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Volkswagen e-mobility – Enjoy The Silence

Depois da parceria no comercial do novo Golf, onde além da trilha tivemos a participação de Dave Gahan, a Volkswagen volta a usar na trilha de seu comercial uma música do Depeche Mode, neste caso para apresentar a linha e-mobility.



Crédito: Eduardo Sauner

David Gahan + Soulsavers = Angels & Ghosts


Dave Gahan & Soulsavers estão finalizando o segundo trabalho da parceria, Angels & Ghosts, será lançado em 23 de Outubro. Angels & Ghosts leva ouvintes através de uma combinação sonora dos sons escuro, elementos inspirados pelo gospel e blues, e com a beleza gritante que tornou-se um assinatura de Dave e Soulsavers.

Dave Gahan & Soulsavers vão realizar shows especiais em locais intimistas nos EUA e na Europa, os ingressos estarão a venda a partir de 18 de setembro.

Tracklist:

1. Shine
2. You Owe Me
3. Tempted
4. All Of This And Nothing
5. One Thing
6. Don’t Cry
7. Lately
8. The Last Time
9. My Sun

A primeira musica liberada é All Of This And Nothing:

Happy Birthday Martin L.Gore

Happy Birthday Martin L. Gore, thanks for writing the soundtrack of my life.


Happy Birthday Fletcher



O homem que na minha opinião é o elo mais forte responsável por manter o Depeche Mode unido a quase três décadas, e o responsável por dar também sucesso financeiro a banda já que foi ele mesmo é empresário da banda por um longo tempo, está completando hoje 54 anos, parabéns Andy!

Andrew John Fletcher nasceu em Nottingham no dia 08 de julho de 1961. Andy se mudou para Basildon ainda muito novo. Fletcher era devoto da Boys Brigade, um tipo de clube de escoteiros que incluía atividades e esportes. Num dos encontros da Boys Brigade, Fletcher conheceu Vince Clarke. Em 1977, Fletch e Vince entraram no mundo da música moderna. Andy comprou um baixo e Vince , uma guitarra e os dois formaram a banda "No Romance in China", que duraria até o início de 1980. Fletch e Vince faziam shows semanais no clube da juventude Van Gogh, mas viam a banda como uma forma de passatempo. Durante um dos shows, Fletch conheceu Martin Gore, que estava envolvido em outra banda, "Norman and the Worms". Dividindo a conta de muitos shows, Martin e Fletch logo desenvolveram uma forte amizade que levaria Martin a se juntar à banda de Fletch e Vince, que passaria a se chamar "Composition of Sound". Desde que a formação oficial do Depeche Mode em 1981, Fletch desempenha o papel de empresário da banda, participando pouco no processo criativo das músicas da banda. Como admitiu, Fletch não se interessa mais tanto por pop music e se sente mais a vontade cuidando dos negócios legais da banda do que tocando o sintetizador nos shows. Em qualquer outro lugar, Andy seria considerado 'excesso de bagagem', uma cara desnecessário nas capas dos álbuns, mas Fletch é a âncora que vem mantendo o Depeche Mode unido há mais de 3 décadas. Foi o envolvimento de Andy nos negócios da banda que permitiu que os membros da banda não alcançassem somente o sucesso musical, mas também o financeiro. Fletch se afastou da banda na segunda parte da Devotional Tour, em 1994, por causa de stress. Após passar um tempo com sua família, Fletch voltou firme e forte e pronto para cuidar das finanças da banda.

Ping Pong:

Data de nascimento: sábado, 08 de Julho de 1961
Local de nascimento: Nottingham
Signo: Câncer
Olhos: Azul
Altura: 1,9m
Detalhes da família: Esposa Grainne, dois filhos: Megan e Joseph
Passatempos: Comida e Futebol Americano
Bandas anteriores: C.O.S.
Cidade favorita visitada: Nova York
País favorito visitado: África do Sul
Comida favorita: Asiática
Bebida favorita: Vinho italiano branco, diet Coke, Lager Foster
Esporte favorito: Futebol
Cores favoritas: Azul
Filme favorito: O Poderoso Chefão, Exorcista
Livro favorito: A Bíblia
Programa de TV favorito: Sky News
Estações de rádio favoritas: Capitol Gold
Canção favorita: New York, New York - Frank Sinatra
Canção própria favorita: Home
Álbum favorito: São muitos para mencionar
Álbum próprio favorito: Violator
Vídeo próprio favorito: Enjoy The Silence

