos ingleses Editors, o típico grupo competente, com um vocalista carismático e algumas canções de cariz épico que ficam no ouvido, capazes de cumprirem bem com o papel de agitar a multidão, prenunciando os cabeças de cartaz Depeche Mode, mas que nunca chegarão à primeira linha.

No palco Heineken, realce para os canadianos Rhye, autores de um excelente álbum deste ano, Woman. Foram a surpresa maior da noite. Não tanto pelo concerto (precisam nitidamente de mais rodagem), mas porque a sua música voluptuosa e intimista, por vezes quase próxima do silêncio, gerou enorme empatia com quem assistia.

É uma música que projecta imenso espaço. A estrutura fundadora – baixo, bateria, teclados e instrumentos de cordas – é por vezes esquelética e a voz e presença de Mike Milosh (algures entre Sade e George Michael) é discreta. Nos momentos em que se lançam à improvisação, como se fossem uma formação de jazz, sente-se instabilidade, qualquer coisa que ainda não está totalmente consolidada. Mas, milagre, apesar da fragilidade, a coisa funciona.

Eles estavam nitidamente satisfeitos – “Nunca tocámos para tanta gente”, lançou às tantas Milosh – e o público também, principalmente quanto tocaram canções como Last dance, The fall ou Open.

Horas antes, no palco Optimus Clubbing, o projecto How To Dress Well, havia projectado qualquer coisa de semelhante, com Tom Krell a expor o seu falsete vocal ao serviço de uma sonoridade electrónica minimalista com momentos de enlevo orquestral, na linha do novo R&B. Às tantas, pelo facto de o som dos palcos adjacentes se ouvir ali, disse que gostaria de voltar para “um concerto a sério”. Nós também gostávamos de o ver e ouvir com outro tipo de condições.

Num festival deste género, com estímulos a surgirem de todos os lados, e com música a fazer-se ouvir em diversos palcos, por vezes de alguns concertos ficam apenas leves impressões: não vimos na totalidade o espectáculo de Paulo Furtado (Legendary Tiger Man), mas pelo que presenciámos não custa perceber que foi um dos vencedores da noite. O mesmo se aplicando aos portugueses Capitão Fausto, caso sério em palco, que o poderá ser ainda mais, quando a sua sonoridade for ainda mais personalizada, deixando de lado algumas influências, expostas, generosamente é certo, à flor da pele.

Referência ainda para os portugueses Throes & Shine, que actuaram no coreto da Red Bull Music Academy, expondo um som sincrético de grande energia, entre o rock e o kuduro. Não podiam propiciar uma celebração  geracional como os Depeche Mode, mas para as centenas de pessoas – a maior parte estrangeiros – que o viveram como se fosse o último dia das suas vidas, é capaz de ter sido o momento da noite. No OptimusAlive cada um leva a sua história para contar.

Crédito: Cultura P

Depeche Mode provoca enchente no Alive

Como já se previa, o segundo dia do Optimus Alive encheu-se de gente para ver os Depeche Mode e para quem esteve na noite anterior no Passeio Marítimo de Algés foi fácil perceber que esteve deverá ser o dia mais concorrido de todo o festival. Hoje à noite ainda há Kings of Leon e Tame Impala, mas apesar do rock de estádio dos norte-americanos e do psicadelismo dos australianos há veteranos que, independentemente das circunstâncias, revelam sempre a sua grandeza. Dave Gahan é exemplo máximo disso mesmo.
Aos 51 anos, o vocalista dos Depeche Mode está em excelente forma e continua a mostrar uma vitalidade muito própria em cima do palco. Irrequieto, dançante, sensual, é ele que concentra todas as atenções de uma plateia nem sempre atenta ao que se passa em palco, mas que, apesar da dispersão entre telemóveis, conversas com amigos e pedidos de cerveja aos vendedores ambulantes da Heineken, reage imediatamente quando Gahan as chama a si. E nem precisa usar palavras. Durante as quase duas horas de concerto, o vocalista raramente se dirigiu ao público, mas a sua comunicação corporal agitou, várias vezes, a vasta plateia que se concentrou junto ao palco principal.

Como tem feito em toda a digressão, a banda inglesa abriu o alinhamento com dois temas do novo disco, “Delta Machine”. Depois de ‘Welcome to My World’ ouviu-se ‘Angel’ e, daí para a frente, partiu-se à exploração de um repertório com mais de 30 anos. Os momentos altos da noite foram, inevitavelmente, quando o grupo visitou ‘Enjoy the Silence’, ‘Personal Jesus’, ‘Walking in My Shoes’ e ‘Just Can't Get Enough’ e a euforia instalou-se, com a plateia a entoar em uníssono todos os êxitos.

Antes dos Depeche Mode, o palco principal pertenceu à também banda inglesa Editors, que apostou num alinhamento que junta temas conhecidos - como ‘The Racing Rats’ e ‘An End Has a Start’ - com canções do novo álbum, “The Weight of Your Love”. Apesar de terem um número considerável de fãs por cá, a actuação foi muito pouco entusiasmante e grande parte da multidão preferiu ir espreitar os portugueses Capitão Fausto, no palco Heineken. E, de certo, ninguém se arrependeu.

Os cinco jovens de Lisboa, que se preparam para lançar o segundo disco de originais em Setembro, mostraram, mais uma vez, por que são considerados uma das mais interessantes promessas da música portuguesa. Consistentes, com um rock sólido de guitarras vivas e bem audíveis, a banda liderada por Tomás Wallenstein revelou uma energia e à-vontade em palco que cativou os festivaleiros.

Antes dos Capitão Fausto, a tenda do palco Heineken recebeu os norte-americanos Rhye, outra das actuações mais aplaudidas do segundo dia de Optimus Alive. Apesar da sua música melancólica e introspectiva parecer deslocada num ambiente de festival, a formação conseguiu prender a grande maioria dos que se deslocaram àquele espaço com a beleza das suas canções. “É a maior plateia para a qual já tocámos”, confessou o vocalista Mike Milosh, revelando que a banda veio “com uma semana de antecedência” para Portugal, porque o nosso “país é lindo”.

Crédito: Sol Sapo.PT

40 mil vibram com os Depeche Mode

A noite com mais público do Alive ficou marcada por um ambiente de festa, própria de grandes momentos musicais, e pelos festivaleiros que foram a Algés, sobretudo, para ver os Depeche Mode, o nome mais apelativo do cartaz de sábado.

 Cerca de 40 mil pessoas, esperaram, com calma contida, a entrada em cena da banda, quatro anos após a última passagem do grupo britânico pelo Pavilhão Atlântico, em Lisboa. ‘Welcome To My World’, convidou David Gahan no tema que abriu o espetáculo, retirado de ‘Delta Machine’ lançado em Março passado. Antes de atacar ‘Walking In My Shoes’, berra de forma emotiva: “Boa noite, Lisboa”. O público respondeu ao excelente ambiente que foi criado pela banda em palco.
Com um som bem mais agressivo do que os festivaleiros esperavam, os Depeche Mode não fizeram concessões. Os fãs corresponderam de braços no ar, efusivos nas celebrações a cada tema. ‘Black Celebration’, ‘Policy Of Truth’ e ‘Barrel of a Gun’ foram os primeiros grandes momentos do concerto.
Com o público ganho, voltam ao último trabalho com ‘Soothe My Soul’, seguido da versão remixada de ‘A Pain That I’m Used To’. O ambiente estava perfeito e tornou-se escaldante com o clássico ‘A Question of Time’. ‘Secret to the End’ dá lugar a ‘Enjoy the Silence’ e Gahan nem precisa de esforçar-se para cantar. A sua voz é substituída, logo aos primeiros acordes, pelo coro eufórico de milhares de vozes durante toda a canção. E só não sucedeu o mesmo com ‘Personal Jesus’, que encerrou o concerto, porque a maior parte não se apercebeu do início alternativo a um dos temas mais amados pelos fãs.
Já em ‘encore’, ‘Home’, em versão acústica, e ‘Halo’, introduziram ‘Just Can’t Get Enough’, imprescindível em qualquer alinhamento ao vivo dos Depeche Mode. O tempo esgotava-se, mas houve ainda tempo para ‘I Feel You’ e ‘Never Let Me Down Again’, com que encerrou um espetáculo que passou as duas horas.

Crédito: Correio da Manhã

Depeche Mode: Experimenta Estar no Meu Lugar

Há por aí muitas bandas que gostavam de estar no lugar dos Depeche Mode, de “andar com os seus sapatos", ou ao menos tentar, como diz um dos muitos hits entoados pelo coletivo no regresso aos palcos nacionais quase uma década depois.

Há por aí muitos grupinhos que gostavam de ser uma das “maiores banda do mundo” – e olhem que já basta os dedos de uma mão para as contarmos. Mas para isso são necessárias condições que nem todos conseguem. A estrelinha da sorte, claro. Muito trabalho também. Mas sobretudo um repertório intemporal, visionário quando foi originalmente relevado e portanto capaz de resistir ao passar dos tempos.

