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Sammy Hagar Faz Cover de Personal Jesus

O cover de Personal Jesus será umas das faixas do novo álbum de Sammy Hagar com título - Sammy Hagar & Friends, lançado em 24 de Setembro passado.
A faixa tem participação do guitarrista do JOURNEY, Neil Schon e dos colegas de Hagar no CHICKENFOOT, Michael Anthony e Chad Smith.
Abaixo um trecho:

Fonte: Winsplash

Sintético, eu? Do Rock ao Pop, Músicos Recorrem a Sintetizadores Para Produzir Ritmos Eletronicamente Diferenciados


Iluminação psicodélica, rock progressivo e um parceiro cada vez mais presente na cena do pop e do rock mundial: os sintetizadores, aparelhos eletrônicos produtores de sons artificiais. A apresentação do trio Muse no primeiro fim de semana do Rock in Rio de 2013 ilustrou a forma como os novos instrumentos têm sido incorporados pelas bandas acostumadas a devotar atenção especial às - até então soberanas - guitarras.


Os sintetizadores eram inicialmente utilizados por bandas, ancoradas numa temática sombria e um estilo diferenciado que marcaram o final da década de 1970. Leia-se os alemães do Kraftwerk e os britânicos do Joy Division e Depeche Mode. Hoje, o synthpop (junção do rock e música eletrônica) encontra novos seguidores.


Exemplos de canções que unem os zumbidos promovidos pelos equipamentos a baladinhas eletrônicas estão no repertório de artistas como a dupla francesa Daft Punk, formado pelo duo francês Guy-Manuel e Thomas Bangalter, alcançou o Hot 100 da Billboard em maio deste ano com a música Get lucky - canção com 100 milhões de audições no Spotify e no YouTube. A produção é de Giorgio Moroder - especialista em sintetizadores e destaque da dance music dos anos 1970.que alcançou o primeiro lugar da Billboard em maio com a música Get lucky. A faixa integra o novo álbum do duo francês Random access memories, lançado neste ano e que conta com produção, entre outros, de Giorgio Moroder - consagrado produtor da dance music dos anos 1970, reconhecido pelo trabalho com sintetizadores.



Hurts persegue o ideal sombrio e melódico de bandas anteriores como Depeche Mode, no entanto, com uma pegada mais pop.


“Enquanto que na década de 1990 imperavam as guitarras, marca registrada do rock’n roll, na década anterior (1980), foi a vez dos sintetizadores, que hoje ganham uma reconfiguração pelas mãos de artistas mais pop como Daft Punk, The Killers e Lady Gaga. É só você olhar para os artistas que participaram do VMA (Video Music Awards, um dos maiores prêmios da música internacional) deste ano: a maioria utilizava sintetizadores nas canções. A música eletrônica domina de certa forma essa cena internacional, por isso os sintetizadores estão cada vez mais presentes”, comenta Leonardo Domingues (Léo D), tecladista do Mundo Livre S.A., e ex-integrante do projeto Máquinas na Pista.

O grupo formado por ele (Léo), William Paiva (tecladista) e Cecília Meira (vocais) fazia, no Recife, cover de bandas do synthpop clássico internacional como New Order, Depeche Mode e Eurythmics, entre 2000 e 2003. “Ainda hoje uso um sintetizador para executar canções. Fazíamos um som espelhado naquelas bandas, mas com um diferencial de arranjo com batida mais moderna, mais parecido com o da dance music dos anos 2000”, pontua Domingues.

Depeche Mode é uma das precursoras do estilo que dispensa apresentações quando falamos de sintetizadores. Banda de música eletrônica inglesa, é considerada grande influência de bandas de pop rock, como Linkin Park, e de outras de metal gótico, como a italiana Lacuna Coil. Em 1980, Vince, Martin e Andrew montaram a banda Composition of Sound, e passaram a usar sintetizadores, comprados e emprestados de amigos.


