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Cover - All Thats Mine (Violators - Brasil)

Já comentei diversas vezes sobre está banda conver do Depeche Mode que em minha humilde opinião é a melhor que eu já ouvi, sem nenhum bairrismo por serem brasileiros, eu já perdi as contas de quantos covers e versões de outros artistas para trabalhos do Depeche Mode eu já ouvi, e a Violators é aquele tipo que deixa a gente em algum momentos em duvida de quem esta cantando, sem nenhum exagero.


6 comentários :

Ana Paula | 25 de outubro de 2013 15:14

Adorei!!!!

Carlinhos Kunde | 25 de outubro de 2013 23:50

Fazer um cover soar parecido não é lá muito difícil. Nem precisa de músicos brilhantes ou um ótimo vocalista, eles tem a tecnologia pra se apoiar. Difícil, mas difícil mesmo, é criar.

Luis Fernando.DM | 27 de outubro de 2013 01:50

Carlinhos, acho que tens razão mas neste caso posso lhe garantir que estamos falando de excelentes músicos.

Carlinhos Kunde | 27 de outubro de 2013 13:23

Meu velho, excelentes músicos a banda do Luan Santana também tem, pode apostar. Não sou contra o cover. Os Beatles, os Stones, o próprio Depeche Mode (no embrionário No Romance In China) começaram fazendo covers. Mas isso somente até eles terem a confiança e a experiência necessárias pra desenvolver o próprio repertório. O que me bate é que o Violators está há tempos nessa onda e até agora nada. É diversão? É homenagem? Beleza, tá valendo. Mas uma banda que vive de covers, não tem minha admiração.

Luis Fernando.DM | 27 de outubro de 2013 15:40

Eu gosto de ouvir covers, gosto de ver como outros artistas enxergam um trabalho alheio. E me parece que a Violators não tem a intenção de ter um trabalho que sua da homenagem muito bem feita ao Depeche Mode. Eles tem minha admiração por fazer isso de maneira impar.

Carlinhos Kunde | 27 de outubro de 2013 15:51

Mas a maneira que o Violators enxerga o trabalho do Depeche é... exatamente igual ao Depeche! Acho bacana o que Johnny Cash, Marilyn Manson, Some Velvet Morning, Tanghetto, Gus Gus e mais alguns artistas que fizeram bons covers do grupo usaram como objetivo: é o que a canção seria se fosse deles. Uma visão particular, não um simples carbono do original.