Que temas com 25/30 anos continuem a transportar-nos para outra dimensão, seja ela intimista/etérea, seja ela maquinal/dançável, é algo impressionante. O já citado Walking in My Shoes, Question of Time (em versão acelerada), Black Celebration, Just Can’t Get Enough, Enjoy the Silence e Personal Jesus (este com um arranque em registo bluesy e servindo de despedida antes do encore de 5 temas) explicam o culto da banda de Dave Gahan. À mistura com temas mais fresquinhos, derão corpo a um alinhamento perfeito (bem, se quisermos ser picuínhas faltou o People Are People, mas desta vez passa), servido por um mestre de cerimónias que, nota-se, ainda tem muito amor à sua arte e ao palco.

Dave Gahan – e também Martin Gore, ao seu jeito mais tímido como se viu em duas passagens vocais defendidas a solo – estão em forma. O vocalista, cuja voz foi a cereja no topo do bolo de um som tecnicamente imaculado (tal qual como nos discos), não parou de espicaçar o público e de rodopiar em palco com o seu ar atrevido. Nota 10 igualmente para a projeção vídeo, para os efeitos surpreendentes em palco, num cenário como que concebido por camadas. Na despedida I Feel You e Never Let Me Down Again, duas verdades absolutas no show de sábado no Passeio Máritimo de Algés onde estiveram mais de 40 mil pessoas.

Crédito: Deastak PT

Optimus Alive, Dia 2: Canções de Fé e Devoção


Ao segundo dia o palco principal do Optimus Alive recuperou o seu estatuto e recebeu dois concertos que vão directamente para a galeria de inesquecíveis, Depeche Mode e Jurassic 5 foram os autores da proeza em mais uma noite de clima pouco veraneante com casa cheia.

Após um primeiro dia em que quase toda a acção interessante se passou nas tendas, o segundo dia foi virado para o palco principal e a sua imensa plateia.

Depois dos portugueses Oquestrada terem aberto o dia pelas 18h00, o palco principal transformou-se num espaço de luxo para quem gosta de hip hop. Os Jurassic 5 vieram continuar o que os Beastie Boys tinham começado há uns anos mas agora com um grande (e alto) som e figuras de peso. Com quatro MC's e dois conceituados DJ's, Dj Nu Mark e Cut Chemist, os californianos deram uma valiosa aula de hip hop com instrumentais funk, rimas certas e beats irresístíveis. Não faltaram clássicos como «Quality Control», «Concrete Schoolyard», «Jayou» ou «Improvise». Separados desde 2007, este é o ano do regresso para os Jurassic 5 que pela amostra de Algés está a ser bem divertido e pode levá-los a novas aventuras. Ficamos a torcer por isso já que o concerto foi memorável.

Os Editors beneficiaram da enchente que os fãs de Depeche Mode proporcionaram na plateia de Algés. Sem trunfos de qualidade neste novo disco socorreram-se a hits para agarrarem um público que não regateou aplausos a momentos altos como a derradeira «Papillon», a melhor canção que os New Order não escreveram.

Pelas 22h00 os Depeche Mode sobem ao palco e deparam-se com uma multidão disposta a celebrar as duas dezenas de canções que iam desfilar.

Um alinhamento cuidadosamente escolhido equilibrou temas novos de «Delta Machine» com preciosidades como «Black Celebration», «A Question of Time» , «Enjoy the Silence» ou «Personal Jesus», estes últimos três em sequência arrebatadora. Depois um encore com «Home» em versão acústica, «Halo» (na remistura Goldfrapp), o muito aguardado «Just Can't Get Enough» que perto de nós chegou a provocar gritos por Suarez, ponta de lança do Liverpool que tem um cântico baseado neste tema em Liverpool, «I Feel You» e «Never Let Me Down Again» que fechou de maneira imaculada um inesquecível concerto. Uma viagem no tempo que tanto pode ser o presente electro dançante de «Delta Machine» como o passado do incontornável álbum ao vivo «101» dos já distantes anos 80. David Gahan, Martin Gore e Andrew Fletcher conseguem manter a imagem de sempre em palco e superam as melhores expectativas de quem os queria ver. Ao nível do melhor que já viu naquele espaço nos últimos sete anos.

Crédito: Disco Digital

Nota: Todas as reportagens em Português de Portugal.