“O som dos sintetizadores casa com as letras marcadas pelo pessimismo em vigência na década de 1980”, comenta a coordenadora da especialização em cultura digital e redes sociais da Unisinos (RS), Adriana Amaral, responsável pela pesquisa 50 tons de synthpop. “Apesar de presente em diversos genêros, o synthpop se mantém enquanto nicho. Não é algo que toca com frequência nas rádios, mas se relaciona diretamente à tecnologia”, pontua. Quem concorda é o professor de comunicação da UFPE Jeder Janotti: “Os equipamentos promoveram não só uma diversificação de ritmos e sons, como também uma economia de recursos, já que hoje você produz conteúdo sonoro de qualidade pelo computador”.

“Os sintetizadores são encontrados até no heavy metal. Existem grupos que produzem um som com aquela temática mais sombria da década de oitenta como o Joy Division, enquanto outros abdicam de certos valores para serem mais pop como o pessoal do Daft Punk”, destaca Pierre Leite, tecladista da banda de rock pernambucana Chambaril.



Synthpop, e que diabos é isso?

Os sintetizadores alteram o timbre dos sons e produzem ruídos artificiais. A aplicação mais usual é para correção e voz. Eles também atuam para controlar a variação do som. As características mais comuns são:

- Associação a outros instrumentos, como bateria eletrônica;
- Produção de timbres mais crus, menos polidos;
- Embasam letras que discutem a questão existencial e amorosa: em geral, expressam sentimentalismo exacerbado;
- Bebem da literatura e do cinema de ficção científica da década de 1970, entre os quais, Laranja mecânica (1º filme com trilha sonora sintetizada do cinema).



Quer saber mais sobre sintetizadores e seu legado recomendamos com enfase o documentário Shynth Pop Britânia produzido pela BBC:   


E foi assim que conheci o Depeche Mode....

Foi por causa deste Card que eu conheci o Depeche Mode, na época era e sou muito fã do Erasure, e li nas costas deste card que o mestre Vince Clarke foi de uma banda chamada Depeche Mode, totalmente desconhecida para mim até então, na época fui em uma loja de discos conhecida aqui em Porto Alegre, a saudosa Technique lá eles além de venderem vinils, k7 e acessórios para DJs também gravavam fitas com seleções e discos, lembro muito bem em uma tarde chuvosa eu com 14 anos trabalhava de boy no centro, dei um pulo lá e disse pro cara quero uma fita k7 só com Depeche Mode pode escolher, no fim da tarde passei lá e peguei a ta fita, o cara da loja gravou todo o Music For The Masses, quando Never Let me Down Again me pressinou contra a parede ao rasgar os fones de ouvido do meu Walkman em pensei: "Caralho como eu não conhecia isso!" Dai em diante são 23 anos de devoção, e graças a esse card o Depeche Mode entrou na minha vida e nunca mais saiu, fez e faz a trilha sonora de todos os momentos da minha vida... 
E você como conheceu o Depeche Mode?


Imaginem o que eu senti ao fazer este vídeo em 2009:


Crédito foto: Miky Mode

Você no Instagran Oficial do Depeche Mode


Você é um colecionador Depeche Mode? 
Prove postanto fotos de seus itens favoritos no Instagram (certifique-se de marcar a imagem - ‪ ‬ #dmcollection). As melhores fotos vão ser postadas no Instagram oficial do Depeche Mode (@depechemode)

Never Let me Down Again - Live Mix


Crédito: Bernard Crock Park

32 Anos Colocando Qualquer Pista para Dançar

Há 32 anos houve o lançamento do primeiro hit do Depeche Mode: Just Can't Get Enough. Trata-se do terceiro single da banda inglesa, lançado em 7 de setembro de 1981. Sendo o segundo vindo do álbum “Speak & Spell”. No mesmo ano foi também o primeiro single da banda lançado nos EUA.
Composta pelo gênio dos sintetizadores Vince Clarke (atual Erasure), que deixou o Depeche  Mode em dezembro do mesmo ano:

Execução do clássico no show 101 de 1988:


Vince Clarke e seu colega de Erasure Andy Bell, em uma raríssima gravação tocando o clássico que Vince criou nos tempos de Depeche Mode: