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Feliz Páscoa a Todos os Devotees!

A Perfect Circle Faz Cover do Depeche Mode no Lollapalooza


O palco Butantã recebeu a banda A Perfect Circle para o último show do segundo dia do festival Lollapalooza, neste sábado (30), no Jockey Club de São Paulo. Sem se apresentar, a banda já abriu com Annihilation, versão do grupo para a canção do Crucifx – a faixa faz parte do álbum Emotive (2004), que possui mais nove covers e duas canções autorais. “Boa noite, São Paulo”, arriscou em português o vocalista Maynard James Keenan.
Com o palco escuro e iluminado apenas por luzes coloridas baixas, a apresentação foi marcada por um clima calmo e intimista, que incluiu também uma versão do clássico Imagine, de John Lennon – a faixa também faz parte do disco Emotive. Weak and Powerless, do álbum Thirteenth Step (2003), veio antes de The Hollow, canção do disco de estreia da banda, Mer de Noms (2000), que arrancou os primeiros gritos mais empolgados dos fãs, logo nos primeiros acordes.
Cantada pelo guitarrista Billy Howerdel, People are People, do Depeche Mode, também foi inclusa no repertório – outra faixa que está no Emotive -, seguida por um remix de 3 Libras. Além de Howerdel, que tem um projeto solo nomeado Ashes Divide, outros membros do A Perfect Circle tiveram suas histórias marcadas pela passagem em outras bandas conhecidas, como é o caso de Keenan, que era vocalista do Tool, e James Iha, ex-guitarrista do The Smashing Pumpkins.
Abaixo a gravação deste cover, que foi lançado no álbum Emotive:


Fonte: Portal Terra / @almeidacleber

The Making Of SPEAK & SPELL - Documentary

Crédito: Ivana Olivova

Rolling Stone - Itália

Soothe My Soul - Clip Segundo Single

Delta Machine y el Toque Oscuro de Flood

Luego de meses de especulación, el trío británico Depeche Mode lanzó su décima tercer placa titulada “Delta Machine”, un trabajo en el que los guiños al pasado son notorios, algo que incluso Martin Gore comentó en algunas entrevistas haciendo referencia a “Violator” y “Songs of Faith and Devotion”, los trabajos con mayor éxito del grupo durante la década de los 90. Siendo francos, el citar a este nuevo disco como una mezcla de ambos o algo allegado al clímax del grupo me pareció exagerado, sin embargo escuchando a detalle “Delta Machine” el espíritu de ambos trabajos es notorio en más de un corte del álbum y al ver con detenimiento al staff que estuvo involucrado en la producción del disco surge la respuesta a la incógnita: Flood.

No es una casualidad que esos aires noventeros estén de regreso en la obra de Depeche Mode, quienes a lo largo de 20 años han hecho de todo y han trabajado con una tercia de productores diferentes, siendo Ben Hillier quien ha tomado la batuta en los últimos 3 discos del grupo. Es entonces que la única variante en esta etapa Hillier para este disco es la participación de Flood, uno de los dos responsables detrás de las obras maestras de los Mode y el único que era capaz de brindarle a la música de DM ese toque oscuro que en años pasados emanaba de cada tema y que a últimas fechas había sobresalido por su ausencia en cada disco del grupo.

El escenario desde la última participación de Flood con DM ha cambiado bastante: Alan Wilder, el músico que ayudó a definir el sonido de DM no está más, aunque ahora Dave Gahan se encuentra en una etapa creativa bastante fructífera en cuanto a composición de temas se refiere. La banda ha cambiado bastante desde aquel lejano año del 93, cuando solían ser un grupo compuesto por almas torturadas y cuerpos envenenados por distintas sustancias, ahora es una banda que proyecta tranquilidad y bienestar emocional, además de demostrar un fuerte sentido de compromiso con su público. Esa calma y tranquilidad se puede ver reflejada en temas como “Heaven”,  tema que sirvió como carta de presentación y que desconcertó a muchos de sus seguidores al ser un primer sencillo bastante inusual para el grupo, algo muy parecido a lo sucedido con “Dream On” de su “Exciter”.

En “Delta Machine” todos los temas fluyen en una misma dirección, algo inaudito que hace de este material uno de los más sólidos de los últimos 15 años. No hay guiños pop como “Precious” ni temas de cadencia dance, como “I Feel Loved”. En su lugar hay piezas que demuestran un concienzudo trabajo dentro del estudio, que, a su vez, certifica la complejidad de la obra, misma que ante los ojos de muchos parecerá un tanto decepcionante, sin embargo, para ellos vale la pena resaltar que esta placa funciona como un álbum, no como un compendio de sencillos comercialmente lucrativos. “Delta Machine” es, pues, un material que sólo oídos de gran bagaje y amplio conocimiento musical disfrutarán de principio a fin.

Sin lugar a dudas,  “Delta Machine” es una de sus mejores producciones de los últimos años y, en definitiva, el mejor disco de la trilogía Hillier; es un material distinto por el que agradecemos al trío de Basildon su más que atinada decisión de retomar el rumbo abandonado desde hacía varios años. La madurez le ha sentado de lujo y, lejos de sólo cumplir con un nuevo trabajo que justifique una nueva gira, Depeche Mode demuestra que aún tiene mucho por entregar a su público y al universo musical, ese mismo universo al cual le ha regalado sonidos convertidos en parte fundamental de la “nueva” música electrónica.

Fonte: Rockets Musik

Electronic Beats presents Depeche Mode - Live in Vienna

Fonte: Depeche Mode Tributo Argentino

► Heaven - Live Wetten Dass

Dave Acredita ter se Visto Morto Após Ataque Cardíaco



Dave Gahan afirmou que acredita que sua alma saiu de seu corpo quando "morreu" por cerca de dois minutos, durante um ataque cardíaco causado por excesso de cocaína e heroína em 1996.

''A primeira coisa que percebi no hospital foi que eu saí do meu corpo. Estava flutuando perto do teto e podia observar exatamente o que estava acontecendo em baixo de mim: paramédicos estavam correndo em volta do meu corpo para tentar me salvar. Eu gritei que não estava exatamente deitado lá, mas em cima deles''.

''Acredito que foi a minha alma gritando que já tinha deixado o meu corpo. Eu me tornei testemunha do que aconteceu comigo. Naquele momento eu estava clinicamente morto, meu coração não estava batendo. Esses segundos pareceram horas para mim. E, de repente, tinha uma escuridão assustadora em volta de mim. Como se alguém tivesse apagado as luzes''.

Gahan,  que se juntou à banda de Martin Hore e Andy Fletcher, foi acordado pelos paramédicos e preso pela polícia, em seguida, por porte de narcóticos, mas, felizmente, conseguiu evitar a prisão. Ele disse à edição de domingo do jornal BILD: "quando acordei, estava preso à cama por algemas. Os policiais estavam parados na minha frente e leram meus direitos para mim. Eu fui preso por posse de cocaína e heroína''.

''O júri me deixou fazer tratamento. Por um ano, eu morei em uma clínica de desintoxicação com outros viciados em drogas e álcool. Tinha que fazer exames de urina frequentemente. Se eles achassem alguma coisa proibida, nem que fosse uma vez só, eu teria que ir para a cadeira em Los Angeles por dois anos. Eu estava morrendo de medo disso. Pela primeira vez na minha vida, ficou claro, para mim, que eu não sou imortal''.

Fonte: Portal Terra

Propaganda na TV UK

Depeche Mode + Charity: Water

Photograph by Lyle Owerko

Depeche Mode Recusaram Brit Award Lifetime Achievement: "Os Brits que se Fod...."



A novidade foi anunciada pelo vocalista da banda, Dave Gahan, ao “The Sun”, durante as filmagens do videoclip de Soothe My Soul: “Os Brits que de fod**. Deixa-me contar-te uma história. Vou, provavelmente, meter alguém em problemas, mas nós fomos informados de que iríamos receber um novo premio este ano. O premio para a banda mais influente nos últimos 20 anos ou algo do gênero. Basicamente, o velho bastardo troféu Lifetime Achievement – e nós dissemos: "Que bom". Depois ouvimos que a televisão não iria passar nossa apresentação e premiação. Então dissemos: "Se eles não vão transmitir a nossa parte, então não vamos ser a banda mais influente deles”.

“Quantas outras bandas tiveram tantos êxitos em todo o mundo e andam por aí há tanto tanto como nós? Eles que se fod...”, comentou o músico.

Note-se que os Depeche Mode já contam com 33 anos de carreira e, até ao momento, já venderam mais de cem milhões de discos, tendo voltando recentemente às edições com o novo álbum “Delta Machine”.
Em entrevista ao “The Sun”, Gahan falou também sobre os problemas com álcool que teve no passado, revelando que antigamente era, para ele, mais difícil evitar beber. Recorde-se que o cantor chegou a ser dado como morto durante dois minutos, em 1996, na sequência de uma overdose de heroína e cocaína.

“Era difícil, na media em que estávamos na estrada e nessas condições é sempre difícil evitar beber. Cheguei a um ponto em que sabia que, se continuasse, não ficaria vivo por muito mais tempo. Eu bebia o dia todo – literalmente, levantava-me e bebia”, contou à publicação, continuando: “Estou apenas grato por toda essa loucura não se ter passado na era dos smartphones. Na quantidade que bebia e ficava fora de controle, teria virado hit no Youtube. Só por diversão, eu me despia nos bares dos hotéis. Imaginam-me a fazer isso agora?”.

Fonte: Palco Principal / The Sun.

20 Anos de um Marco do Depeche Mode


Depois de 3 anos afastados dos estúdios os ingleses: David Gahan, Martin Gore, Andrew Fletcher e Alan Wilder trazem devolta o Depeche Mode. A banda reaparece com “Songs of Faith and Devotion”, um disco suave religioso e introspectivo. Desde de seu nascimento em 1981 o Depeche Mode foi classificado e reconhecido pelo seu trabalho que aliou o romantismo e uma sonoridade eletro pop. O novo disco é bastante diferente, Martin Gore obcecado por letras que falam de sexo, escreveu sobre o pecado, piedade, dor e absolvição. "Nunca fui cristão, mas sempre senti atração pela crença", conta Martin Gore. O vocalista David Gahan salientou que a intenção do álbum foi "levar as pessoas a encontrar o espiritualidade". Após 3 anos de inatividade o Depeche Mode volta ao topo das paradas, o novo disco Songs of Faith and Devotion é o mais vendido na Europa e Estados Unidos, o tema das musicas é o mesmo que consagrou a bando com o disco “Violaitor” em 1990: amor, sexo e religião, este novo disco é imperdível e mostra uma face mais sensível da banda. Martin Gore, David Gahan, Alan Wilder e Andrew Fletcher compuseram um álbum mais leve desta vez. Menos barulho, mais harmonia e muita preocupação com as letras. São estas as razões das do Depeche Mode ser o mais vendido. Desde de Violaitor (90), foram três anos de silêncio. Fletcher reclama: “Um ano passamos em turnê, o outro descansando e o terceiro gravando o novo disco”.
Em termos pessoais o ano de descanso foi muito movimentado: Fletcher e Martin viram pais, Alan produziu o Nitzer Ebb e relançou o projeto solo Recoil.
Dave descansou e casou de novo se mudou para os EUA onde deixou os cabelos cresce e as tatuagens se multiplicarem. Grunge ?
“É o que eu tenho ouvido, essas coisas sempre afetam o jeito das pessoas se vestirem”. Mas o Songs of Faith and Deveotion, entrou direto nas paradas dos EUA, e é puro Depeche Mode. Com algumas diferenças este disco é mais emotivo, mais espiritual, como diz o titulo as músicas tem alguma coisa em comum.
Os temas prediletos de Martin: ”Acho que Martin escreve sobre coisas que todo mundo entende e já viveu”. Só que desta vez ele cortou os poréns e foi direto ao assunto: homem como pecador, e mulher/amor com religião/salvação.
“Bem Martin é heterossexual, mas não deixou que isto ficasse muito claro, mas o nascimento de sua filha o afetou bastante. Deu a ele algo em que acreditar.”
A musica eletrônica não é necessariamente fria mas temos a convicção de não usar um som duas vezes então não dava mais usamos coro e cordas e isso foi mais solto e divertido.”Desta vez vamos ao Brasil, mas quem quiser ouvir musicas velhas pode esquecer, ainda gosto de Just Can’t Enough, mas não a tocamos mais senão viraríamos banda de cabaré, sempre tocando musicas velhas”.