Site Favorito: http://luisfernandodm.blogspot.com/.... hehehehehe


Andrew que se apresentou no brasil em 2007 como DJ, veja aqui post com a entrevista de Andy para o Jornal da Globo, Andy que só toca com vinils.


Martin Já Começou a Escrever Para Novo Álbum


Segundo uma postagem e tradução de uma matéria que nossos amigos da Depeche Mode Fan Club Portugal fizeram a partir da reportagem do site MusicomH, os rumores de que a banda já começa a pensar e preparar para um próximo álbum da banda. Quem diz isto é Martin Gore em entrevista recente ao site MusicomH:

"Eu comecei a escrever novas canções há duas ou três semanas, mas ao mesmo tempo resolvi atualizar o software do meu computador por isso o processo atrasou... Neste momento que falamos apenas terminei uma canção pro novo álbum da banda.

According to a posting and translation of a matter that our friends from Depeche Mode Fan Club Portugal made from the site MusicomH report, the Depeche Mode have started to think and prepare for an upcoming album. Who says this is Martin Gore in an interview to the site previously mentioned:
"I literrally started writing songs, two or three weeks ago. But at the same time I decided to chance my computer set-up (apparently, because Martin PC update have the same importance of preparing the album ... Oh my God...) (...) and so I've just finished one song. The computer just came with Yosemite installed, so i had to sort it out. It's been a bit of a two week sturglee, so as we speek I've just finished one song for the band.
Journalist: for the new album?
MG: That's right!"

Crédito: Paulo Henrique Novaes Santos 
Fonte: Depeche Mode Fan Club Portugal / MusicomH

Ícone da Música Eletrônica, Dave Gahan Completa, Hoje, 53 Anos


Os anos 80 tiveram um papel importante na construção da música pop atual. Para alguns, a década se viu obrigada a promover uma reviravolta nos rumos da música já cansada de bandas de hard rock em seu império de mais de uma década. O Depeche Mode, banda inglesa de música eletrônica, teve seu início em 1980, na cidade de Basildon, que tem aproximadamente 100 mil habitantes. O primeiro disco do grupo a chamar a atenção do público e da crítica, e que colocaria o Depeche Mode no hall da fama da música eletrônica, veio em 1984. Some Great Reward, que incorporava elementos de música industrial, new wave e letras românticas. No forum virtual Rate Your Music, que funciona de forma colaborativa, o membro francês NudeSpoon expõe sua impressão do disco. “Iniciado com algo que soa como um scanneamento de cérebro superaquecido, o LP termina com respiração humana. O que acontece no meio é uma interação complexa entre sons metálicos computadorizados e sons orgânicos, que soam como socos ou peões girando”.

“Promessas são ditas Para serem quebradas Os sentimentos são intensos As palavras são insignificantes” Depeche Mode: Enjoy The Silence

O disco de 1984 fez com que eles tivessem uma estética particular definida, e o single Blasphemous Rumours foi o primeiro passo para essa atribuição. Após outros dois discos de sucesso, Black Celebration e Music for the Masses, já com 10 anos de estrada, no ano de 1990, o Depeche Mode lançaria o disco considerado como obra-prima por grande parte de seus fãs: Violator. O álbum trouxe a música mais famosa da banda, Enjoy the Silence, e mais um monte de outros grandes sucessos.

Norman Fleishe, do site de crítica musical Hope and Passion, define os rumos que o Depeche Mode tomou a partir de Violator como “Dark-Synth-pop”, que seria em tradição literal música sintética obscura. O que ele observa é que o ritmo dançante e alegre que a banda mantinha desde o início dos anos 80 evoluiu para algo mais pessoal e intimista. “A guitarra foi introduzida ao microcosmo musical da banda. Os teclados sinistros se misturaram a influências de blues e fatias do movimento techno que foi lentamente atingindo as paradas de sucesso no início dos anos 90”.

Para o italiano Riccardo, membro do forum Rate Your Music, o impacto que o disco Violator causou na mente das pessoas na época evoca uma mudança de comportamento e de geração. “Íntimo e misterioso, Violator proíbe excesso de romantismo, e mergulha na música introspectiva da nova era”, comenta. Riccardo ainda aponta uma nova percepção musical chamada pelo disco, que abrange mais sensação do que sentido. “Um fluxo escuro que desliza em perfeito equilíbrio entre melodias atentas, arranjos complexos eatmosféras rítmicas encantadoras e viciantes”, conclui.

O aniversariante do dia, Dave Gahan, ficou conhecido principalmente por sua voz poderosa e expressiva, várias vezes eleito por revistas especializadas um dos melhores Frontmam de todos os tempos. Antes de sua carreira como músico tomar o rumo explosivo que tomou com o Depeche Mode, ele era conhecido por ser um garoto problemático, devido principalmente à descoberta de seu pai verdadeiro, aos 14 anos. Com essa idade, ele já havia parado no juizado de menor por mais de três vezes, sobre acusações relacionadas a roubo de carros, pichação, vandalismo e drogas.

Dave já trabalhou em profissões como pedreiro, repositor de supermercado e vendedor de bebidas. Casado, e pai de dois filhos, também já trabalhou em carreira solo, lançando em 2003 o disco Paper Monsters, que conta com gravação de instrumentos tocados por suas crianças. Foi ele também o inventor do nome da banda, devido a uma revista francesa chamada Depeche Mode, que o encantava pela estética futurista. Gahan também já arriscou de compositor nos trabalhos mais recentes do Depeche Mode na década de 2000.

Nascido em Epping em 09 de maio de 1962, David Gahan teve uma educação um tanto quanto religiosa. A família de sua mãe era ligada ao Exército da Salvação, mas Dave rejeitou essa influência desde o início. 

"Me encantava acelerar a moto ao máximo, dar cavalos-de-pau e conseguir com que a policia me perseguisse. A sensação de estar escondido atrás de uma cerca para que os policiais não me prendessem era realmente excitante para mim, naquela época".

"Nós nos reuníamos nos finais de semana. Saíamos sexta-feira de casa, íamos até Londres, onde passávamos a noite em alguma festa e na manhã seguinte pegávamos o primeiro trem de volta para casa. Em seguida me aborreci com tudo isso."

Em 1979, Dave começou a estudar design na Southend Art College, esperando seguir carreira na indústria da moda. Em 1981, Vince Clarke notou a habilidade musical de Dave numa jam session de bandas, com sua performance para a canção "Heroes", de David Bowie e o convidou para fazer parte da banda, que na época se chamava 'Composition of Sound'. Dave concordou. Nos 35 anos seguintes, Gahan tem curtido o sucesso mundial do Depeche Mode, mas teve maus momentos ao longo dos anos. Em 1991, Dave se divorciou de sua primeira esposa Joanne, com quem estava casado desde 1985, deixando com ela seu único filho, Jack.

"Eu tinha vivido com Joanne por muito tempo. Éramos muito bons amigos, mas isso deteriorou-se, mais por minha culpa. Mas agora sei que aquilo tinha de terminar, por mais sofrimento que tenha causado a todos envolvidos. Foi muito mais do que uma simples escolha. Há uma grande diferença entre o que você acha o que é amor, e o que você realmente acredita ser amor."

Em 1993 Dave se casou em Las Vegas, com a ex-assessora de imprensa do grupo, com Theresa Conway, viciada em heroína e que o apresentou à poderosa droga. Nesse mesmo ano a banda lançou um álbum surpreendente: Songs Of Faith And Devotion. O disco foi um sucesso.