Depeche Mode Uma Nova Postura



A 800 metros de onde o Depeche Mode gravou o décimo LP ao sul de Londres, fica a árvore onde Marc Bolan, carismatico líder do T Rex, encontrou a morte, duas semanas antes do seu 30 aniversário. Só os anjos podem dizer como o duende o pop teria vivido a fama em seus trinta anos. Para os 4 carinhas do Depeche Mode a quarta década tem sido de reflexição, transição e depressão.

“Nos últimos anos passei de garoto para homem”, diz David Gahan. Ele explica que seu casamento acabou com mais dor de cabeça do que seria de esperar e que ele fez exatamente o que seu pai fez abandonou o filho aos cinco anos. No inicio de 1992 ele se casou de novo. ”Derepente pude respirar e tomar pé de tudo”, diz. ”Este processo tem sido longo e doloroso e ainda estou me recuperando. Mas tenho muito mais perspectiva sobre minha vida”.
Muitas dessas angustias foram processadas no LP Songs fo Faith and Devotion, pouca vezes ele cantou com tantas forças e convicções, especialmente a faixa de abertura Condemnation - e raramente as letras de Martin Gore estiveram tão entro do contexto. No geral o disco é positivo e animador. Martin pensativo, Alan pragmático, Andrew parecem ter suportado bem o 30 primeiros anos de ida e a ascensão gradual da banda ao showbizz, melhor do que o líder. Sua confiança esta confirmado com o uso de cantores convidados, cantores gospel e até de uma orquestra inteira. É Dave - de cavanhaque, cabelos compridos que expressa melhor a nova postura. ”Estamos tentando elevar as pessoas a um nível mais alto, levá-las um lugar onde podem encontrar algo espiritual”, explica.
A banda começou a trabalhar de novo em março de 1992 depois de 1 ano de férias, eles insistem em ser entrevistados separadamente então fica difícil ter uma opinião da banda sobre o seu próprio trabalho e maneira de pensar. Mas parece que o grupo levou muito para se entrosar depois das férias. ”Foi um momento difícil em certos momentos sem dúvida”, diz Wilder. ”O fato de termos nos separado e ter feito coisas diferentes, ter filhos, viajar nós deu uma perpesctiva diferente sobre o grupo é para todos nós. Na volta demoramos para nós acostumar. Acho que de agora uns 3 meses pra cá recuperamos a unidade”.

Morando na Mala

As diferenças são explicadas e não difíceis de imaginar, Gahan morava em uma mala entre Londress e Los Angels, Wilder tinha gravado um álbum solo com seu projeto Recoil. Ele quase não saiu do estúdio. Fletcher e Gore descobriram as maravilhas de ser pai. Fletcher ainda se tornou sócio de um restaurante em St.Jhon’s Wood, zona norte de Londres. ”Para fazer a verdade até pensei em fazer um novo disco solo”, diz Gore, ”Mas quando a minha filha nasceu aquilo parecia mais divertido que voltar ao estúdio. Preferi ter uma filha e me envolver com Sega, Mega Drive, Nitendo. Perdi meses com Sonic The Hedgehog!”. O dilema do Depeche Mode é o mesmo de qualquer banda do início dos anos 80 consolidar a carreira e a família. Para bandas como o Duran Duran a solução foi a separação, mas para o Depeche Mode mesmo sabendo que a vida de roqueiros destrói relações eles estão preparando um super turnê que levará 18 meses. ”Gostaria de ter uma vida fora do rock, mas estou enterrado até o pescoço nisso, minha mulher me apoiaria mesmo que tivéssemos que ficar muito tempo separados”, diz Gahan, ”O que temos é muito mais forte que isso”. Wilder pensa igual: ”Eu e minha mulher estamos juntos a tanto tempo que não parece estranho para ela quando eu vou embora”. A vontade de decolar nos anos 90 sem abalar a paz familiar não é arrogância eles acreditam que as famílias agüentam o pique - mas há algo de vingativo nisso. A Inglaterra não os tratou bem. Os críticos ainda riem das langeris e vestidos que Martin Gore vestia no inicio dos anos 80, sua musica era descartada por ser “Fria”. Fletcher lembra que apenas uma rádio toca suas musicas por que tinha que fazê-la. Eles são sucesso em qualquer pais do mundo mas continuam sendo ignorados em casa. A solução foi construir o sucesso na América onde a banda estourou em 1985 com “Peaple are Peaple”. Mas eles não pretender se vender para chegar ao topo. ”Nós não corremos a cegas”, diz Wilder. ”Talvez isso tenha sido nosso prejuízo, talvez devêssemos ter sido mais corajosos e teríamos conseguido alcançar esse momento antes, bem que preocupação é bom de vez em quando”.
Falta de Semancol

Se o DM tem tratado seu sucesso com cautela o mesmo não pode se falar de suas turnês e discos. Eles falam de um Deus misericordiosos (Blasphemous Rumours) - glorificam o sadomasoquismo (Master and Sevent) - exploram o amor obsessivo (Stripped e Personal Jesus) - musicas pensativas e ao mesmo tempo rápidas e alegres. Martin Gore é um mestre em mexer com emoções. ”Acho que sempre escrevi musicas belas”, diz ele, ”Mesmo quando estava deprimido escrevi musicas que mostram a luz no fim do túnel” . ”Master and Sevent parece uma musica sobre S&M mas não é”. O sadomasoquismo é uma pessoa sadomasoquista ou está só provocando: “Não sempre tentei escrever de um ponto de vista pessoal. Acho belas as coisas sobre as quais escrevo. Realmente gosto da imagem do S&M e clubes de coisas assim”.
Esse ultimo tema é raro no ultimo álbum: ”Acho que deve estar lá é só procurar”, diz Martin. Com um boné de esqui, ombros caídos e calça de couro, Martin é uma figura bem esquisita. Segura o cigarro entre o polegar e o indicador e traga com força, enquanto pensa como responder as perguntas. Alguma coisa entre os dentes e a língua faz com que o fim de algumas palavras não seja pronunciado e outras comecem com “th” e “sh” (esse problema de fala chama-se zetacismo).
É como um truque de ventrículo. Com tantas musicas legais Martin deveria ser incluído em uma lista do tipo os dez mais, ”Fomos convidados para ir ao Ivor Novello Awards,mas nunca fomos. Cerimônias premiações que quer ir ? É embaraçoso ter um disco de ouro na parede é como dizer: Veja como sou importante”, diz Gore. O que deixa o louro do DM frustrado é a critica britânica taxado sua musica de fria e lembrando suas quedas por roupas femininas. ”Foi uma fase tão curta e insignificante, reclama”. Você tem remorso ? “Bem talvez eu possa fazer novamente daqui uns 4 anos quando minhas filhas poderem ver fotos. Tente explicar isso!”.

Mais Perto do Céu

O novo álbum está cheio de referencias religiosas. Dave parece um pinguço ao anunciar: ”Amigos se vocês perderam seu caminho...” no meio de “Get right wth me”, ”eu tenho que acreditar que cantar pode me tornar um homem melhor”, em “One Crass”, ”Sempre fui fascinado por religiões, nunca fui cristão ou devoto de alguma religião, mas gosto da idéia da crença” diz Gore.

“Para o titulo do LP queiramos algo que tivesse haver com religião, mas também um pouco de ambigüidade. Song of Faith and Devotion soa muito devoto, mas ao mesmo tempo fé no que? Devoção a que? ”. No caso de Gore a resposta pode ser sexo nas duas perguntas. Com todo o seu tom de religião o álbum ainda está tingido de desejos sexuais, ”I your Room” deve ser a musica mais sensual que eles já gravaram. ”Cerca de 70% das nossas musicas falam de sexo, acho uma coisa importante e fico surpreso quando converso com as pessoas e elas consideram o sexo secundário”, diz Marty. O DM escreve e grava os seus discos sem sofrer pressão alguma, o chefe Daniel Muller dono do selo que esta com eles desde do inicio a MUTE RECORDS, não faz pressão. ”A ultima vez que isso aconteceu foi em 1986 quando nossa gravadora americana a SIRE fez trocarmos Striped que foi feita em uma semana por But Not The Night que foi feita em um dia, foi um fracasso, eles perderam nosso respeito foi o fim”. Naquele ano tudo ia bem para a banda nos EUA, a rádio KROQ de Los Angeles e outra de Nova Yorque tocavam tanto nossas musicas que os ingressos se esgotaram em poucas horas. Os shows foram bem planejados, bem organizados, bem iluminados com tons de vermelho e roxo. Dave diz que Bono Vox do U2 foi em uma apresentação do show Violaitor e “pegou muitas de nossas idéias”. O próprio Dave estava fazendo o estilo irônico no final de 1986. ”Você tem que tomar muito cuidado para não ultrapassar a fronteira do venham me ver sou Deus, e o venham me ver que eu vou fazer você ter vontade de ir pra casa e trepar com sua namorada. Me encaixo na segunda opção”, diz Dave.


Castelo de Cartas

No meio dos anos 80 a vida de Dave começa a desmoronar sentado em um estúdio nervoso ele parece pronto para expor seu problemas pessoais, alias os integrantes do Depeche Mode não discutem entre si seus problemas pessoais, mas parece que desta vez ele parece estar ciente que isto pode ajudá-lo. ”Nos tempos em que eu era um cara filha da puta que não gostava do que via ou do que criava, isso é muito pessoal mas relevante da maneira que eu queria me colocar nesta álbum”, diz Dave. ”Eu tinha vivido muito tempo com minha ex-esposa, Joanne, eramos amigos e isso se deteriorou. Mais por minha culpa, mas agora sei que tinha que acabar por mais doloroso que isso tenha causado para todos os envolvidos. Eu tinha que fazer novas perspectivas para poder me dedicar de corpo e alma para a minha musica. É fácil perder suas perspectivas em certos casos”, conclui. Muitas pessoas podem dizer que isso foi uma atitude egoísta escolher a carreira ao invés da família. ”É muito mais que uma simples escolha a uma pequena diferença do que você acredita ser amor e o que você realmente acha ser o amor”.
Dave se casou em 1992 pela segunda vez com uma americana, e mesmo dizendo estar mais feliz do que nunca esteve ele está atormentado por ter deixado a mulher e o filho de 5 anos.
“É muito difícil falar sobre isto ainda não superei o fato de ser pai por meio período. Por mais que eu ache ter influencia na vida do meu filho, não ha muito que eu posso fazer”


Songs of Faith and Devotion é o oitavo álbum da banda britânica, a primeira vez que o Depeche Mode usou uma bateria acústica, sendo um álbum muito importante na história da banda por causa das várias influências de rock pesado, grunge e até gospel em suas letras e ritmos, contando com a presença de duas ótimas Backing Vocals.

É bastante inovador e fez um grande sucesso no mundo todo, tomando de assalto o primeiro lugar tanto nos Estados Unidos (na Billboard) quanto no Reino Unido, também disco de platina nos E.U.A. Lançou os sucessos I Feel You, Walking In My Shoes, Condemnation e In Your Room. Destaques para Higher Love e Mercy in You.


Foi apoiado pela Devotional Tour, a maior turnê do Depeche Mode até hoje. Nessa época, o sucesso da banda era gigantesco. Eram a segunda maior banda alternativa do mundo (perdendo apenas para um grande R.E.M.). A turnê foi tão bem sucedida que teve que ser estendida e seu palco alterado, dando origem a Exotic Tour (Que contou com duas grandes apresentações no Brasil) e a Summer '94, exclusiva dos norte-americanos, com shows tomando todo o verão. Foram 14 meses de turnê e aproximadamente 159 shows.


Estimativas afirmam que foram vendidas mais de 5 000 000 de cópias, com 1 000 000 nos E.U.A.. Também dá um importante título à banda, a de ser a primeira banda alternativa britânica a ter um álbum em primeiro lugar na Billboard 200. A banda que chegou mais perto desse recorde foi o The Cure (que por acaso, são grandes amigos da banda) com o álbum Wish, em segundo lugar.

Faixas do Album:

1. I Feel You
2. Walking In My Shoes
3. Condemnation
4. Mercy In You
5. Judas
6. In Your Room
7. Get Right With Me
8. Rush
9. One Caress
10. Higher Love



Songs of Faith and Devotion Live é um álbum ao vivo do Depeche Mode realizado durante a Devotional Tour, e lançado em 1993. Contém apresentações em Copenhagen, Milão, Liévin e New Orleans, e consiste exatamente em versões ao vivo de faixa por faixa do álbum de estúdio Songs of Faith and Devotion. Mesmo a turnê sendo tão bem-sucedida, estranhamente o álbum são um dos menos vendidos da história da banda, tomado como um dos seus poucos erros comerciais.

Faixas do Album:

1. I Feel You
2. Walking in My Shoes
3. Condemnation
4. Mercy in You
5. Judas
6. In Your Room
7. Get Right with Me
8. Rush
9. One Caress
10. Higher Love


Edição Limitada Remasterizada SACD+DVD do álbum Songs Of Faith And Devotion.


Minha execução ao vivo preferida do Depeche Mode:

Heaven - Live Echo 2013

Interview - ECHO 2013

Delta Machine - Cenas no Estúdio

Soulsavers (feat. Dave Gahan) - Take (Official Music Video)

Late Bar - Soothe Your Soul


2013 é o ano em que a festa mais querida da cidade completa 10 ANOS, destilando música boa e arrasando nas noites mágicas do Bom Fim.
Enquanto a gente aguarda as reformas que vão deixar o Ocidente ainda mais legal, a resistência festiva segue, firme e forte, nesta SEXTA-FEIRA, dia 22, na vizinha SOCIEDADE HEBRAICA.

Está com saudades de uma festinha bacana nas sextas, com todo aquele climão da sua casa preferida?
Então anote aí pra não esquecer: Sexta-feira venha aliviar sua alma na SOCIEDADE HEBRAICA com a LATE BAR e o OCIDENTE.

A função é grande:

* Celebrando o lançamento de DELTA MACHINE, os DJs Ale & Jairo prometem um set abarrotado de grooves, synths, emoção, e claro: DEPECHE MODE.

* Mister Cool em pessoa, Sir Yog MARS desfila todo o seu charme saracoteante acompanhado do melhor do pop/indie/rock e afins.

* A multitalentosa e super simpática Adriana Banana promete abalar o Bom Fim. Seu repertório já é conhecido e sinônimo de pista cheia.

* O top DJ Mause, seus 8 braços, sua técnica exuberante e sua tradicional mistura de Soul, Funk, Disco e House completam o lineup de luxo.

Tem mais: vídeos incríveis no telão, gente fina, cheirosa, elegante e sincera e tudo aquilo que você já se acostumou, durante estes quase 10 anos. 
Pra gente dançar, cantar, paquerar e se divertir até sábado de manhã.

* Importante: a direção do clube garante bares de primeira.

Time grande para uma grande noite!

Só não vai confundir:
É SEXTA, dia 22, a partir das 10 da noite o OCIDENTE te espera com a LATE BAR, só que ali do ladinho, na HEBRAICA.

SERVIÇO:
LATE BAR SOOTHE YOUR SOUL
SEXTA, 22 de Março
22 Horas
SOCIEDADE HEBRAICA/RS
Rua João Telles, 508
DJs ALE & JAIRO, YOG MARS, ADRIANA BANANA E MAUSE
R$ 35 / R$ 25 para entrada até à meia-noite.

Votem no Depeche Mode no Brasil

A produtora Time 4Fun perguntou em sua pagina no Facebook, que show você gostaria de ver? Então amigos hora de voltar no Depeche Mode clicando aqui!

Andrew Fletcher Confirma Tour América Latina


Referência em música eletrônica, o Depeche Mode deve levar também à América do Sul o seu mais recente trabalho, "Delta Machine", que será lançado no próximo dia 26. O anúncio foi feito pelo tecladista e fundador da banda britânica, Andrew Fletcher, nesta terça-feira (19) em Berlim.

"Prevemos que seja no início do ano que vem", disse Fletcher em entrevista coletiva. Ele está na capital alemã para promover o esperado 13º álbum do grupo.

Segundo o músico, a banda é "muito consciente" do grande número de fãs que têm na América do Sul e ainda se lembra de sua turnê sul-americana anterior, que ele considerou "um grande sucesso".
"Não tem como não querer retornar", afirmou. Ele disse ainda se lembrar que "todos os concertos na América do Sul foram incríveis", com "vozes maravilhosas do público", que "realmente cantou muito". Fletcher também elogiou o vinho e a comida sul-americanos.

FIM?

"A menos que algo terrível aconteça, não queremos que este seja nosso último disco ou nossa última turnê", declarou Fletcher batendo na mesa, para acabar com os rumores que apontam que a banda poderia acabar em um futuro próximo.
Segundo o músico, o grupo jamais considerou essa opção. "Acho que muitos fãs se perguntam se este será nosso último álbum. Não acredito."
Além do formato de CD padrão, o disco será lançado numa exclusiva versão de luxo que inclui as 13 canções do álbum e outras quatro músicas adicionais, acompanhada por um livro de 28 páginas com fotos do grupo, feitas pelo fotógrafo e diretor holandês Anton Corbijn, colaborador da banda.

Seria Andy prestes a cumprir com sua promessa de 2011,  e trazer a tour ao Brasil:


Dave Gahan, em uma entrevista postada anteriormente já tinha sinalizado que o Depeche Mode trariam a Delta Tour para a América Latina: 

Fonte: Folha de São Paulo / Vídeo: Luiz Alcaraz

Delta Machine - Resenha

Amigos, o fã Flávio Reis fez um resenha muito interessante sobre Delta Machine, e achei legal dividi-la com vocês:

Escutando faixa a faixa pela terceira vez, me sinto mais à vontade para tentar avaliar o álbum sendo crítico o suficiente. Ontem, para os que leram os meus posts, foi visível meu entusiasmo (eu realmente estava eufórico, kkkkk). A possibilidade de ouvir material novo deles, depois de tanto tempo me deixou mesmo muito feliz. Entre os 3 álbuns produzidos por Ben Hillier esse é o que mais me agradou de cara. É o que tem menos "areia" nas faixas, e em que os synths mais aparecem. Por esse aspecto considero Delta Machine um avanço. 

Dave está em excelente forma e hoje é um cantor melhor. Tem mais técnica do que no passado, pelo menos essa é a minha impressão. Martin continua perfeito como sempre nos vocais. A sensação que me dá é que eles estão mal aproveitados debaixo de tanta parafernália eletrônica. Outro dia depois de quase duas décadas assisti novamente o 101. É assustador o tanto que o Dave erra naquele show (e olha que ele passou por correções, inclusive a regravação em estúdio de alguns vocais). Sem contar que ele quase estourava a garganta cantando. Quem diz que o Dave piorou como cantor talvez deva assistir a essas apresentações com um olhar mais crítico, sem se preocupar com as reboladas dele e muito menos com a maldita calça branca, rs

Li críticas (as mesmas de sempre) sobre o eterno problema da pobreza das melodias no álbum. Convenhamos: harmonias e melodias nunca foram o forte do DM. Talvez dê para contar nos dedos os momentos em que eles brilharam nesse aspecto em toda a carreira da banda. Mesmo com Alan (que era músico de ofício) essa não era a principal característica da banda.

O que eles sempre fizeram como ninguém e ainda fazem com toda a categoria é criar ambientes sonoros, climas. Eu sinceramente não conheço nenhuma banda ou músico com tanta competência nisso. E nesse aspecto, mais uma vez, eles fizeram um trabalho primoroso.

O uso massivo de efeitos especiais está no DNA da banda, desde que começaram a experimentar com samplers em Construction Time Again. Então reclamar disso me parece meio ridículo. Se vc não gosta de efeitos especiais em músicas, nem deveria perder seu tempo ouvindo DM.

Heaven, na minha opinião, se hoje não é a preferida de todos que escutaram o álbum, é a que, a meu ver, vai permanecer. É uma linda canção e se eu fosse o produtor teria também apostado nela como primeiro single. Vem com aquele misto de melancolia e esperança que sempre me deixa maravilhado nas letras do Martin. E a canção tem um casamento perfeito com a letra. Me senti como na primeira vez em que ouvi Home (não digo que são canções semelhantes, mas sim em como me senti escutando)

Gostei de quase tudo no álbum, até da brincadeira que eles fizeram em My Little Universe, que certamente irá para o limbo rapidamente, rs. A única faixa que não me agradou desde o início foi Angel, que vem com todos os vícios do Hillier (suja, lenta, pesada e sem brilho) e com o Dave cantando de uma forma que pessoalmente não me agrada, me lembrando os momentos medíocres da banda.

Eles terem dito que o álbum era uma mistura de SOFAD e Violator me fez lembrar de um professor de genética da UFMG. Ele contava a anedota do cientista que tentou fazer um híbrido do jiló com a berinjela, no intuito de desenvolver um legume com as propriedades nutritivas do jiló, mas com um sabor mais palatável. No fim das contas conseguiu fazer um treco amargo como um jiló, do tamanho de uma berinjela, kkkk. Era óbvio que essa conversa era apenas para chamar a atenção para o álbum.

Algumas canções me remeteram ao Violator mesmo. Do SOFAD eu não senti absolutamente nada nesse álbum. Talvez um pouco de Blues em Slow, que aliás é um dos pontos altos do álbum.

Broken me impressionou de cara. Mas agora eu sei do que eu gostei: da limpeza dela comparado com o que ouvimos do DM na última década. É um retorno ao eletrônico, coisa que a maioria dos que estão aqui, aguardava com ansiedade há mais de uma década. Mas é uma música que vai perdendo a cada nova audição. Certamente não será single, assim como In Simpathy e Perfect no SOTU, que eram gostosas mas careciam de força para serem singles.

O lado show da banda está garantidíssimo com Soothe My Soul, Should be Higher e Soft touch / Raw Nerve. Essas 3, junto com Heaven são as minhas apostas para o setlist da Tour.

Adorei Alone, especialmente porque nunca tinha ouvido o DM explorar teclados dessa forma, com sons mais etéreos, o que se repete em The Child Inside. 

Me chamou a atenção a ironia de as músicas que eu mais gostei aparentemente serem composições do Dave. Discutindo com amigos cheguei à conclusão de que isso não é apenas imposição do Dave. Acho que se Martin estivesse realmente muito inspirado não haveria tanto espaço para o Dave. 

No geral minha avaliação é positiva, tem muita coisa boa sim no álbum. Nas mãos de um produtor melhor poderia ter sido muito mais. Falando assim parece fácil, mas temos de saber quem toparia trabalhar com eles, famosos por tornarem a vida de seus produtores um verdadeiro inferno. Quem assistiu o DVD bônus que acompanha o Deluxe Box do SOTU, deve se lembrar daquele trecho em que eles ficam horas (ou dias) discutindo a mixagem final de Wrong. É visível o sofrimento do Japa que faz a mixagem, kkkkkkk....

Eu gostei e aprovei. Achei um álbum digno do nome e da tradição do DM. Eles não fizeram menos do que eu esperava. Querer que eles produzam algo como o Violator, SOFAD ou Ultra é sadismo com eles e masoquismo consigo mesmo. Isso não vai acontecer nunca mais. As letras eu não avaliei, apesar de ter entendido boa parte. Prefiro estar com as letras em mãos para poder avaliar melhor. Agora é aguardar a tour e tentar aproveitar o momento, porque outro assim, com sorte só daqui há 4 anos.

Resenha e Texto: Flávio Reis

Violator - 23 Anos de Muito Tecnopop


Selo: Mute
Produção: Flood
Projeto Gráfico: Anton Corbijn
Duração: 46:59 min

Em março 19 de 1990, o Depeche Mode lançou um novo álbum no que eles presumiram que seria um evento discreto na Warehouse Records, em Los Angeles. Em vez disso cinco fãs foram hospitalizados, quando segundo dados da policia trinta mil fãs apareceram. Não é de se espantar que a turnê seguinte da banda tenha sido chamada de World Violation.

Estranhamente o álbum que lhes garantiu o super estrelato era muito mais introspectivo que seu predecessor explosivo, Music for the Masses. Apenas Personal Jesus baseado em um groove do musico Gary Gliter parecia adequada para tocar em estádios. As outras faixas são as mais atraentes que Martin Gore ja compôs, desde a tonalidade tecno de World in my Eyes, passando pela delicada Waiting for the Night até a sombria Clean (uma descendente afastada de One of These Days, do Pink Floyd). O tempo para trabalhar que Gore tinha conseguido ao lançar, em 1989 um EP de covers chamado Counterfield tinha trazido recompensas. O resultado foram quatro enormes sucessos dos quais Enjoy the Silence teve a maior repercussão internacional.
Sofisticado mas sentimental, Violator eliminou a auto-indulgência das estranhezas de Black Celebration e Music for the Masses. Os temas instrumentais não citados na lista de musicas, Crucified logo após Enjoy the Silence e Interlude N°3, logo após Blue Dress são instigantes e encantadores.
Maravilhosamente produzido por Flood que também trabalhou com Nine Inch Nails, U2 e Smashing Pumpkins o disco é tão coeso que muitos custaram a acreditar que era mesmo Martin Gore e não David Gahan que cantava em Sweetest Perfection e Blue Dress. Parte do crédito quanto a qualidade irrepreensível do disco não pode ser atribuída aos excelentes arranjos do tecladista Alan Wilder. Violator mostra o grupo no auge de seu sucesso e continua a soar estupendo atualmente.

"Tenho uma lista dos 10 tópicos mais importantes... relações, dominação, luxúria, amor, bem, mal, incesto, pecado, religião imoralidade." Martin Gore, 1990

Violator considerado por fãs e critica a obra prima do Depeche Mode, um marco na história da musica eletrônica, um álbum, que dispensa qualquer comentário no que se refere a sua qualidade musical, os mestres da sofisticação eletrônica elevados a status de DEUS!
Esse disco é lembrado como a obra-prima da banda, um dos mais importantes da música eletrônica e um dos melhores da história, com uma variedade de músicas muito bem aproveitada, arranjos diferentes e inspirados com uma composição sólida de ambas letras e harmonia.
O álbum foi a maior de todas as transformações sonoras da banda, abandonando o Synth Pop e samplers dos anos 80 e se dedicando a sintetizadores analógicos em prol de uma espécie de "Rock eletrônico dançante", que posteriormente seria chamado de Synth Rock. Entrementes, é um dos mais influentes álbuns do Depeche Mode, inspirando bandas como Pet Shop Boys e Smashing Pumpkins.
Nunca um álbum de música eletrônica havia causado tanto frísson e alcançado tamanha popularidade assim desde Music For The Masses (também do DM) e Power, Corruption and Lies do New Order. Todos os seus singles fizeram um enorme sucesso e se tornaram clássicos instantâneos do grupo. É um álbum chave na história da música eletrônica, já que no mesmo ano a "Dance music" explodiria no mundo todo, com Depeche Mode quase pastoreando o fenômeno.
A música Personal Jesus virou uma mania no mundo todo e é constantemente colocada entre as melhores de todos os tempos, como um importante single, best-seller e uma faixa de ótima qualidade. Tem uma batida country, energia contagiante e fortíssima composição.
O Mega-Hit do álbum, na verdade, é Enjoy The Silence, uma das mais populares músicas (senão a mais popular) do Depeche Mode e colocada como uma das rainhas da Música Eletrônica, ao lado de Bizarre Love Triangle do New Order, Robots do Kraftwerk e West End Girls, dos Pet Shop Boys. Com sua bela melodia e emoção, entrou pro Top 10 na Billboard US Hot 100 e liderou rádios alternativas por três semanas consecutivas.
Policy Of Truth, uma das mais dançantes, elogiadas, preferidas da banda e bem vendidas do álbum também fez um sucesso enorme nas rádios alternativas e pistas de dança, quase liderando ambas simultâneamente. Entrou pro Top 20 na US Hot 100 e liderou rádios alternativas por uma semana.
World In My Eyes também é lembrada com carinho por fãs e integrantes, por causa da sua batida criativa e letra fácil de entender, com um toque excitante. É claramente uma faixa feita para dançar.

Vendeu 10,7 milhões de cópias de acordo com cálculos atualizados feitos pela gravadora Mute Records (é triplo platina tanto nos E.U.A. quanto no Reino Unido) e recebeu uma versão remasterizada, incluindo DVD com clipes e documentário em 2006.

Fonte: Livro 1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer / Arquivo Pessoal

Depeche Mode + Hublot = Caridade


Conforme já aconteceu na última Tour do Depeche Mode, a banda e a Hublot se unem em pró de uma causa maior.
Sobre personalidades incríveis e talentos excepcionais em diversos campos que se unem para uma causa comum. É sobre a vontade e determinação para criar um evento global que vai fazer uma diferença significativa. O Depeche Mode e Hublot anunciaram juntos em Berlim, uma iniciativa de angariação de fundos para beneficiar charity: water, organização sem fins lucrativos que se empenha em levar água potável para os que necessitam.
Esta iniciativa inédita fará parte da Delta Machine Tour, a Hublot criou um relógio especialmente para está ocasião, a edição limitada do relógio batizado de Big Bang Depeche Mode, onde uma parcela dos rendimentos da venda de cada relógio irá diretamente para a charity: water.
The Big Bang Depeche Mode será lançado com uma campanha publicitária internacional com a turnê da banda.  Depeche Mode e Hublot tem uma história de unir forças para instituições de caridade, em 2010, Hublot e Depeche Mode levantaram fundos para o Teenage Cancer Trust com um show beneficente no Royal Albert Hall de Londres e um leilão exclusivo: um leilão de 12 exclusivos conjuntos de caixas, cada uma contendo um relógio Hublot, uma "peça única", com a tampa de um dos álbuns de Depeche Mode, junto com o vinil e versão digital de cada álbum, um CD de ouro emoldurado e fotos autografadas. Este ano, Hublot e Depeche Mode concordaram em trabalhar juntos em uma escala maior, para beneficiar charity: water, uma organização fortemente apoiada pela banda.
Objetivo fundação é levar água potável para pessoas em países em desenvolvimento ao redor do mundo. Cerca de 800 milhões de pessoas (quase 1 em cada 9 pessoas em todo o mundo) não têm acesso a água potável - um problema de caridade e epidemia. A charity: water já financiou mais de 8.100 projetos de água potável, proporcionando o acesso a água potável, para mais de 3,2 milhões de pessoas em 20 países. E através da parceria anunciada hoje, Hublot e Depeche Mode expressaram seu compromisso comum de fazer seu esforço para ajudar a charity: water. O anúncio foi feito hoje pelo Depeche Mode, presidente Hublot, Jean-Claude Biver e Harrison Scott, fundador e CEO da charity: water, Martin Gore declarou: "Eu pessoalmente tenho sido um defensor da caridade, então eu estou muito feliz que nós, sendo uma banda podemos expandir nosso apoio à organização e ajudar a fazer diferença significativa em lugares ao redor do mundo que lutam sem um fornecimento de água potável. "
Jean-Claude Biver, acrescentou: "sem água, sem vida! Água é vida e água deve estar disponível para todos. Ninguém deve sofrer com a falta de água. É por isso que nós tentamos ajudar a compartilhar a água. Compartilhamento de água significa partilha de vida.
Scott Harrison concluiu: "charity: water tem a honra de construir uma parceria multi-facetada com Hublot e Depeche Mode durante o próximo ano. O apoio destes dois parceiros incríveis vai ajudar a trazer água limpa e potável para milhares de pessoas em países em desenvolvimento durante a condução e a consciência sobre a questão da água em uma escala global. "
Esse esforço colaborativo único visa quebrar o recorde estabelecido em 2010. Por esta razão, a Hublot projetou não apenas 12 relógios, mas uma série exclusiva de 250 relógios edição limitada do Depeche Mode Big Bang. 