Isso levou a banda a programar uma tour gigantesca, com mais de catorze meses de shows e com previsão de público de 2 milhões de pessoas em duas voltas ao mundo. A banda levou junto um traficante de drogas e um terapeuta. O terapeuta foi dispensado após seis semanas. Durante a tour Dave teve diversos problemas de saúde, por várias vezes teve de ser socorrido pelo pessoal médico. Na volta da turnê, com duas costelas quebradas e hemorragia interna por causa de um malsucedido mergulho sobre a platéia num momento de empolgação, Dave Gahan foi aconselhado pelo médico a procurar um psiquiatra. Preferiu se internar, junto com a mulher, numa clínica de recuperação para drogados em Lake Tahoe. Ao voltar para casa em Los Angeles, retomou o vício. Tentou outra clínica, no Arizona, mas também não deu certo. Na terceira tentativa, o susto: ao retornar para casa, não encontrou suas duas Harley Davidson, seu estúdio de gravação caseiro, vários objetos pessoais, e nem sua mulher, de quem estava se separando e que foi, possivelmente, a responsável pela 'limpeza' da casa.
No dia 15 de agosto de 1995, Dave engoliu uma caixa de Valium ajudado por uma garrafa de vinho. Bateu uma saudade de sua mãe na Inglaterra e ligou para ela. Pediu que aguardasse um pouco na linha e foi ao banheiro. Lá, cortou os pulsos com uma navalha, enrolou-os numa toalha e voltou para se despedir da mãe, dizendo:

"Eu tenho que ir. Eu te amo muito".

Uma amiga chegou e o salvou da tentativa de suicídio, chamando uma ambulância.

"Eu estava perplexo com o fato de ter perdido tudo, então aquela noite planejei cortar os pulsos."

Dave continuou sua rotina de idas e vindas de clínicas de reabilitação até que, na madrugada do dia 28 de maio de 1996 ele teve o momento delicado de sua vida. Isso aconteceu no seu quarto do hotel Sunset Marquis em Los Angeles, quando com a ajuda de um traficante, Dave injetou na veia uma dose suficiente para matar um cavalo, de speedball (uma mortal mistura de heroína com cocaína). Instantaneamente ele desmaiou e começou a ter um ataque cardíaco, chegando a ser dado como morto clinicamente depois que seu coração ficou dois minutos sem bater. Ressuscitado pelos paramédicos Dave foi levado para o hospital Cedars-Sinai, onde ficou internado por dois dias.

"Quando cheguei ao hospital, perguntei a alguém o que estava acontecendo e essa pessoa me respondeu: Dave você esteve morto. Eles te reanimaram depois de você ter ficado por mais de dois minutos sem pulso. Então refleti o quanto isso era insano. Poderia ter ficado com problemas mentais irreversívies. Realmente isso foi uma estupidez.".

Ao sair do hospital, ele foi direto para cadeia, acusado de flagrante de cocaína e heroína. Após pagar uma multa de US$ 10.000, conseguiu sair da prisão com a condição de ir para uma clínica de recuperação. Não uma qualquer, como aquelas em que estivera antes. Dave foi encaminhado para a Exodus Recovery Centre em Los Angles, que mais se assemelha a uma prisão de segurança máxima. Depois de passar nove meses internado, Dave deixou a clínica aparentemente curado e a tempo de ver o Depeche Mode lançar o álbum Ultra, em fevereiro de 1997.
As queixas de porte de drogas contra Gahan foram retiradas em setembro de 1997, marcando o início de uma nova vida para Dave.
Em 1999 ele casou-se com Jennifer, que conheceu no programa de reabilitação. Jennifer aparece no clip da musica Suffer Well vestida de anjo, no mesmo ano, nasceu sua filha Stella Rose Gahan. Dave também tem dois albuns solo, Paper Monsters e Hourglass, com composições de sua autoria.

Em resumo:

Data de nascimento: quarta-feira, 09 de Maio de 1962
Local de nascimento: Epping
Signo: Touro
Olhos: Castanhos esverdeados
Altura (m): 1,81
Detalhes da família: Esposa Jennifer, mãe Sylvia Ruth, irmã Susan Christine, irmãos Peter Eric e Philip Michael, filho Jack (pela primeira esposa Joanne), filha Stella Rosa (pela terceira esposa Jennifer)
Passatempos: Eu não tenho passatempos, normalmente, saio, vejo filmes, vou a clubes, janto com amigos
Cidade favorita visitada: Roma e Los Angeles (igualmente)
País favorito visitado: Itália e os EUA. Costa Ocidental
Comida favorita: Italiana
Bebida favorita: Vodka, vinho tinto ou branco francês
Esporte favorito: Hockey
Cores favoritas: Verde escuro, roxo, e azul piscina
Filme favorito: Pulp Fiction
Livro favorito: Não sendo um bom leitor, não posso dizer que eu tenho um
Programa de TV favorito: Eu gosto de filmes, Simpsons, etc
Estações de rádio favoritas: Estações clássicas de rock nos EUA
Canção favorita: 3 Days and Nothing Shocking de Jane Addiction. Eu tenho muitas favoritos
Canção própria favorita: I Feel You
Álbum favorito: Primeiro álbum do Zeppelin. Nothing Shocking de Jane Addiction
Álbum próprio favorito: Ultra
Vídeo próprio favorito: Walking In My Shoes
Banda favorita: Rolling Stones, Led Zeppelin
Site: http://www.davegahan.com/

O blogueiro que os escreve deseja feliz aniversário Dave, sua voz fez a trilha sonora de minha vida, e continua assim, obrigado por estar lá sempre, nos bons e maus momentos, e mesmo naqueles poucos segundos a poucos metros de você, o sinto como um amigo, obrigado.

Músico y compositor de Depeche Mode: "Teníamos planeado ir a los Lollapalooza de Sudamérica, pero el tour nos dejó exhaustos"

Decir que MG es el primer disco con material original en la carrera de Martin Gore es una verdad a medias. Y es que si bien hasta ahora su trabajo solista se ha reducido a un LP con covers de sus artistas predilectos (Counterfeit, 2012) y a un álbum de tecno junto a su ex socio Vince Clarke (Ssss, de ese mismo año), sería algo injusto separar al británico de su trabajo al mando de Depeche Mode, el grupo que creó hace 35 años junto a Dave Gahan, Andy Fletcher y el mencionado  Clarke, y donde, además de los teclados, guitarras y sintetizadores, se ha hecho cargo de la creación de prácticamente todos sus éxitos. Pese a esto, el autor de Personal Jesus, Enjoy the silence, I feel you, People are people y Everything counts -entre muchos otros himnos de las últimas décadas- no teme en definirse como “un compositor poco prolífico” a la hora de analizar lo que ha sido su historia en la música.   

“Voy al estudio constantemente, quizás todos los días de la semana, pero la verdad es que no tengo una gran cantidad de material inédito esperando ver la luz alguna vez. Muchas veces voy simplemente  a buscar un sonido, sin un objetivo demasiado concreto”, explica Gore  a La Tercera desde su casa en Santa Barbara, California, el lugar que escogió para vivir hace algunos años y donde grabó las 16 canciones de su nuevo trabajo. 

Allí, en la intimidad de su hogar, lejos del mundo de las giras planetarias y los más de 100 millones de discos vendidos, el responsable de llevar la música electrónica a los grandes estadios concibió un puñado de canciones instrumentales, sombrías y minimalistas, que serán presentadas la próxima semana bajo el sello Mute.   

Siendo un compositor y letrista tan exitoso, cuesta entender que recién ahora lance su primer trabajo solista con temas propios. 

La verdad es que durante todos estos años he pensado que sacar un disco propio con material original produciría una suerte de conflicto de interés, porque por mucho tiempo he hecho la composición para Depeche Mode, y si sacaba mis canciones, quizás el resto de la banda pensaría ‘¿por qué no las usamos para el grupo?’.   

¿Y qué lo motivó esta vez a dejar ese material para un álbum personal? 

Durante el proceso de composición de Delta machine (el último disco de Depeche Mode, publicado en 2013) hice algunas piezas instrumentales que al final no usamos. Ahora que Dave escribe, tenemos material de sobra entre los dos. Así que me quedé con estos temas y no tenía dónde usarlos. Ahí fue que alguien me sugirió hacer un disco instrumental y pensé que sería una buena idea, algo nuevo para mí y muy distinto a lo último que he hecho. Luego, cuando volvimos de la gira en marzo pasado, comencé a componer otras canciones, que son gran parte del material del disco.  

¿La opción por no incluir letras en los tracks fue algo deliberado o más bien espontáneo? 

En ese punto te reitero la idea del conflicto de interés. Simplemente creo que no es correcto que escriba canciones para mí mientras siga siendo parte de Depeche Mode. Pero además de eso, realmente me gusta la idea de hacer un disco instrumental. De todas formas, hubo ciertos parámetros que me autoimpuse: no quise usar guitarras, ni baterías reales, ni tampoco voces. Eso también me parece interesante, porque con sólo el título de una canción, y a través de la música, la gente puede echar a volar su imaginación y vivir su propio viaje. Lo que sí, durante el proceso noté que hay varias canciones que tienen una atmósfera como de película de ciencia ficción. 

El año pasado hubo conversaciones casi cerradas para su presentación junto a Depeche Mode en Lollapalooza Chile. ¿Qué sucedió finalmente que no vinieron? 

La verdad es que en ese momento teníamos planeado ir a Sudamérica y tocar en los tres Lollapalooza de Chile, Brasil y Argentina, además de hacer otros shows en la región. Pero la extensión del tour nos dejó exhaustos y cuando llegó el momento de tomar la decisión de ir a Sudamérica la verdad es que estábamos muy fatigados, y no estábamos seguros si sería una buena idea extender esa gira. Llevábamos cerca de 8 meses tocando casi sin parar... creo que pensamos que no hubiese sido bueno para nuestra salud mental seguir de gira. Pero más allá de eso, realmente disfrutamos mucho la gira sudamericana anterior, y estoy seguro, pese a que aún no hay nada concreto, que cuando saquemos un nuevo disco vamos a planificar una gira más global, que involucre a más lugares. 

Si bien su show en Santiago en 2009 es muy recordado, el anterior, en 1994, es casi legendario. ¿Guarda algún recuerdo de aquella visita? 

Si no me equivoco, eso fue parte del legendario tour de Songs of faith and devotion, y la verdad es que recordamos muy poco de esa gira (se ríe). Ese fue, definitivamente, una de las giras que extendimos más de la cuenta, creo que duró cerca de 18 meses. Allí llegamos a un punto en que realmente perdimos la cordura. 

Este 2015, Violator cumple 25 años. ¿Cuán importante fue ese disco para la carrera de Depeche Mode y la suya?

Fue un momento clave para Depeche Mode. Si bien antes de eso ya éramos conocidos en Europa y Norteamérica, con esas canciones llegamos a los mayores escenarios de EE.UU. . Sin Violator no tendríamos la popularidad que tenemos, fue el disco que nos llevó al siguiente nivel, y estoy seguro que la mayoría de los fans lo siguen viendo como un gran álbum. 

Pese a todo el éxito, los discos y las giras, sigue yendo a diario al estudio. ¿La música sigue siendo una necesidad en su vida? 

Sí, la música es algo en lo que sigo siendo muy apasionado, eso no ha cambiado desde que tenía diez años y descubrí el rock and roll y la colección de discos de mi mamá. Todavía tengo ese sentimiento, y la verdad, no sé qué habría sido de mi vida sin la música.

Credito: Latercera

Martin Gore - Europa Hymn (Clip Official)

Casamento de Jack


Este final de semana foi celebrado o casamento de Jack, filho mais velho de David Gahan com sua primeira esposa Joanne:

Johnny Marr dos Smiths faz Cover do Depeche Mode


Johnny Marr lendário guitarrista dos Smiths, lançará seu próximo álbum em abril e o mesmo contará com uma faixa especial para os fãs do Depeche Mode, um cover da musica I Feel You faixa do álbum Songs of Faith and Devotion de 1993.


Fonte: MNE

MG Novo Álbum de Martin Gore


Se consolidam os rumores sobre o novo álbum de Martin Gore que será lançado pela Mute da Alemanha, em 27/04/2015 e já esta em pré venda na loja oficial da Mute.

A track list:

1. Pinking
2. Swanning
3. Exalt
4. Elk
5. Brink
6. Europa Hymn
7. Creeper
8. Spiral
9. Stealth
10. Hum
11. Islet
12. Crowly
13. Trysting
14. Southerly
15. Featherlight
16. Blade

Uma amostra do que veremos no novo álbum de Martin Gore:





MGxMG - Martin Gore Solo


Começam a surgir rumores que Martin Gore estaria trabalhando em novo um álbum solo, MGxMG.
A Foto acima foi postado no Twiter na Mute Alemanha (@mute_germany) com a Hashtag #MGxMG, rumores dão conta de que Martin Gore está tralhando em um disco eletrônico instrumental e que seria lançado pela Mute Germany em 2015.

Enjoy the Silence - Symbion Project


A chill, lush downtempo cover of Depeche Mode's "Enjoy the Silence" by Symbion Project featuring vocal harmonies by Melissa R Kaplan of Universal Hall Pass .:. symbionproject.tumblr.com

All rights owned by Depeche Mode; written by M.L.Gore

Off Stage Live Barcelona 2009


Soulsavers + Dave Gahan - Segundo Álbum

A colaboração entre Dave Gahan e Soulsavers parece que terá continuação, o vocalista do Depeche Mode vai voltar ao estúdio, para trabalhar no segundo álbum colaborativo com a Soulsavers. 
Dave Gahan já deu algumas entrevistas afirmando que o trabalho  com a Soulsavers lhe trouxe  inspirações musicalmente. Em "The Light The Dead See", o primeiro trabalho que surgiu em 2012 com um concerto pequeno, intimista para um pequeno círculo de pessoas.
Nos próximos dias, Dave Gahan, Rich Machin e Ian Glover vão se reunir para abordar a execução do próximo álbum que será muito provavelmente publicado no final de 2015.


Fonte: @Ultra_depeche

Novo Álbum Será Discutido em 2015

Andrew Fletcher revelou: "Em 2015, vamos começar a pensar no nosso próximo álbum"

Poucos meses após a conclusão do Delta Máquina Tour, Andy Fletcher atende sitgesinfoguia.com e revela: "Provavelmente vamos nos encontrar no próximo ano (2015, NDT) para pensar em um novo álbum e planejar nossa próxima turnê."

"Sitges é um lugar onde você pode andar na noite de domingo em frente ao mar ou na bela praia e você tem a sensação de estar em um lugar pequeno cosmopolita, onde você pode ver dois homens de mãos dadas e famílias, crianças brincando e bonita meninas. "Andrew Fletcher.

Há alguns momentos na vida em que você sente que está na presença de alguém especial que com o seu negócio, contribuiu e influenciou a vida de muitas pessoas ao redor do mundo. Andrew Fletcher é um deles e sua banda Depeche Mode tem sido e continuamente uma das bandas mais amadas e influentes de todos os tempos.

Temos o privilégio de estar aqui com ele em Sitges, em seu lugar favorito:

Andrew, em primeiro lugar gostaria de agradecer pela oportunidade. Nós sabemos que você tem uma casa em Sitges, diga-nos, como você conheceu Sitges e por que você escolheu como uma segunda residência?
Bem, na década de oitenta, quando estivemos em Barcelona, no dia seguinte, fizemos uma festa e vim a Sitges para beber alguns drinques ... Depois fui a rodovia, e dirigi ao longo de uma estrada feita de curvas e lembro-me que foi uma viagem de retorno ruim. Eu estive em Sitges muitas vezes. Naqueles anos, meus filhos eram pequenos e queria um lugar para o verão ou para todo o ano, ou se eu tinha uma pausa durante uma turnê e assim por diante. Temos também um amigo, Gary Lineker, um jogador de futebol, que nos falou sobre este lugar maravilhoso e que ele adorava passar o tempo aqui quando ele estava treinando no Barcelona. Então, por várias razões.