Reportagem Hoje em Berlin

Crédito: Marcelo Vitorino

Ouça Delta Machine na Integra


Ontem a noite vazou na internet o novo álbum do Depeche Mode, Delta Machine, não esqueçam crianças compre o original, valorize o trabalho do artista, se você ainda não baixou pode ouvi-lo na integra aqui, pois a banda liberou o álbum para audição, mais a diante farei um post sobre o novo álbum e minhas impressões pois ainda estou processando, gosto de ouvir várias vezes antes de emitir uma opinião, mas posso dizer que acredito ser o melhor álbum do Depeche Mode desde Ultra, isso que eu gosto muito do Playing the Angel, então ouça ai e comente:

Crystal Castles Abrirá os Shows Depeche Mode nos EUA


Parece Depeche Mode recrutou Crystal Castles para abrir pelo menos uma parte da sua turnê nos EUA. Até agora, os Crystal Castles são listados como banda de abertura para shows em Houston em 18 de setembro e em Los Angeles em 29 de setembro.
Até agora os shows já agendados para o nova Tour do Depeche Mode são:

05/07 – Tel Aviv, IL - Hayarkon Park
05/10 – Athens, GR - Terra Vibe
05/12 – Sofia, BG - Georgi Asparuhov Stadium
05/15 – Bucharest, RO - National Stadium
05/17 – Istanbul, TR - Kucukciftlik Park
05/19 – Belgrade, RS - Usce Park
05/21 – Budapest, HU - Puskas Ferenc Stadium
05/23 – Zagreb, HR - Hippodrome
05/25 – Bratislava, SK - Inter Stadium
05/28 – London, UK - O2 Arena
06/01 – Munich, UK - Olympic Stadium
06/03 – Stuttgart, DE - Mercedes-Benz Arena
06/05 – Frankfurt, DE - Commerzbank Arena
06/07 – Berne, CH - Stade De Suisse
06/09 – Berlin, DE - Olympic Stadium
06/11 – Leipzig, DE - Red Bull Arena
06/13 – Copenhagen, DK - Parken
06/15 – Paris, FR - Stade De France
06/17 – Hamburg, DE - Imtech Arena
06/22 – Moscow, RU - Locomotive Stadium
06/24 – St. Petersburg, RU - SKK Arena
06/27 – Borlange, SE - Peace & Love Festival
06/29 – Kiev, UA - Olympic Stadium
07/03 – Dusseldorf, DE - Esprit Arena
07/07 – Werchter, BE - Rock Werchter
07/11 – Bilbao, ES - Bilbao BBK Live
07/13 – Lisbon, PT - Optimus Alive! Festival
07/16 – Nimes, FR - Antic Arina
07/18 – Milan, IT - San Siro Stadium
07/20 – Rome, IT - Olympic Stadium
07/23 – Prague, CZ - Olympic Stadium
07/25 – Warsaw, PL - National Stadium
07/27 – Vilnius, LT - Vingis Park
07/29 – Minsk, BY - Minsk Arena
08/22 – Detroit, MI - DTE Energy Music Theatre
08/24 – Chicago, IL - First Midwest Bank Ampitheatre
08/27 – St. Paul, MN - Minnesota State Fair
09/01 – Toronto, ON - Molson Canadian Ampitheatre
09/03 – Montreal, QC - Belle Centre
09/06 – Brooklyn, NY - Barclays Center
09/08 – Wantagh, NY - Nikon at Jones Beach Theater
09/10 – Bristow, VA - Jiffy Lube Live
09/12 – Atlanta, GA - Aaron’s Amphitheatre at Lakewood
09/14 – Tampa, FL - Live Nation Amphitheatre at the Florida State Fairgrounds
09/15 – Ft. Lauderdale, FL - BB&T Center
09/18 – Houston, TX - Cynthia Woods Mitchell Pavilion
09/20 – Dallas, TX - Gexa Energy Pavilion
09/22 – San Diego, CA - Sleep Train Ampitheatre
09/24 – Santa Barbara, CA - Santa Barbara Bowl
09/26 – Mountain View, CA - Shoreline Ampitheatre
09/28 – Los Angeles, CA - Staples Center
09/29 – Los Angeles, CA - Staples Center
10/08 – Phoenix, AZ - Desert Sky Pavilion

Esse é o Crystal Castles, o qual eu particularmente não conhecia mas já gostei do que ouvi: 

Entrevista de Martin Gore SWSX

Live SWSX 2013 - Fotos

Conforme postado anteriormente na noite passada o Depeche Mode realizou mais um pocket show, desta vez no SWSX onde na quarta feira passada participaram de uma palestra sobre produção musical, algumas foto do show:












Crédito: Depeche Mode Tributo Argentino

Sooth my Soul - Segundo Single Delta Machine (Ouça)





CD - 1
Soothe My Soul (Radio Edit)
No Part Of Me

CD - 2
Soothe My Soul (Album Version)
Soothe My Soul (Four Tet Remix)
Soothe My Soul (Vitalic Smooth Mix)
Soothe My Soul (The Slips Star Of Love Mix)
Soothe My Soul (Telekkom Dub)

12" - 1
Soothe My Soul (Vitalic Smooth Mix)
Soothe My Soul (Vitalic Sooth Mix)
No Part Of Me (Holy Ghost! Version)
No Part Of Me (Holy Dub)

Crédito: Fabi Fernandes

Mais um Pocket Show - Depeche Mode Live SXSW


O Depeche Mode realizará outro Pocket Show no SWSX Music Festival, o show será as 22hrs no horário de Austin - Texas, o pocket show terá a mesma duração da apresentação que ocorreu na terça no Latterman Show e a curiosidade é saber se teremos o mesmo set list, a banda já se encontra no Texas onde participaram de uma palestra sobre composição musical, uma trecho pode ser assistido  aqui: https://vine.co/v/bdMKHE95v0x

Fonte: The Zombie Room