O que o torna Sitges especiais para você?
Muitas razões. Primeiro de tudo para mim é muito importante ficar perto do aeroporto, que é uma grande vantagem e é fácil de entrar e sair quando estou  ocupados com o grupo ou outro negócio. Além disso, eu vivo no calçadão (Passeig de la Ribera), numa zona tranquila e quando você anda na noite de domingo na bela praia que você tem a sensação de estar em um lugar pequeno cosmopolita, onde você pode ver os homens de mãos dadas , famílias, crianças brincando e bonitas.

Nós falamos do Depeche Mode. Trinta e quatro anos ...
A: Ah, não, por favor, não me lembrar! (Risos)

... com mais de 115 milhões de cópias vendidas, treze álbuns, várias, inúmeras coletâneas ao vivo e você ainda está no negócio. Durante todos esses anos, como você mantem essa pressão e sucesso? O que mantém vocês juntos?
Bem, como você pode ver, um dos sucessos do Depeche Mode é que todos nós mantermos uma vida privada, e é importante para nós que estamos juntos todos esses anos. Olhando para trás, desde que começamos, eu me sinto como uma pessoa que viveu seus sonhos; imagine quando você é jovem e você tem uma paixão que é o seu hobby e de repente se torna muito grande e você se sente bem, porque este sonho se tornou realidade.

Olhando para trás, há alguma coisa que você mudaria? Alguns arrependimento?
Sim, alguns de nosso primeiro vídeo! (Risos) Infelizmente, quando nós começamos, nós fizemos alguns realmente embaraçosos! Não, a sério, olhando para trás no tempo, não há nada que eu mudaria em minha vida ... Estou feliz por tudo que eu fiz! Às vezes, ao passar maus momentos e passamos, você sai mais forte e você aprende alguma coisa. Olhando para trás, acho que esses momentos são algo necessário para avançar e crescer.

Diz-se que, em 1984, produziu um álbum solo. É verdade? Você pode nos dizer algo sobre isso?
Sim, quando estávamos gravando em Berlim, fizemos um álbum chamado "Toast Hawaii" comigo nos vocais, Dave na bateria, Alan e Martin na guitarra e teclado. Existem apenas duas cópias: uma comigo, e outra, infelizmente, está com meu melhor amigo Martin! Eu tenho que ser bom com ele, porque as vezes ele ameça coloca-la na internet! (Risos)

Eu também sei que você é um bom DJ e que você gosta de fazer quando não está em turnê. Há três anos que abriu Space Ibiza ...
Sim, foi um dos melhores momentos da minha carreira como DJ. É algo que eu gosto. Eu estava na China, Austrália ... Eu gosto porque é diferente de estar em turnê com o Depeche Mode, que é um grande "máquina" em movimento; quando eu sou DJ em outros países, eu tenho mais tempo para visitar as cidades e transitar por elas.

Andrew, depois de tantos anos, com todos os sucessos e elogios como uma das bandas mais importantes de todos os tempos, o que mantém-se motivado ainda? Quanto tempo vai continuar Depeche Mode? Como os Rolling Stones?
Olha, eu posso te dizer que eu não quero estar no palco aos sessenta e cinco anos, mas a música é um pouco como uma droga. Quando você experimenta o palco e você sabe que é feito para estar lá, você quer continuar fazendo isso de novo e de novo, e é difícil dizer não. É uma sensação fantástica e, como você disse, é o que temos feito nos últimos 34 anos: fazemos música, nós jogamos e nós ainda amamos fazê-la.

É ótimo! Por favor, conte-nos alguma coisa sobre os planos e projetos futuros.
Bem, como você sabe que terminou a turnê há alguns meses e agora estamos tomando algum tempo livre, o que significa que vou gastar muito tempo aqui em Sitges e isso é bom! Provavelmente nos encontraremos no próximo ano, em 2015 para pensar em um novo álbum e planejar nossa próxima turnê.

Uma excelente notícia para todos os fãs do Depeche Mode! Bem, obrigado, Andrew! Foi um grande prazer!
Sim, para mim também.